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29 de fev de 2012

Eu tenho 15 pessoas vivendo dentro de minha cabeça - vídeos, no final do texto revelarão maiores detalhes


DESCULPEM-ME SE OS TEXTOS LONGOS MAS É NECESSÁRIO PARA UMA MELHOR COMPREENSÃO

A psicofonia é uma mediunidade das mais conhecidas do mundo, pois notamos sua função em toda parte: nos tratamen¬tos psiquiátricos, nas tribunas, nos conselhos, nas decisões de guerra e de paz, nos botequins, nas pregações evangélicas e nos revoltosos, nos desastres das rodovias, nos assassinatos e nos assaltos. É muito comum nos cirurgiões. E os espíritas são conscientes dessa manifestação. Também conhecida como mediunidade de incorporação, é o mais natural dos fenómenos da vida, porque nele deparamos com o revigoramento das coisas afins, doando e recebendo energias compatíveis com as necessidades.
Pode-se ver, pela observação comum, que energia incorpora em energia, fecundando uma existência; que amor faz simbiose com amor, avolumando a esperança; caridade se eterniza com caridade, na manifestação de maior alegria espiritual; perdão coaduna-se com perdão, na mais alta fraternidade e a paz se encontra com a paz, para que o trabalho se harmonize. Isso tudo é incorporação de um para com o outro, para a luz da própria vida; Os nossos pensamentos incorporam-se em outros pensamentos idênticos, para materializar o que desejamos. Isso tudo é mediunidade em outra esfera, mas é intercâmbio no silêncio da natureza. Não obstante, devemos tratar, com mais saliência, a mediunidade psicofônica, de inteligência com inteligência e, por ela, analisar as consequências dessa faculdade, pelos modos que ela se apresenta.
A incorporação de um espírito em um médium que tem essa faculdade se processa por variados meios. Não podemos determinar que seja desta ou daquela maneira, como se fabricam objetos, usando formas. Ela é de natureza elástica, obedece a escala evolutiva das criaturas. Cada médium situa-se em uma dimensão. Assim, também o espírito que se comunica por inter¬médio dele.
O momento de incorporação de uma entidade num médium depende de muitas incidências, do ambiente, dos com¬panheiros e da disposição do próprio medianeiro. um médium bom hoje, pode ser ruim amanhã.
A incorporação do espírito de luz não tira totalmente os sentidos do médium em função. Ele domina as suas faculdades e o médium adestrado entrega-se suavemente ao visitante do bem, para expor as suas ideias renovadoras. Os centros de força se acoplam uns aos outros em uma harmonia sublimada e, no caminho das vibrações, as ideias do comunicante tornam-se palavras, onde a boca do intermediário amplifica os pensa¬mentos em ordem, do companheiro desencarnado.
Esse tipo de comunicação pode se chamar de mediunidade benfeitora, tanto para quem ouve, como, e muito mais, para quem serve de instrumento de quem fala. As emoções internas do médium são indescritíveis, porque tudo vibra nas duas perso¬nalidades em perfeita conexão, e mesmo o comunicante que alcançou a esfera divina, encontra, nesse exercício de inter¬câmbio, uma renovação de forças e um bem-estar indescritível.
O espírito de esfera superior é amável nos seus gestos e gracioso no falar. Diz a verdade com brandura e nos ajuda a modificar-nos, tirando-nos da ignorância com suavidade, sem alterar nem impor suas ideias. No entanto, a sua presença nos encanta e desperta em nós o interesse de melhorar.
O mensageiro das trevas age contrariamente ao que se observa na comunicação do espírito elevado e ainda existem muitas outras comunicações intermediárias, cabendo a quem ouve analisar e escolher a que seja favorável ao bem.
Certas possessões é que tiram quase totalmente a razão do médium, mas este precisa estar em plena sintonia com o possessor. Mais de noventa por cento dos médiuns desequili-. brados são teleguiados. Os espíritos os dirigem por telepatia, usando com grande habilidade esses meios de transmitir ideias Os espíritos trevosos tentam infiltrar esse sistema de comu¬nicação à distância, mesmo para os médiuns de grande equi¬líbrio, sempre procurando brechas. Por isso, dizemos que a vigilância é a eterna âncora da paz.
Sensitivos existem muitos. Em todas as esquinas os encontramos. Mas o que procuramos são médiuns que já passaram pelo vestibular da dor e do Evan¬gelho, e que não se esquecem do Cristo nos seus pensamentos, palavras e obras. Estes são raros, mas são estes que vão levan¬tar a bandeira da luz nesta grande nação, para a renovação do mundo inteiro.

É muito importante ler esta entrevista antes de ver os vídeos. Hermínio foi quem escreveu o livro CONDOMÍNIO ESPIRITUAL que fala sobre o que se passa com que acontece com a pessoa nos vídes.

Entrevista com Hermínio C. Miranda

Folha Espírita
(Esta Entrevista foi publicada recentemente na Folha Espírita)
FE: Quando e como foi que o senhor fez sua opção pelo Espiritismo?


Hermínio Miranda: Não fui levado ao Espiritismo por crise existencial ou sofrimento, mas pela insatisfação com os modelos religiosos à minha opção. Alguém – mergulhado em transe anímico regressivo – me diria mais tarde que eu não aceitava tais propostas porque, de alguma forma que não me foi explicado, eu sabia que ali não estava a verdade que eu buscava. Essa atitude de reserva e até de rejeição contribuiu, acho eu, para retardar minha descoberta da realidade espiritual.
Um episódio irrelevante em minha vida desencadeou o processo. Eu quis, no entanto, entrar pela porta da frente. Consultei, para isso, um amigo de minha inteira confiança e ele me indicou com primeira leitura os livros da Codificação. Acrescentou os nomes de Gabriel Delanne e de Léon Denis e me disse, como que profeticamente: “Daí em diante, você irá sozinho”.
A surpresa começou com O Livro dos Espíritos. Inexplicavelmente, eu tinha a impressão de haver lido aquele livro antes, mas onde, quando? Antecipava na mente o conteúdo de numerosas respostas . Anos depois, ficaria sabendo que outras pessoas viveram experiência semelhante, entre elas, o respeitável e amado dr. Bezerra de Menezes.

FE: Desde quando o senhor escreve sobre o Espiritismo?


Hermínio Miranda: Comecei a escrever regularmente para o “Reformador e, em seguida, para outras publicações doutrinárias. Permaneci como colaborador assíduo do órgão oficial da FEB até 1980. Meus textos eram assinados nessa primeira fase, com as iniciais HCM. Posteriormente, o amigo dr. Wantuil de Freitas, presidente da FEB, me pediu que arranjasse um pseudônimo para evitar que dois ou mais artigos saíssem com o mesmo nome em um só número da revista. Foi assim que “nasceu” “João Marcus”.
A partir de 1976 começaram a sair os livros. Diálogo com as sombras foi o primeiro. Para alegria minha, foi bem recebido

FE: O senhor tem hoje quase 40 livros publicados. Como analisa sua obra?


Hermínio Miranda: Costumo dizer que boa parte de meus livros é voltada para o meio espírita. Diálogo com as sombras, Diversidade dos Carismas, bem como a série sob o título genérico Histórias que os espíritos contaram” são exemplos desse tipo de livro que dificilmente leitor e leitora não-espírita tomariam para ler. Sempre achei, contudo, de meu dever escrever livros que, sem excluir o leitor espírita, pudessem interessar também o leitor não-espírita. Estão nesse caso,A memória e o tempo, Alquimia da Mente, Autismo – uma leitura espiritual, Nossos filhos são espíritos, Condomínio espiritual e As mil faces da realidade espiritual. Parece que o plano deu certo, pois essas obras atendem a dois objetivos: o de mandar nosso recado para além das fronteiras espíritas e, ao mesmo tempo, abordar assuntos não especificamente espírita com enfoque doutrinário, sem contudo, fazer pregação ou com intuito meramente arregimentador. Na minha opinião, a gente deve ir ao Espiritismo se e quando quiser e por suas próprias pernas, ou seja, sem ser “arrastado”.

FE: O senhor tem idéia de quantos exemplares de seus livros foram vendidos até agora?


Hermínio Miranda: A repórter de uma grande revista semanal brasileira me fez, há tempos, essa mesma pergunta e muito se admirou por não ter eu condições de respondê-la. Continuo sem saber. Cheguei a tentar, mas não obtive a informação desejada. A razão disso está, em parte, no fato de que os direitos autorais da grande maioria de meus livros são doados a diversas instituições, como à FEB, ao Lar Emmanuel, do Correio Fraterno do ABC, a OCaminho da Redenção (Divaldo), ao Centro Espírita “Amantes da Pobreza, de “O clarim, ao Centro Espírita Léon Denis. Com os rendimentos auferidos pelos livros publicados pela Lachâtre mantemos nosso próprio serviço social numa favela do Rio de Janeiro.

FE: E quais os de sua preferência?


Hermínio Miranda: Creio ser difícil para qualquer autor dizer de que livro ou livros gosta mais. É como perguntar a um pai ou mãe, qual ou quais os filhos e filhas de suas preferências. Penso que a gente gosta de todos por motivos diferentes. Tanto quanto é possível considerar minha obra com um mínimo de objetividade e isenção, gosto de Nossos filhos são espíritos, pela surpreendente aceitação que encontrou dentro e fora do movimento espírita, o que também aconteceu com Autismo – uma leitura espiritual. Livros como Cristianismo – a mensagem esquecida, As marcas do Cristo, O evangelho gnóstico de Tomé, Os cátaros e a heresia católica, pela forte ligação emocional que tenho com a temática do cristianismo primitivo. Sobre as explorações intelectuais em território fronteiriço com o do Espiritismo, citaria A memória e o tempo, Alquimia da Mente e, novamente, por motivação diferente da anterior, Autismo – uma leitura espiritual.
Como se vê, isto não é propriamente uma lista de preferências, mas uma análise de cada grupo de livros, classificados por assuntos de minha preferência. Sobre a qualidade e o conteúdo dos livros, no entanto, prefiro que fale o público leitor.

FE: Além de seus próprios livros, o senhor tem feito algumas traduções. Qual o critério adotado na seleção das obras traduzidas?


Hermínio Miranda: Tenho dito que prefiro escrever meus próprios livros do que traduzir os alheios. É verdade, mas, às vezes, me vejo envolvido numa tradução motivado por fatores que diria imponderáveis, circunstanciais ou subjetivos. Não sei definir os critérios que me levaram a esse envolvimento. Cada caso é um caso.

FE: O que pensa o senhor do Espiritismo na sua interação com o mundo contemporâneo?


Hermínio Miranda: Prefiro reformular a pergunta: O que se pode dizer acerca da interação da realidade espiritual com o mundo contemporâneo? Isso porque, no meu entender, não há uma rejeição ou indiferença em relação ao Espiritismo especificamente, mas à realidade que a Doutrina dos Espíritos ordenou e colocou com simplicidade e elegância. O Espiritismo continua sendo um movimento minoritário, até mesmo no Brasil, justamente considerado o país mais espírita do mundo. Como se percebe, a massa maior das pessoas ainda prefere uma das numerosas religiões institucionalizadas e tradicionais. Ou a aparente liberdade que proporcionaria a descrença, que não tem compromisso com coisa alguma senão com a própria negação. O que, no fundo, e também uma crença (na descrença).

FE: O senhor tem algum projeto literário em andamento?


Hermínio Miranda: Acho que projetos o escritor sempre os tem. Eu também; talvez mais do que deveria ou poderia ter. No momento, traduzo The sorry tale, discutido livro mediúnico da autora espiritual que se identificou como Patience Worth, ao escrevê-lo através da médium americana conhecida como Sra. Curran, a partir de 1918. Além de ser um fenômeno literário, a história se passa no tempo do Cristo, da noite em que ele nasceu até o dia em que foi crucificado. É espantoso o conhecimento que a autora espiritual revela da época: a geopolítica, os costumes, a sociologia, a religião, a história e tudo o mais. O tratamento respeitoso e amoroso que ela dá à figura de Jesus é comovente. O livro é considerado um fenômeno exatamente por esse grau de erudição histórica e pelo fato de ter sido escrito num inglês um tanto arcaico, o elizabetano do século 17, que faz lembrar Shakespeare e, por isso mesmo, um desafio para o tradutor. A entidade justifica essa linguagem arcaica exatamente para provar que a obra não era da médium, uma jovem senhora dotada de escassos conhecimentos.

FE: Como o senhor escolhe os temas que desenvolve em seus livros, considerando-se a variedade dos assuntos neles abordados?


Hermínio Miranda: Outra pergunta para a qual não tenho resposta objetiva. Às vezes (Ou sempre?) me fica a impressão de que não fui eu que escolhi os temas; eles é que me escolheram.

FE: Seu livro mais recente – Os cátaros e a heresia católica – aborda uma doutrina medieval bastante parecida com o Espiritismo. Diga-nos algo sobre isso.


Hermínio Miranda: O estudo sobre os cátaros esteve em minha agenda cerca de 25 anos. Até que chegou o momento em que a própria obra “entendeu” que chegara a hora de ser escrita. Em parte, porque o tema exigia extensas e aprofundadas pesquisas na historiografia especializada francesa. Além disso, procurei sempre obedecer nos meus estudos uma escala de prioridades.
Não há dúvida de que o catarismo foi um dos mais convincentes precursores do Espiritismo. Antes dele, o mais promissor e bem articulado foi o movimento gnóstico. A inteligente doutrina cátara foi elaborada a partir do Evangelho de João, de Atos dos Apóstolos e das Epístolas, principalmente as de Paulo. Tive algumas surpresas como a de encontrar referências ao Consolador, que, com tanto relevo figura na Doutrina dos Espíritos. E mais: reencarnação, comunicabilidade entre as duas faces da vida, o despojamento dos cultos, sem rituais e sem sacramentos a não ser o do “consolamentum”. Seu propósito era o de um retorno à pureza original do cristianismo. E por isso, morreram nas fogueiras da Inquisição.

FE: O senhor tem obras não-espíritas publicadas?


Hermínio Miranda: No início de minha atividade literária, na distante mocidade, escrevi alguma ficção. Nada de que me possa orgulhar, ainda que tenha sido premiado em concursos literários e ter tido acesso a importantes publicações brasileiras. Um desses escritos mereceu crítica bastante lisonjeira de significativos escritores como Eloy Pontes (O Globo), Monteiro Lobato e o temido e respeitado Agripino Griecco (estes dois em cartas ao autor). Logo compreendi, contudo, que meu caminho não passava por ali, embora o instrumento de trabalho – a palavra escrita – fosse o mesmo.

FE: Sabe-se de sua limitada atividade como orador, expositor, palestrante ou conferencista. Por que isso?


Herminio Miranda: Considero-me orador medíocre. E nem me esforcei em desenvolver esse improvável talento, por duas razões: Primeira – sempre sonhei e desejei tornar-me escritor. Sinto-me à vontade com as letras. Segundo – que, no meu entender, não faltam bons oradores, expositores e conferencistas no meio espírita. Eu nada teria a acrescentar ao excelente trabalho que eles e elas têm feito nesse sentido.

FE: Como tem sido sua atividade em grupos mediúnicos?



Hermínio Miranda: Durante quase 40 anos participei de trabalhos mediúnicos em pequenos grupos. A parte mais importante de minha obra surgiu da experiência adquirida nessa tarefa. Sou grato aos amigos espirituais que guiaram meus passos nessa nobre e difícil atividade, bem como aos companheiros encarnados – médiuns e demais participantes – e às numerosas entidades com as quais dialogamos no correr de todo esse tempo. Costumo dizer com toda sinceridade e convicção que muito mais aprendi com os chamados “obsessores” do que lhes ensinei, se é que o fiz.

FE: Dispomos hoje de computadores, Internet, e-mail e outras tecnologias destinadas a facilitar a pesquisa. De que forma o senhor deu conta de seu trabalho sem o aparato de hoje?


Hermínio Miranda: O computador me tem sido valioso instrumento de trabalho. Não tanto nas pesquisas, mas na tarefa mesma de escrever. No tempo da falecida máquina de escrever, os textos eram penosamente datilografados, corrigidos à mão ou na própria máquina e posteriormente passados a limpo, duas ou três vezes.
Não uso muito a Internet para pesquisa, a não ser quando se torna necessária alguma informação adicional especializada. Ou quando à cata de livros. Isso porque, no meu entender, nada substitui o livro como objeto de estudo, consulta e citação. Obras como as que escrevi sobre o autismo, por exemplo, ou sobre os cátaros ou Alquimia da mente, exigiram preparo maior que só uma boa bibliografia em várias línguas poderia suprir. Em suma, por mais que os entendidos da informática desaprovem, o computador é, para mim, uma excelente e sofisticada máquina de escrever.

FE: Qual deve ser a postura espírita diante da antiga dicotomia e até confronto entre religião e ciência?


Hermínio Miranda: De serenidade e confiança. Não há o que temer. Ao lado de cientistas que têm procurado minimizar ou até demolir aspectos fundamentais da realidade espiritual, temos também, outros tantos que produziram e continuam a produzir impressionante volume de trabalhos científicos que demonstram a validade do modelo adotado pela Doutrina dos Espíritos. Dizem nossos amigos advogados, que o ônus da prova cabe a quem acusa. Que se prove, então, que essa realidade é uma balela ou uma fantasia. Kardec teve a corajosa serenidade de ensinar que a Doutrina teria de estar preparada até para mudar naquilo que fosse demonstrado estar em erro. O que não aconteceu em quase século e meio. Deixou igualmente claro que o Espiritismo é uma doutrina evolutiva e, portanto, aberta e atenta a todos os ramos do conhecimento. Ou seja, não deve deixar-se congelar dentro de um rígido modelo ou procedimento que o isole do que se passa “lá fora” de seu território ideológico.

FE: Assuntos como clonagem, que vêm ganhando espaço na mídia, devem ser tratados pelos espíritas?


Hermínio Miranda: Não tenho dúvidas de que a temática da clonagem nos interessa para estudo e tomada de posição, mesmo porque perguntas sobre esse fenômeno estão sendo dirigidas a nós. “O que você acha disso?” – perguntam-nos.
Em artigo intitulado “Xerox de gente” (“Reformador”, julho de 1980) cuidei do assunto, bem como, em outras oportunidades, da criogenia e do transplante. Este, por exemplo, foi tema proposto por Deolindo Amorim, em estudo, do qual participei, no Instituto de Cultura Espírita.
Antes disso, em dois artigos intitulados “O homem artificial”, publicados no antigo “Diário de Notícias”, do Rio, entendia eu o seguinte, em conclusão “...o que se chama um tanto pomposamente de criação do homem em laboratório, se reduz, a uma análise fria do problema, à criação de condições materiais à atuação de um espírito reencarnante.” (Ver De Kennedy ao homem artificial, de Luciano dos Anjos e meu, FEB 1975, p. 285).
O problema, portanto, situa-se no açodamento irresponsável de interferir nos mecanismos naturais testados, aprovados e consolidados ao longo dos milênios. Irresponsável porque não estão sendo levados em conta os aspectos éticos necessariamente envolvidos em tais pesquisas. Pensa-se, por exemplo, em criar com a clonagem, um “estoque” de “peças de sobressalentes” destinadas a repor as que se desgastarem pelo uso e abuso praticados no corpo da pessoa que forneceu o material genético.
A técnica de congelar cadáveres – criogenia – parte do pressuposto de que a ciência venha a desenvolver no futuro, procedimentos e medicamentos capazes de curar as mazelas de que morreram as pessoas. E os espíritos? “Onde” ficam? Sob que condições? Até quando? Disso, ninguém cuida, pois a entidade espiritual acoplada àquele corpo é totalmente ignorada. Por ignorância mesmo, aquela que não sabe e não quer saber, por mais cultos que sejam os que realizam tais experimentações.
Sobre esse tema, escrevi, ainda, há cerca de 30 anos – não tenho, no momento, como precisar a data – um artigo intitulado “Uma ética para a genética”—uma espécie de pressentimento sobre o que estamos agora testemunhando.
Em resumo: os espíritas devem, sim, acompanhar a movimentação de idéias, fatos, estudos e pesquisas, no mínimo para se informarem do que se passa e para que continuem confiando nas estruturas doutrinárias que adotaram.

FE: Gostaríamos que falasse sobre Chico Xavier e seu papel no contexto espírita.


Hermínio Miranda: Não há muito que dizer. Chico é uma unanimidade. Portou-se com bravura e digna humildade. Anulou-se como pessoa humana, para que por ele falassem seus numerosos amigos espirituais. Não há dúvida de que ampliou os horizontes desvelados pela Doutrina dos Espíritos, sem por em questionamento nenhum de seus princípios básicos; pelo contrário, os confirmou, sempre olhando para frente. O trabalho que nos chegou através dele demonstra que se pode expandir os horizontes da Doutrina dos Espíritos sem a mutilar.

FE: Que acha o senhor do movimento espírita brasileiro? Vai bem?


Hermínio Miranda: Não me considero com autoridade suficiente para uma avaliação do movimento espírita. Por contingências profissionais, não me foi possível participar dele como o desejaria, mas não apenas por isso. Tive de fazer uma opção e toda opção tem certo componente limitador, porque exclui outras. Minha prioridade era escrever. Isso tem sido uma espécie de compulsão, por ser, creio eu, a principal tarefa que me teria sido confiada ao me reencarnar. E para escrever, você precisa ler, ler muito, estudar, pesquisar, meditar, organizar suas idéias e expô-las de modo consistente. Não me teria sido possível fazer tudo isso em adição ao intenso trabalho profissional e às tarefas que, porventura, me fossem confiadas no movimento.

FE: Os princípios básicos da Doutrina Espírita já eram conhecidos na Antiguidade. Quais as civilizações que mais contribuíram para a formação desse patrimônio cultural?


Hermínio Miranda: A pergunta é muito ampla para as limitações de uma simples entrevista. É certo, porém, que os fenômenos de que se ocupa a doutrina são tão antigos quanto o ser humano. O aspecto que me parece mais relevante, neste caso, é o de que a realidade espiritual sobre a qual se assenta a Doutrina dos Espíritos já estava contida nos ensinamentos de Jesus e foi ele próprio que dirigiu a equipe que trabalhou com Kardec.

FE: Como o senhor considera o papel de Allan Kardec na elaboração dos livros básicos da Codificação?



Hermínio Miranda: Seria ocioso repetir o que já sabemos. O papel dele foi fundamental na elaboração dos livros básicos. Sua percepção da relevância do que estava acontecendo com as mesas girantes, sua capacidade para ordenar todo o material que lhe foi entregue, digamos, em estado bruto, em simples cadernos de anotações e a sensibilidade para formular suas perguntas dentro de um esquema racional e seqüencial, evidenciam o acerto de sua escolha para delicada tarefa.

FE: Fala-se e se escreve muito no meio espírita sobre os três aspectos da Doutrina dos Espíritos. Qual a sua posição nessa questão?


Hermínio Miranda: Não me sinto atraído por debates ou polêmicas, como o que às vezes se armam em torno de questões como essa. Está claro, para mim, que o Espiritismo tem sua vertente filosófica, a científica e a religiosa. Ao falar sobre isso, tenho em mente Religião com maiúscula; com todo o respeito devido, não me refiro às várias denominações cristãs contemporâneas. Mesmo porque o Cristo não fundou religião alguma – ele se limitou a pregar e exemplificar uma doutrina de comportamento, ou seja, como deve o ser humano portar-se perante o mundo, a vida, seus semelhantes e, em última análise, diante de si mesmo e da divindade. Ao que sabemos, jamais o Cristo cogitou de saber se sua doutrina devia ou não ser caracterizada como religião. E, no entanto, é religião, no seu mais puro e amplo sentido, de vez que cuida de nossa relação com as leis divinas. Minha opção prioritária, por assim entender, é pelo aspecto religioso do Espiritismo, sem, contudo, ignorar ou minimizar os demais. Nada tenho e nem poderia ter, contra os que pensam de modo diferente. Não vejo como nem por que disputar coisas como essa. Tenho eu de desprezar, combater, hostilizar, odiar e até eliminar aquele que não pensa exatamente como eu?
Se você prefere cuidar do vetor científico ou do filosófico, tudo bem.
Solicitado, certa ocasião, a um pronunciamento dessa natureza, entreguei pessoalmente ao eminente e saudoso companheiro dr. Freitas Nobre, um pequeno texto sob o título “Problema inexistente”, que ele mandou publicar em “Folha Espírita”. Por que e para quê todo esse debate? Começa que a posição a ser assumida ante o problema depende da conceituação preliminar do que se entende por religião. De que tipo de religião estaríamos falando?

FE: Como o senhor situa o pensamento do Cristo no contexto da Doutrina Espírita?


Hermínio Miranda: Kardec sabia muito bem o que fazia ao adotar a moral do Cristo. Afinal de contas e, ainda repercutindo a temática da pergunta anterior, o Espiritismo nos pede mais, em termos de comportamento e reforma íntima, do que a ciência e a filosofia. Há quem me considere místico, mas o rótulo não me incomoda; ao contrário, acho-o honroso e o aceito assumidamente. Não consigo imaginar minha vida – e a vida, em geral – sem os ensinamentos do Cristo. Como sou um obstinado questionador, tenho, pelo menos, duas perguntas a formular: “Que é ser místico?” E, antes dessa: “O que é misticismo?” Um amigo meu, muito querido, costumava dizer-me isso, naturalmente, sem a mínima conotação crítica, como quem apenas enuncia um fato. Regressou antes de mim ao mundo espiritual. Passado algum tempo, manifestou-se em nosso grupo mediúnico e entre outras coisas, me disse: “Você é que estava certo.”

FE: Qual é a sua formação profissional?


Hermínio Miranda: Minha formação profissional é em Ciências Contábeis, função que exerci na Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda, a partir de 1948, em Nova York (entre 1950 e o final de 1954) e, posteriormente, no Rio de Janeiro, de 1957 a 1980, quando me aposentei. Devo acrescentar que no decorrer dos últimos 22 anos, estive sempre no exercício de cargos executivos no primeiro escalão da empresa ou no segundo.

FE: Deixamo-lo à vontade para algo mais que queira acrescentar.


Hermínio Miranda: Certa vez fui convidado por uma freira, amiga da família, para um encontro com seus alunos de teologia numa universidade brasileira. No dia e hora marcados, lá estava eu. Ela é doutora em teologia e sabia, naturalmente, de minhas convicções, e foi por isso mesmo que me convidou, concedendo-me oportunidade de verificar o quanto sua mente é arejada e despreconceituosa. Perguntei-lhe sobre o que ela desejava que eu falasse. Ela propôs dois pontos: a reencarnação e como o Espiritismo considerava a figura de Jesus. Dito isso, foi sentar-se modestamente entre seus alunos e, como eles e elas, formulou várias perguntas. Passamos ali, umas duas horas numa conversa fraterna, animada e desarmada.
Digo que ela escolheu bem os temas, porque, na minha maneira de ver, a reencarnação é o cimento que mantém os diversos aspectos da realidade espiritual consolidados num só bloco. Uma vez admitida a reencarnação, tudo o mais se encaixa no seu lugar com precisão milimétrica. Isso porque, sendo como é uma realidade por si mesma, uma lei natural e não objeto de crença ou de fé, a reencarnação pressupõe existência, preexistência e sobrevivência do ser à morte corporal, bem como a lei de causa e efeito, que regulamenta nossas responsabilidades perante a vida. Mais: a reencarnação exclui do modelo dito religioso, qualquer possibilidade ou necessidade de céu, inferno ou purgatório como “locais” onde se gozam as benesses da vida póstuma ou se sofrem as conseqüências de erros e equívocos cometidos. Do ponto de vista da teologia dita cristã contemporânea, portanto, a reencarnação é uma doutrina subversiva, no sentido de que desmonta todo um sistema teórico de idéias e conceitos tidos por irremovíveis.
Quanto ao Cristo, não há o que discutir, é a mais elevada entidade que passou pela terra.
Acho que a ilustrada irmã gostou da minha fala, dado que algum tempo depois, me convidou novamente, desta vez para falar a um grupo de sacerdotes católicos já ordenados e seminaristas em final de curso. Que também foi uma conversa amena, fraterna e franca.
(Publicado no Boletim GEAE Número 460 de 29 de julho de 2003 )
AGORA ASSISTAM AOS 4 VÍDEOS E ENTENDA O QUE É UM CONDOMÍNIO ESPIRITUAL, PARA QUEM QUER SE APROFUNDAR NO ASSUNTO LEIAM O LIVRO “CONDOMÍNIO ESPIRITUAL” DE AUTORIA DO HERMÍNIO C. MIRANDA  -  EXCELENTE PARA ENTENDER SOBRE PERSONALIDADES MÚLTIPLAS, O QUE OCORRE TODOS OS DIAS EM NOSSA FRENTE E NÃO ENTENDEMOS O QUE SE PASSA.

A dor e o remédio



A dor e o remédio


Muitos de vós reclamais dos obsessores que os acompanham em suas vidas, porém, poucos, muitos poucos, fazem o verdadeiro exercício que afasta más companhias espirituais e atrai as boas.

Refiro-me ao trabalho diário no bem e amor verdadeiro
Meus irmãos! Enquanto estiverdes sintonizados nas faixas do mal, tenham certeza que terão companhias de irmãos cujo pensamento e vibração são análogos a vocês. Por isso, não adianta reclamar.
Somos nós os responsáveis por tudo o que atraímos em nossas vidas. Contudo, às vezes, a obsessão é permitida por Deus para que retomemos o caminho do amor e do bem.


Por que o Pai Maior consente isso? Porque em sua misericórdia infinita, Ele, que tudo vê e sabe, deixa que a dor transforme nossa conduta, bem como, nossas ações diárias  
Na maioria das vezes, dado o nosso orgulho e vaidade, resta à dor como remédio para nos transformar.
Portanto, meus irmãos, as dores, espirituais e físicas, existem para mudar nossas atitudes e ações contrárias ao bem.
Por isso, não podemos e nem devemos maldizer o Criador, quando padecemos por nossa culpa pessoal.
Por exemplo, um criminoso é preso e fica detido por anos sob quatro paredes, em seguida, ao término de sua pena é solto.
O mesmo ocorre com cada um de nós, muitas vezes, dado a nossa capacidade de permanecermos aferrados ao mal, resta apenas a dor como remédio amargo para alterar ou mudar condutas que são contrárias à Lei de Amor.


É dessa forma que o Criador Celeste, que tanto nos ama, a cada um propicia a corrigenda necessária. 
Então, de nada adianta procurar uma Casa Espírita, que segue os ensinamentos de Jesus, se não mudarmos nossos comportamentos e atitudes.
Quero dizer ainda: há pouco tempo, um irmão espiritual, veio até nós rogando amparo e ajuda espiritual.
De imediato, solidarizei-me com seu pedido de socorro, contudo, meu sábio orientador disse que não era momento de acolhê-lo.
Fiquei muito incomodado com a situação, no entanto, vim a saber, caso ele fosse aceito traria perturbações ao grupo.
No dia seguinte, o orientador pediu que eu visualizasse aquele irmão atentamente.

Fiz isso por alguns minutos, em seguida, na testa, percebi alguns chifrinhos, que tinham forma de cobras. Na altura do plexo solar, vi vermes horripilantes.
Nesse instante, percebi toda a extensão da misericórdia de Deus.
Meus irmãos, somente fazendo o bem verdadeiro é que somos merecedores das benesses divinas.
O Pai, que é amoroso, pede-nos: Que o amemos e o outro como a nós.
Portanto, fiquem com a paz do Celeste Benfeitor e pensem amorosamente em tudo que lhes é digo.



AS MÚLTIPLAS FACES DA OBSESSÃO -- RAUL TEIXEIRA



Rastros do leão - pegadas nas estrelas

 

RASTROS DO LEÃO, PEGADAS NAS ESTRELAS!

"Os estudos sobre a mesa, os olhos no acicate do firmamento, nos emborcados cristais da geometria, enquanto o sangue intestinal do homem morto a coronhadas escorria pelos degraus, chupado por verdes enxames de moscas que cintilavam"

(Pablo Neruda - Canto Geral)

Uma câmera automática solitária, postada no solo da Lua, registrou a partida da Apollo-17, em 1972, deixando atrás de si um caríssimo veículo de locomoção (Rover), utilizado pelos seus Astronautas nas EVA's (Extra Vehicular Activities - "Atividades Extra-veiculares"). Por que abandonar assim algo cujo custo é de alguns milhões de Dólares, estragando-se na poeira lunar - algo que, além de ser totalmente desmontável, poderia ser levado de volta e também reutilizado em futuras missões? Não faz sentido, a menos que lembremos daquela espantosa revelação que Richard C. Hoagland fez no seu excelente livro DARK MISSION: - ou seja, cumprindo um ritual essencialmente mágico, a NASA sempre deixa nas suas missões uma oferenda aos Antigos Deuses do Egito - os Deuses de Órion!

Faz sentido, simplesmente porque os Deuses do Antigo Egito são metáforas muito relevantes, representam Forças Universais atuantes, - metáforas que velam por muitos mistérios - mistérios estes muito antigos e profundos, os quais somente agora começamos de modo timidamente a desvendar. Pois - e assim rezam as mais Antigas Tradições - os Deuses Egípcios não morreram, estão apenas "adormecidos", não nos abandonaram totalmente. E quem sabe se eles, os verdadeiros "Deuses das Estrelas" ainda estejam de algum modo nos protegendo, e de alguma forma, possuam ESTREITAS ligações para conosco?

Uma vez que são metáforas e mistérios que escondem segredos pertinentes às grandes e prodigiosas civilizações que nos precederam - como, por exemplo, a perdida Atlântida - a qual, segundo nos dizem essas mesmas Tradições, foi fundada por seres originários de uma outra galáxia!

Orion Belt, o Cinturão de Órion. Uma região estelar intimamente associada à Sagrada Religião Egípcia - um remoto culto estelar, advindo das mais distantes estrelas e que tem, por sua vez, uma contraparte firmemente estabelecida e demarcada AQUI MESMO na Terra: a marca do LEÃO! (FOTO: © DSS Consortium/Google)

Tudo faz sentido! ÓRION e as suas brilhantes estrelas, segundo a Mitologia, "O Caçador Celeste" - por sua vez intimamente associado ao elevado simbolismo do LEÂO!....

..... E as três grandes Pirâmides de Gizé perfeitamente alinhadas em conjunto com a exata disposição das mais brilhantes estrelas do Cinturão de Órion: - as três "irmãs" Alnitak, Alnilam e Mintaka! Aliás, o grande segredo, o mais profundo mistério, aquilo que sabem mas escondem de você, é que - onde quer que se encontre na face da Terra - TODA e qualquer pirâmide, representa uma ESTRELA, uma luz no firmamento - e quando elas estão alinhadas representam um perfeito e altamente preciso MAPA DO CÉU!

E não há o que discutir quanto a isso: - uma prodigiosa e altamente evoluída civilização do passado espalhou a sua mensagem cósmica por toda a face da Terra! Nesse particular, e por sua vez, a imponente esfinge de Gizé fita o horizonte do Egito precisamente na direção do LEÃO - justamente a Constelação de Leão, o Coração do Céu, tão reverenciado pelos Antigos Sábios Egípcios! E, denotando assim uma grande antigüidade - muito maior do que aquela que nos ensinam - esse alinhamento das pirâmides, conjuntamente com a "visão" da Esfinge rumo ao Leão, eram perfeitamente orientados, numa precisão absoluta, quando essas estrelas - e essa mesma Constelação - estavam na sua exata posição celestial.... HÁ MAIS DE 10 MIL ANOS ATRÁS!

Órion e o Leão, os mais sagrados simbolismos de uma antiga e extremamente avançada civilização que habitou a face da Terra em tempos muito remotos e esquecidos! Corpo de Leão e cabeça de homem - uma mensagem profundamente tocante, mística, que atravessou os tempos, interrogativamente fitando o horizonte mais longínquo do maravilhoso Firmamento estrelado que nos cobre!

Misteriosa Esfinge! Mas terá sido mesmo uma "cabeça de homem", e por durante tanto tempo assim? Cientistas desconfiam que NÃO! Primeiramente pelo fato de o seu corpo ser tipicamente leonino. Até aí nada demais, porquanto há um elevado simbolismo nisso. Contudo, medições recentes comprovaram que nesse monumento a "cabeça de homem" é inteiramente desproporcional ao tamanho do corpo do Leão. E nenhuma da outras esfinges encontradas no Egito - como, por exemplo, a de Memphis - apresentam tal desproporcionalidade! Ficou também provado, através dessas mesmas medições, que a Esfinge é, de fato, MILHARES de anos antecedente às pirâmides! Suas laterais são erodidas pela ÁGUA, atestando assim que ela estave ali presente quando se situava um imenso lago ao seu redor, ou quem sabe mesmo um mar! Diante disso, Richard Walters, como também outros pesquisadores, sugerem que a Esfinge foi realmente esculpida sob a forma de um completo LEÃO, muitos milênios antes de as pirâmides terem sido erguidas em Gizé - essas, por seu turno, igualmente antiqüíssimas. Posteriormente, então, ela teria sido alterada com a aposição da cabeça de um faraó em substituição à cabeça original do Leão. Os motivos? Não se sabe! (ILUSTRAÇÃO: Science Frontiers)

Aliás, o mesmo e muito antigo simbolismo do Leão que está TAMBÉM (e nitidamente) presente no distante solo de Marte! (FOTO: © ESA)

Sim, pois não restam mesmo quaisquer dúvidas com relação a isso: - a imagem torna-se clara e por demais evidente: - uma perdida e muito antiga homenagem ao Coração do Céu - a sagrada imagem do Leão Celeste, o Rei do Firmamento! Uma homenagem dupla: na Terra, assim como no distante solo de Marte!.....
..... Como também iremos encontrar em Marte os MESMOS tipos de pirâmides que encontramos aqui na Terra! (FOTO: © ESA)

Pirâmides muito antigas, algumas das quais OSTENTAM INSCRIÇÕES nas suas bases, assim como o excelente livro DARK MISSION nos revelou nessa foto da intrigante Pirâmide D&M, situada em Cydonia - um complexo de monumentos também presente no enigmático e muito misterioso solo do planeta Marte! (IMAGEM: © enterprisemission.com)


E não só curiosos monumentos por todas as partes daquele planeta, como também existem estranhos sinais postados no intrigante solo marciano.... Ostentando indecifradas mensagens voltadas para o céu!

E será que você reparou com bastante atenção naqueles estranhos sinais postados no solo marciano e voltados para o espaço sideral? Acreditamos que sim, pois se o fez, terá notado uma incrível semelhança com alguns hieróglifos egípcios - ou, melhor dizendo, PROTO EGÍPCIOS - isto é, utilizados ANTES de a milenar Civilização Egípcia que conhecemos igualmente os conhecesse e deles se utilizasse! Enfim, transmitidos à Civilização Egípcia pela muito mais antiga e milenar civilização que fez daquele país uma das suas colônias mais importantes aqui na Terra! Compare com o quadro acima: - note como os caracteres postados em Marte e anteriormente mostrados guardam espantosa semelhança com os hieróglifos egípcios correspondentes às nossas letra "E", "CH" "O", "S", e assim por diante! Incrível, não?

Sem dúvida! Porém, muito mais incrível ainda (porém verdadeiro) é aquilo que podemos ver nessa outra sensacional ampliação de um detalhe de uma foto tomada pela corajosa ESA (Agência Espacial Européia) por sobre a região marciana de Iani Chaos, onde - e as próprias Agências Espaciais reconhecem isso - em tempos muito remotos uma colossal enchente varrera tudo por lá - em outras palavras ÁGUA! Aqui, gigantescos caracteres igualmente sinalizam para o espaço e - mais uma vez - nos mostrando nítidos caracteres PROTO-EGÍPCIOS - destacando-se, na elipse superior, o sinal hieroglífico correspondente à nossa letra "O"! (FOTO: ESA, marcações: abovetoposecret.com)

Sim, incrivelmente espantoso. Tudo, portanto, coincide amplamente. Não há coincidências! Principalmente quando atentarmos para o fato, já aqui demonstrado, de que existe a representação do Leão em MARTE, assim como existem ESFINGES e (ainda bem vivos) os animais leões na Terra! E principalmente se atentarmos para o fato de que existe a imensa representação de um GOLFINHO, também na misteriosa região de Cydonia, em MARTE (foto)....

.... Assim como também existem (e ainda muito bem vivos) os misteriosos golfinhos, AQUI NA TERRA....

.... Principalmente, TAMBÉM, se atentarmos para o fato de que existem colossais representações de rainhas coroadas na superfície de MARTE, como também existiram RAINHAS COROADAS. e coroadas no mesmo estilo.... NO MESMO ESTILO e precisamente no ANTIGO EGITO!

SIM, justamente por que tudo isso representa uma verdade chocante! Restos e vestígios inegáveis de uma prodigiosa civilização - HUMANA, e semelhante à NOSSA - lamentavelmente perdida e esquecida, a qual deixou as suas marcas espalhadas por toda a superfície do chamado "Planeta Vermelho"!

Do mesmo modo como também deixou as silenciosas ruínas das suas outrora portentosas cidades - ou, quem sabe, das suas colônias e instalações espaciais mais avançadas!

Ruínas intrigantes, por todos os lados, e dentre as quais iremos igualmente encontrar o simbolismo do Leão, da ESFINGE - tudo isso, ainda, na mesma e muito misteriosa superfície de Marte!....

.... Um simbolismo idêntico, aqui visto em detalhe - numa aproximação maior e realçada. Torna-se claro, nitidamente discernível um formato leonino, como também uma enorme estela postada diante desse monumento bastante expressivo! Tudo, tudo mesmo faz sentido! Devemos, então, continuar....




RASTROS DO LEÃO, PEGADAS NAS ESTRELAS! - II

"Desde o céu lutaram as estrelas, desde as suas órbitas lutaram.... A torrente os arrastou, a torrente dos dias antigos"

(JUÍZES - Cap 5, Vs. 20/21)

Nos corpos celestes mais próximos de nós sempre iremos encontrar as constantes marcas de uma antiga colonização! Voltemos então à Lua, onde um enorme - verdadeiramente colossal - e muito luminoso Domo se faz também claramente discernível em contraste com os contornos da sua esférica, porém muito irregular, superfície - uma edificação evidentemente artificial, uma obra de seres inteligentes!

Domos imensos que igualmente estão presentes no solo de Marte, também denotando as mesmas e muito antigas marcas de colonizações!

E quem disse que na Lua também não existiria uma ESFINGE, tal como existem na Terra e em Marte? Observe com bastante atenção essa foto da intrigante região de Copernicus 4....

..... E observe-a agora frente a frente! Gigantesca, sim - expressiva, como também insólita! E, note-se, uma nítida pirâmide bem ao seu lado!

Pirâmides! Tanto na Lua, quanto em Marte (foto).... as marcas indeléveis de uma grande civilização que se espalhava pelos corpos celestes mais próximos de nós!

As indeléveis marcas que ficaram das suas grandes realizações, como, por exemplo, nessa estranhas ruínas marcianas que a própria NASA muito sutilmente denominou THE INCA CITY - "A Cidade Inca"!

Aristarchus, outra vez na Lua. Também por lá, longas muralhas e antigas ruínas!

E Marte, mais uma vez. Observe essa região tomada por uma profusão de destroços mecânicos. Algo na paisagem nos chama a atenção, muito mais do que as outras estranhas coisas presentes nessa imagem.....

.... Precisamente ISTO! Uma cabeça decepada - e a qual ainda parece ostentar um tipo de capacete!....

.... E que, todavia, não é a única nesse bizarro cenário. Logo acima, na diagonal de um outro evidente destroço mecânico, podemos ver mais uma outra estranha cabeça decepada! São vestígios altamente reveladores de uma antiga destruição.

E talvez a antiga destruição que em tempos muito remotos assolou Marte, varrendo toda a sua cultura e a sua avançada civilização, tenha deixado como remanescentes uma série de estranhas e bizarras criaturinhas, as quais ainda hoje pululariam na sua superfície! O que não seria de todo impossível, uma vez que vida sempre se manifesta sob as mais diversas formas, mesmo quando o ambiente se torna hostil e degradado. Na curiosa foto acima, tomada pela câmera de um módulo principal da NASA, tais pequenas e bizarras criaturas teriam sido supostamente flagradas.... Aparentemente tentando sabotar o seu veículo auxiliar de locomoção Rover! Isso possivelmente explicaria as misteriosas falhas ocorridas em várias missões anteriores da NASA, inclusive os estranhos desaparecimentos de vários módulos, ocorridos no começo da era espacial!

Contudo, há destroços mecânicos espalhados pelas mais diversas regiões de Marte, marcas de uma cultura muito mais antiga e avançada! SIM, sem dúvida - Restos, talvez, de um feroz confronto bélico que há muitos milênios atrás, e muito provavelmente, devastou todo aquele planeta! Veja alguns expressivos exemplos nesse quadro, pesquisado mediante uma ampliação nos detalhes de uma foto tomada pela sonda exploratória de superfície Spirit, da NASA. (IMAGEM: © Troy & enterprisemission.com)

Destroços mecânicos? SIM! Como também estranhas máquinas voadoras discóides, avariadas, espalhadas em vários pontos da desolada superfície de Marte.....

... Comprove no negativo de uma outra imagem daquele mesmo objeto: - uma astronave muito antiga, já esquecida pelo tempo, recoberta pela implacável poeira, tendo, porém, os evidentes rastros do seu pouso, ou da sua queda, ainda bem visíveis!

..... Revelador? Sem dúvida! Como também existem coisas um tanto ou quanto semelhantes já na desolada paisagem da Lua! Nada demais nisso, uma vez que as nossas mais antigas lendas e Tradições nos dizem que antigas civilizações cósmicas largamente avançadas em tecnologia, se espalharam pelo Universo, percorrendo outras galáxias - colonizando outros mundos! E tal como nos dizem milenares textos Sânscritos: mediante os seus - "Carros celestes que iam de planeta em planeta, e de continentes a continentes" .

Restos de uma milenar astronave, totalmente avariada, ostentando as evidentes marcas de um ataque, e encontrada no solo da Lua pelos Astronautas da secretíssima Missão Apollo-20, da NASA.....

.... E - lembremos - lá dentro, exatamente no assento de comando, jazia há muitos milênios o corpo de uma mulher - de certa forma HUMANA, assim como nós - porém, pertencente a uma raça HUMANA, infinitamente mais antiga do que a NOSSA!

Destroços muito claros, marcas evidentes em demasia - evidências silenciosas, porém bastante expressivas, que nos fazem recordar uma antiga guerra, um violento confronto espacial entre UFOs, ou Discos Voadores - naves discóides - e espaçonaves oblongas - VIMANAS - talvez entre DUAS raças distintas pela posse de alguma coisa - alguma coisa que bem poderia ter sido a TERRA, ou até mesmo o nosso próprio Sistema Solar! Um confronto que partiu, ou atingiu, desde as mais distantes colônias avançadas.... E, quem sabe, até mesmo chegando aqui na Terra, destruindo, por via de conseqüência, todas as antigas e avançadas civilizações que nos precederam - Atlântida, Lemúria e etc.!

"MAIS PERTO DO QUE PENSAMOS" - diz essa notícia do Jornal Mirror News, abordando uma realidade que ainda hoje é sonhada e cobiçada pelas grandes potências mundiais - justamente a extraordinária riqueza da Lua em recursos minerais, alguns deles extremamente raros! A notícia diz que, um dia qualquer, NÓS estaremos por lá explorando tais riquezas, com máquinas que, tais como cães, escavarão as areias lunares e - assim como grandes aranhas - se movimentarão na sua superfície. Riquezas minerais essas evidentemente necessárias a qualquer civilização tecnológica e avançada! Sem qualquer dúvida, representando projetos altamente ambiciosos por parte das nossas grandes potências mundiais, mas....

..... O grande problema é que ALGUÉM CHEGOU PRIMEIRO POR LÁ, E JÁ ESTÁ FAZENDO EXATAMENTE ISSO! - e talvez fazendo isso há muito mais tempo do que possamos pensar! E, de acordo com todas as evidências, esse "alguém" não aceita quaisquer tipos de intromissões ou sequer concorrências nas suas obscuras atividades - em outras palavras, esse "alguém" (como, aliás, os Astronautas da própria NASA constataram in loco) tornou-se o "dono" e o "senhor" absoluto da Lua, transformando esse satélite da Terra em um ambiente hostil aos próprios seres humanos! Aquilo que você vê na imagem acima, por exemplo, jamais se tratou de uma simples cratera, mas, sim, das marcas muito claras, evidentes, de ESCAVAÇÕES - muito possivelmente de atividades de mineração!

E quem sabe se nesse confronto muito antigo, nessa velha batalha estelar, o "prêmio" final, o troféu mais cobiçado a ser conquistado, poderia ter sido.... Não somente as colônias de Lua e Marte, como também ESTE - muito azul e belo, visto ao fundo! Nesse particular, uma hipótese inteiramente nova e sobretudo surpreendente nos foi revelada, não só no excelente documentário THE ORION CONSPIRACY, de Seb Janiak e do seu grupo de pesquisas, como também através do excelente livro DARK MISSION, de Richard C. Hoagland & Mike Bara: - em síntese, tudo aquilo que vemos na Lua e Marte, justamente os corpos celestes MAIS PRÓXIMOS DE NÓS, seriam ANTIGAS COLÔNIAS DE UMA PRODIGIOSA CIVILIZAÇÃO TECNOLÓGICA QUE HABITOU A TERRA EM TEMPOS MUITO REMOTOS! Alguma coisa não identificada (quem sabe uma guerra travada entre as avançadas civilizações daqui mesmo, ou contra OUTROS SERES seres, advindos de "mais além") destruiu as suas colônias avançadas - assim como igualmente veio a destruir tal prodigiosa civilização estabelecida aqui na Terra. Trata-se de uma hipótese ousada, e a qual não pode deixar de ser devidamente considerada. Pois, conforme examinamos nessa página, as semelhanças com TUDO aquilo que existe nesses corpos celestes mais próximos de nós, em comparação com TUDO aquilo que existe "cá por baixo" - ou seja, no nosso planeta mesmo e originárias do mais remoto e esquecido passado - são altamente chocantes, além do mais intensamente reveladoras!

AS ÚNICAS COISAS NOVAS SÃO AQUELAS QUE FORAM ESQUECIDAS - conforme o lema (e o tema) do magistral documentário THE ORION CONSPIRACY. Algo que poderia mesmo se tratar de uma cruel e dura realidade. Os Livros sagrados, tais como a própria Bíblia, os milenares livros religiosos indianos, e assim por diante, TODOS eles invariavelmente descrevem uma guerra travada NO CÉU e na Terra! E os Livros Indianos vão mais longe ainda, quando descrevem nessa guerra o emprego de aeronaves potentíssimas e de armas extremamente poderosas, altamente destrutivas, diante das quais poderiam transformar todos os nossos mísseis e os nossos modernos arsenais atômicos em nada menos que ridículos e humílimos fósforos!

Rastros do Leão, Pegadas nas estrelas - O passado sempre retorna! E assim sendo, as nossas modernas "Vimanas", réplicas pretéritas e redescobertas, já não recomeçam a ganhar os céus, cortando o firmamento, desfiando o espaço - tal como nos mais remotos e esquecidos tempos, os tempos do nosso muito obscuro e perdido passado?

SIM! E talvez seja melhor e mais prudente não despertar muito a atenção de outras inteligências. Pois, assim como tudo indica, aqueles que venceram aquela antiga guerra ainda estão bem próximos - e talvez muito mais próximos do que possamos imaginar! E quem sabe se não existiriam advertências veladas quanto a isso, bem aqui nos nossos céus? Precisamente por parte dos UFOs - OUTRAS naves que acintosamente nos rondam e que - mais acintosamente ainda - intimidam os nossos Astronautas no espaço sideral! A História é mesmo cíclica, sempre se repete! E por enquanto NÓS, aqueles que restaram na nova Terra após a queda - timidamente engatinhando, recomeçando a trajetória da civilização após esse antigo conflito - pode ser que não representemos, AINDA, uma grande ameaça para "eles", os INTRUSOS - Contudo, o homem terrestre já começa a redescobrir a antiga, temível e perdida, tecnologia - já recomeça a sondar o espaço sideral, e muito em breve lá chegará de modo pleno.... E apenas por enquanto, parece que igualmente recomeça, tal como ocorrera no mais distante passado, a se tornar uma ameaça latente para aqueles que silenciosamente nos espreitam. Uma ameaça em potencial; em um nível, digamos, por enquanto e ainda médio. Mas, SOMENTE, SOMENTE POR ENQUANTO, MÉDIO!