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24 de out. de 2011

Sorria!...


Ruim de cama

Adolfo era o marido da Claudinha, uma loira de olhos verdes, deliciosa, garota de academia. Certo dia ele se confidenciou com o amigo Clébertônio:
— Cara... Eu e minha mulher não nos damos muito bem na cama...
— Poxa, você e a Claudinha?
— É... Eu não sei o que fazer pra deixar ela feliz...
— É muito simples — respondeu o amigo de nome bonito — Faz assim: põe um CD romântico pra tocar, deixa o quarto à meia-luz, acende um incenso... Pede pra ela colocar uma camisola transparente... Ah, e não esquece de abrir a janela!
— Tá... E aí?
— Aí vai na janela e assovia!
— Assoviar? — estranhou o Adolfo.
— Isso mesmo... Eu vou estar esperando do lado de fora. Assim que você assoviar, eu pulo a janela e cuido do resto!



Na roda do bar, três velhos amigos relembram a maior vergonha que passaram na vida:
— Quando eu tinha uns oito anos — contava o primeiro — eu subi num caixote para espiar a minha irmã no banho. Tava ali todo empolgado, quando de repente ela se vira, me vê na janela e dá o maior grito.
Levei um susto tão grande que caí do caixote... Maior vergonha, cara! Fiquei uma semana sem poder olhar pra cara dela.
— E eu, devia ter uns dez anos — começou o segundo — meu pai me pegou fazendo troca-troca com o filho do vizinho. Passei o maior carão.
Fiquei um mês sem poder olhar a cara do velho!
— Isso não é nada — disse o terceiro. — E a minha mãe que me pegou batendo uma punheta, enquanto espiava a empregada trocando de roupa. Até hoje, não tive coragem de olhar na cara dela!
— Ah! Otávio, você está exagerando! Quanto tempo faz que isso aconteceu?
— Foi na sexta-feira passada!




Dois intelectuais conversando:
— Eu domino muitas línguas! — comenta o primeiro — Inglês, Francês, Espanhol, Alemão, Japonês... Mas conheço uma língua que eu nunca vou conseguir dominar...
— É mesmo? — pergunta o amigo — Qual é?
— A língua da minha mulher!



Dois amigos se encontram em um bar. Após algumas cervejas, um deles começa a chorar desesperadamente. Preocupado, o outro pergunta:
— O que aconteceu? Está tudo bem?
O sujeito tenta se acalmar e responde:
— Eu tinha tudo, sabe? Estava com dinheiro, uma casa bonita, um carro extraordinário, o amor de uma linda mulher... Era tão feliz! De um dia para o outro, tudo se acabou. Não tenho mais nada!
— Mas o que aconteceu? — pergunta o amigo.
— Minha mulher descobriu tudo e pediu o divórcio.




Dois colegas de trabalho estão comentando sobre seus relacionamentos.
— Eu ando muito sozinho, quero achar uma mulher legal...
— Pois é, João. A situação anda difícil prá todo mundo.
— As coisas eram mais fáceis antes, quando éramos jovens. Quando eu era mais novo, a mulherada vivia atrás de mim!
Surpreso, o sujeito pergunta:
— Sério? Você era o garanhão da escola? Não acredito! Explica isso direito...
Ele responde:
— Não é que eu era garanhão...
— Ah, deixa disso! Não seja humilde.
— A verdade é que eu era ladrão de bolsas.




Um astronauta chegando em outro planeta encontrou um extraterrestre. O ser deste outro planeta imediatamente diz para o astronauta:
— Você é um astronauta e veio da Terra.
— Impressionante — diz o astronauta —, como é que sabe de tudo isso?
— Nós aqui no espaço com essas antenas na cabeça somos sempre os primeiros a saber.
— Curioso! É que lá na Terra os quem tem essas antenas na cabeça são sempre os últimos a saber. Ou você já sabia?



Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem. Uma pergunta à outra:
— Como vão seus dois filhos... a Rosa e o Francisco?
— Ah! querida... a Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele que levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, arruma a casa, lava as louças, recolhe o lixo e faz a faxina. Só depois é que sai para trabalhar, em silêncio, para não acordar a minha filha. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!
— Que bom, heim amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?
— Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal... Imagina que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, fazer o café da manhã, arrumar a casa, lavar a louça, recolher o lixo e ainda tem que fazer a faxina! E depois de tudo isso ainda sai para trabalhar em silêncio, para sustentar a preguiçosa, da minha nora.




Durante a festa de seu casamento, o jovem noivo nota que seu melhor amigo está muito triste. Sem entender o motivo, ele se aproxima dele com um copo de vinho na mão e diz:
— Beba isso. Dizem que o copo do noivo dá sorte!
O amigo levanta a cabeça e sorri de canto.
— Obrigado, mas a sorte não está do meu lado...
Sem saber o que dizer, o noivo tenta animar o amigo:
— Por falar nisso, você já beijou a noiva?
Triste, ele responde:
— Não, hoje não.



O homem fica encantado com o papagaio e resolve comprar um para a família. Ao chegar na loja de animais, o dono lhe diz:
— Olha você está com sorte, pois é o último papagaio. Porém tem um pequeno problema, ele era o papagaio de uma zona, e o seu linguajar talvez não seja apropriado.
O homem diz que não tem problema, porque ele quer muito ter um papagaio. E leva o papagaio pra casa, dentro de uma caixinha, deixando na mesa para surpreender a família.
Chegando lá o homem explica pra sua esposa e filhas que o papagaio era de zona e talvez tenha a boca um pouco suja, porém a família fica logo encantada com a ideia de ter um bichinho, e tiram o papagaio da caixa. O loro olha ao redor:
— Casa nova...
Olha para a mulher:
— Dona nova...
Olha para as filhas do homem:
— Camélias novas...
E olha para o homem:
— Mas o cliente é velho! Oi, Zé!



Dois coroas, depois de encherem a cara no bar, decidem ir a uma casa de baixo meretrício. A dona do bordel olha bem para os dois e chama a sua gerente:
— Vá aos dois primeiros quartos e coloque uma boneca de inflar em cada cama. Esses dois estão tão velhos e bêbados que não vão notar a diferença. Não vou gastar minhas meninas com esses dois.
A gerente cumpre as ordens e os dois coroas vão para os seus respectivos quartos e "fazem os seus deveres de casa"...
No caminho de volta para casa, um dos coroas diz:
— Acho que a mulher que estava comigo estava morta!
— Morta?... Diz o outro. Porque você acha isso?...
— É que ela não se moveu e não falou nada enquanto eu fazia amor com ela.
— Podia ter sido pior, diz o outro.
— Antes transar com uma mulher morta do que transar com uma bruxa...
— Uma bruxa?. Por que cargas d'água você acha isso?
— Bem, é que eu estava nas preliminares maior delícia, eu tava fazendo tudo que queria, dei uma mordida na bunda dela. Aí ela peidou na minha cara, saiu voando pela janela e ainda por cima levou a minha dentadura!

O gênio



O bêbado andava sem destino quando por acaso tropeça em uma lâmpada mágica. De dentro da lâmpada sai um gênio que com uma voz imponente diz:
— Eu sou um gênio, e você tem direito a três desejos!
O bêbado surpreso pouco pensou e já fez o primeiro pedido:
— Eu quero uma gar... garrafa de pinga que não acabe nunca!
— O seu desejo é uma ordem! — disse o gênio, fazendo aparecer uma garrafa dourada.
O bêbado deu várias goladas e viu que realmente a pinga nunca terminava.
— Muito bem! — alertou o gênio. — Agora, diga logo, quais os seus outros dois desejos?
O bêbado mais do que depressa olha pra garrafa e responde:
— Então me vê mais duas garrafas dessa, porque é da boa!