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25 de dez. de 2011

Seleção de bons vídeos


O mundo em que vivemos


Nem sempre gosto das campanhas ecologistas da WWF, que ultimamente vem assumindo alguns posicionamentos bem distantes da razão sem considerar os possíveis avanços científicos, típica atitude de idosos rabugentos. Mas devo concordar que este vídeo é brilhante. Não vivemos sozinhos neste planeta, às vezes convém recordar.

Nostalgia matemática


Devo confessar que chorei bastante ao rever este curta-metragem outra vez novamente e de novo e explico o porquê desta sensibilidade mais adiante neste mesmo artigo, pois antes quero lembrar que as coisas já eram muito bem feitas na década de 50. O curta-metragem  que terão o prazer de ver neste post, "Donald in Mathmagic Land" (Donald no mundo da matemágica) data de 1959, foi dirigido para a Disney por Hamilton Luske, que foi brilhantemente auxiliado em conhecimento pelo físico alemão Heinz Haber.


Haber, outro exemplo de alemão que emigrou para os Estados Unidos depois da Grande Guerra, como seu amigo Wernher von Braun, já havia colaborado com a Disney em seus filmes sobre o espaço, e dois anos depois ajudaria também a criar o estupendo curta "Our friend the atom".
A animação foi indicada para o Oscar de melhor curta documentário, e na década de 60 distribuíram cópias em escolas de todos os Estados Unidos, motivo pelo qual se converteu em um dos recursos educativos mais populares jamais criados pela fábrica Disney.

Meu pai gastou o mundo e o fundo para comprar um videocassete VHS quando foi lançado e um dos primeiros filmes que comprou foi este, ele dizia que seria muito importante para o meu futuro  prestar atenção naquele filme. Da forma que amava meu pai como o maior herói, assisti este curta umas trocentas e quarenta e três vezes...

Eu guardei esta fita e fiz várias cópias para diversos amigos, mas a minha maior alegria foi vê-la ao lado de meu finado filho, lembrando de meu pai.
Reminiscências à parte, mais de meio século depois, segue mantendo um grande valor didático pese à evidente perda de frescor. Agora que as crianças estão de férias e dispõem de muito tempo livre (com frequência desperdiçado em frente a TV) pode ser um bom momento para que seus filhos descubram que o pato Donald também pode ser um divertido professor de matemática.

Quinze anos sem Carl Sagan


Hoje faz quinze anos que Carl Sagan nos deixou, um dos mais conhecidos e bacanas divulgadores científicos dos últimos anos, que nos fez ver que é possível explicar coisas complicadas de maneira simples e acessível, em especial graças a Cosmos: uma viagem pessoal. Calcula-se que esta série foi vista nos anos 80 por mais de 400 milhões de pessoas em 60 países diferentes; e por isso muitos esperamos ansiosos a atualização da série, prevista para 2012, que será apresentada por Neil DeGrasse Tyson.

O Hubble consegue captar a extrema violência do processo final de formação de uma estrela


O telescópio espacial Hubble conseguiu captar em todo seu esplendor a extrema violência do processo de formação de uma estrela em sua última etapa, aquela onde se rebela contra sua nebulosa.

Na imagem pode-se apreciar uma nuvem gigante de hidrogênio iluminada pelo brilho de uma nova estrela, a qual os pesquisadores denominaram como S106 IR e que expele material a grande velocidade sobre o gás e o pó que se encontram a seu ao redor. Dito material é o responsável por sua característica forma de relógio de areia, além de gerar as turbulências e altas temperaturas do hidrogênio que contém.

A estrela tem uma massa de 15 vezes maior que a do Sol e se encontra nas fases finais de seu nascimento, motivo pelo qual os cientistas esperam que logo se acalme para entrar na etapa adulta de sua vida estelar. Foi catalogada pelo astrônomo Stewart Sharpless nos anos 50 e encontra-se localizada na constelação de Cygnus.

Infelizmente não está legendado, mas ainda que não saiba o idioma bretão, vale a visualização das sensacionais imagens.

Via | Hubble.

O que acontece se um avião receber um raio em pleno vôo?


Para começar, as chances de um raio atingir um avião são muito pequenas. Mas, se essa raridade acontecer, provavelmente o avião sairá ileso. Isso se deve ao revestimento de metal que protege a fuselagem das aeronaves. Como o metal é um ótimo condutor de eletricidade, a corrente elétrica contornará a fuselagem e será descarregada na mesma direção da trajetória inicial do raio. Tudo isso sem comprometer a estrutura interna do avião e seus passageiros.
Abaixo, segue um surpreendente vídeo de um avião recebendo uma descarga elétrica de milhares de Volts e saindo são e salvo:




É importante lembrar que raios também podem partir de uma nuvem em direção à outra nuvem e do solo em direção à uma nuvem, e não apenas de uma nuvem em direção ao solo.
Simpático produto para promover os sopradores de folhas de jardins -um dos piores inventos de todos os tempos, capaz de colocar a sujeira do solo diretamente na área mais profunda de sua fossa lagrimal-: o calendário que corta e deixa cair suas folhas automaticamente conforme decorrem os dias, demonstrando a necessidade de que todos temos de adquirir (não temos não) um soprador de folhas.

Nova Iorque em Tilt-shift


Este vídeo mostra um dia quotidiano em Nova York através da técnica tilt-shift, que simula estar capturando coisas em miniatura quando na verdade são a realidade que nos rodeia.

20 Nao Robôs em uma bela coreografia


Coreografia de 20 Nao Robôs
A primeira associação que a gente faz é com seres humanos fazendo a mesma coreografia com uma perfeita sincronia que surpreende qualquer pessoa. Depois a gente se dá conta que são robôs programados para fazerem exatamente aquilo. Ainda assim é muito bacana ver como tudo funciona perfeitamente. Excelente distração para os pequenos, eles ficarão hipnotizados ao verem os robôzinhos dançando. Veja:

O vídeo dos três anos de exploração marciana do Opportunity


Em três anos, a Opportunity só percorreu 20 míseros quilômetros, desde a cratera Vitória até a Endeavour. Mas seguramente estes são os 20 quilômetros mais apaixonantes da história da Astronomia.

Neste vídeo a NASA recopilou 309 das centenas de fotografias feitas por este veículo, e assim é possível ter uma ideia em três minutos do que foi encontrando pelo caminho.


Opportunity é o segundo dos dois veículos robóticos da NASA que aterrissaram (ou seria amartissaram?) com sucesso no planeta vermelho, concretamente em 25 de janeiro de 2004.

Fonte - Leia mais: http://www.ndig.com.br/