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17 de mar. de 2012

Os 7 tipos de colegas de trabalho que são extremamente irritantes





Eles estão aí no seu trabalho, pode ter certeza. Esses tipos habitam as empresas privadas desde sempre. Dificilmente, você não irá identificar um colega de trabalho aqui no meio dessa lista. Confira essa lista dos 6 tipos de colegas de trabalho totalmente irritantes:


7. O brincalhão em excesso

Quando você o vê, logo pensa “O Bozo chegou!”. Brincar uma vez ou outra faz parte da dinâmica saudável do ambiente de trabalho. Contudo, como tudo na vida, o excesso estraga. E quando o sujeito não tem o “desconfiometro”, aí a coisa complica! Começa por brincadeiras bobinhas … e você ri e releva. E as brincadeiras vão evoluindo até chegar ao ponto do  ”sem noção”, que nem uma criança de 5 anos de idade faria. Você vai aturando, aturando, aturando, até o dia que pula no pescoço do brincalhão e ensina que lugar de palhaço é no circo. E nesse momento, pode acreditar, ainda vai aparecer aquele que diga “Ah, mais era só uma brincadeira”.


6. O Ogro

O ogro é aquele colega que não tem a mínima educação e bons modos. Responde sempre com rispidez, não sabe conversar sobre nada que saia da esfera popular (futebol, cerveja e mulheres), endoidece quando alguém pega seus materiais de trabalho emprestado e não fala mais de quatro frases sem colocar uma gíria ou um erro grotesco de português no meio. Resumindo, ele é falta de cultura em carne e osso.
O ogro normalmente permanece por mais de 10 anos no mesmo cargo e reclama que ninguém nunca lhe dá uma oportunidade. Acha que tem potencial, mas quando é questionado sobre o que ele acha de determinado ponto da sua função, responde “_ Pois é, não estou por dentro disso, tá ligado! Mas então, viu o jogo do Curinthians onti? O Galvão disse que o Neymá vai pro Barcelona”

5. Sujeito que não faz nada mas é amigo de todo mundo

 A Amizade é uma relação afetiva muito estranha. Faz com você perca o seu bom senso, por exemplo. E é dessa perda que o amigo de todo mundo “faz nada” se aproveita. Ele é o sujeito que chega no trabalho e pega aquele copinho de 50mL de café – que dura mais de duas horas para acabar – e rodeia o ambiente de trabalho conversando com todo mundo, contando história, puxando papo. “Faz o social”. Quando questionado sobre o seu trabalho, sempre responde algo do tipo “Bah, estou cheio de trabalho”, embora todos saibam que ele não faz nada mesmo quando tem trabalho aos montes. O “queridão” é um típico utilizador da Lei de Gerson (tirar vantagem do próximo) para evitar o máximo possível a realização da sua função. Todavia, como ele é o “amigão” todo mundo opta por não reclamar do malandro.

4. O cara que acha que é a ultima bolacha do pacote

O individuo que “se acha”, quem não tem raiva dele? Independente de ele conhecer ou não o trabalho, realizar ou não sua função, ninguém gosto do sujeito. Geralmente é aquele que vai ficar de fora de lista da festa de fim de ano ou vai ser o ultimo a ser convidado (para não criar um clima chato).
Dependendo do grau de “achismo” é possível identificar certo transtorno. Essas pessoas normalmente assumem esse comportamento porque não acreditam em si mesmas e tem que ficar se afirmando o tempo todo.
Há ainda aquele que “se acha” por causa do seu medo de perder o emprego. É o sujeito que está ocupando o cargo mesmo sem ter a qualidade para isso. Ele mesmo sabe que é uma farsa porém não se esforça para melhorar. O jeito é arrumar uma maneira de “cobrir” essas falhas. O caminho adotado normalmente é ficar criticando o trabalho dos outros e dizendo o “quanto é bom”. Por um lado dá certo porque pessoas tão despreparadas quanto o próprio provavelmente vão cair na tática da “mentira dita mil vezes se torna verdade”. Contudo, nem todo mundo é tão ingênuo de ser enganado com tamanha facilidade e quando ele nota isso, seu objetivo se transforma em “puxar o tapete” daquele que não caiu na sua armadilha.

3. Aquele que reclama de tudo

Delegaram uma função para ele, ele reclama. Avocaram uma função, ele reclama. Aumentaram o salario, ele reclama que foi pouco. Tudo é motivo para reclamar. Sempre alega que não cumpriu com o que era para ser feito porque não “havia condições para tal”. A depressão em pessoa geralmente escurece o ambiente onde entra. As pessoas evitam, o máximo que podem, entrar em contato com ele para evitar a contaminação. Ele não entende porque ninguém vai muito com a sua lata e isso se transforma em motivo para mais reclamação.

2. O intrigueiro

Esse é praticamente o diabinho no ombro que sussurra no ouvido. O intrigueiro não gosta de paz no ambiente de trabalho. Seu objetivo principal é disseminar a fofoca e a discórdia. Dependendo do grau, a mesma pode ser enquadrada no tipo patológico. Essa ultima seria aquela pessoa com graves problemas psicológicos que desconfia que está sendo ameaçada por outrem. Ela acaba tomando a suspeita como verdade e começa a disparar contra o objeto da sua suspeita.
Os “semeadores da discórdia” são alvo das reclamações da maioria dos trabalhadores brasileiros, já que a fofoca foi eleita como o pior hábito e o motor das brigas. Quem é chefe tem que ficar de olho nesse pessoal: se ele exagerar, já sabe o que fazer!


1. Puxa sacos

Talvez o mais odiado de todos. Ninguém gosta dos “puxa-sacos”. Ele são uma espécie de escoria das empresas. Vive beijando o chão que o chefe pisa para ganhar uma promoção. Faz as coisas mais ridículas, dedura todo mundo, caráter é o que lhe falta. Quando ganha a tão almejada promoção, toda mundo tem consciência que não fez por méritos e sim por causa do “puxa-saquismo infinito”, ainda que, o próprio ache mesmo que mereceu.