Blog

Blog

14 de jan de 2013

Quem é que manda no mundo? Imperdível! (vídeos)





Os 12 cidadãos acima são uma espécie de tribunal superior, instância última na guarda dos segredos do governo invisível dos EUA. É o Conselho de Inteligência dos EUA (USIB), que à época desta foto, no governo do presidente Richard Nixon, era presidido por William Colby, então Diretor Central de Inteligência (e da CIA) – o terceiro, a partir da esquerda. Para críticos do excesso de sigilo – como o National Security Archive (NSArchive), grupo privado que funciona na Universidade George Washington – o governo Obama tem de buscar transparência na prometida revisão dos exageros, que a dupla Bush-Cheney levou ao extremo.

“Cada país estrangeiro de importância relevante do primeiro e terceiro mundos tem uma espécie de derivação ou filial do Conselho de Relações Exteriores norte-americano. Os membros de cada país interagem com os demais países das derivações do CFR através da instituição mundial ‘Bilderburgers’, para mais facilmente alcançar seus fins. Os membros estrangeiros da Comissão Trilateral pertencem às suas respectivas organizações. Uma investigação superficial efetuada pelo mais inexperiente investigador conseguirá inclusive constatar que os membros do Conselho de Relações Exteriores e da Comissão Trilateral controlam as maiores organizações, fundações, além de todos os interesses das principais publicações, dos meios de informação, da informática, e inclusive controlam os maiores bancos e as maiores corporações e multinacionais. Todos os altos escalões dos governos e muitos outros interesses vitais estão nas mãos deles! Os membros do CFR e do 1t são apontados e são eleitos para todos os cargos, porque eles são donos de todo o dinheiro! E, como não pode deixar de ser, têm um interesse todo especial em cuidar do capital. De todo esse poder e vantagens, as pessoas comuns estão excluídas, principalmente os países mais pobres. De qualquer modo e a nosso entender, os membros do CFRe do TC são totalmente antidemocráticos [e exercem um despotismo nunca jamais visto e sequer suspeitado], e de maneira nenhuma representam a maioria do povo dos Estados Unidos da América [e muito menos dos demais países envolvidos].

Esses são os pretensos ‘eleitos’ que, com a vinda do pandemônio final dos tempos, pretendem decidir quem haverá de sobreviver ou não...” [Suspeito que estas denúncias não promanam de M.W. Cooper, mas sim de  altas patentes militares norte-americanas não comprometidas, e que estão inconformes com a tirania que essas entidade para-governamentais exercem nos EUA...

As Bases Materiais do Governo Clandestino 


“Os ‘Bilderburgers’, o Conselho de Relações Exteriores e a Comissão Trilateral, e outras instituições britânicas poderosíssimas, constituem exatamente o governo oculto, ou o governo clandestino, ou o governo  secreto que manda nos EUA e no resto do mundo. E o pretenso grupo de estudiosos Wise Men, conhecidos como a Sociedade Jason ou Jason Scholars, incluindo s altos escalões comprometidos e assentados nos postos-chaves do Governo, mandam nos Estados Unidos da América [e no resto do mundo também. Valem-se também de um Majority 12 [disfarçado dc Majestic-12], e que praticamente é sempre constituído só por membros dessas congregações...”

O Conselho de Relações Exteriores e a Comissão Trilateral, por sua vez, não só e praticamente controlariam a tecnologia daqueles seus aliados alienígenas nefastos, como inclusive controlam totalmente a economia das nações. Eisenhower foi o último presidente americano que teria chegado a quase conhecer a totalidade do panorama ufológico ou dilema dos alienígenas nefastos [aliados de uns poucos que constituem a anti-raça humana] e alienígenas neutros ou até mesmo benevolentes. Aos presidentes sucessivos apenas se lhes dizia aquilo que a Comunidade de Informações [ou espionagem, ou seja a , NSA, MJ-12, , etc da vida] queria que eles conhecessem e acreditassem. E nunca se lhes contava a verdade nua e crua!” [Sinceramente, eu até duvido que Eisenhower tenha tido esse tal conhecimento panorâmico da Ufologia.




Os Governantes Invisíveis