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20 de jan de 2013

Direto da redação - Fique sabendo!...



Controle Global


DECLARAÇÃO DOS OCUPANTES DE WALL STREET


Genial! Fico contente de ver que tem mais gente desperta e enxergando claramente o que está acontecendo. 

ILLUMICORP - UM RESUMO DO PLANO...HEHE - VÍDEO LEGENDADO


Esbarrei nesse vídeo no youtube e, ao pesquisar melhor, encontrei várias páginas questionando quem fez esse vídeo, se é real ou é fake, etc. Bem, particularmente, pra mim não importa se é um autêntico vídeo Illuminati ou não...hehe. O conteúdo  resume bem o plano em andamento, é um grande resumo de tudo o que está rolando. Achei bem interessante. Seja lá quem fez, manja bastante do assunto...

Assistam e tirem suas conclusões. 

Parte 1
 Parte 2
 

American Horror Story


  
A primeira temporada de AHS foi focada nas relações extra-carnais de humanos e espíritos. O seriado leva ao espectador mistérios nunca antes imaginados. Cada personagem com sua rica historia de vida – e morte – e emoções para contar. Dr. Harmon (Dylan McDermott), o adúltero – olá, Hayden (Kate Mara) – atrás de redenção, Violet (Taissa Farmiga), a revoltada apaixonada e Vivien (Connie Britton) a grávida insuportável se mudam para a famosa Murder House onde coisas misteriosas acontecem. A governanta Moira O’Hara, hora uma jovem sexy (Alexandra Breckenridge), hora uma senhora de idade(Frances Conroy) e o jovem psicopata Tate Langdon (Evan Peters) – meu personagem favorito da temporada – são enigmáticos e te fazem sentir emoções variadas a cada episódio.

Na primeira temporada, quem morre dentro das limitações da Murder House permanece lá pela eternidade – exceto nos 31 de Outubro, quando os mortos são livres para vagarem por onde quiserem. Essa espécie de maldição nos traz diversos personagens – não revelarei seus nomes por questão de spoiler – curiosos e nos faz olhar por trás de cada perspectiva. Até que ponto uma família pode conviver com esses seres sem entrar em colapso? Há também a surpreendente história de amor de Violet e Tate que enfrenta limitações severas do inicio ao fim. Constance Langdon (Jessica Lange) é uma mulher enigmaticamente inteligente. Talvez a personagem com mais coisas para contar. Por toda a vida deu à luz a crianças deformadas e doentes e decide no fim do seriado algo que mudaria a história da humanidade.

A segunda temporada, denominada “American Horror Story: Asylum” apresenta uma instituição para criminosos com problemas mentais na década de 1960, a Briarcliff Manor, dirigida pela Irmã Jude (Jessica Lange), uma freira com um passado sombrio e sensual. Nessa instituição também trabalham a - mais para frente demoníaca - Irmã Mary Eunice (Lily Rabe) que esconde segredos sobre experiências desumanas do Dr. Arden (James Cromwell), um antigo nazista que trabalha na instituição.

No inicio da segunda temporada vemos Kit Walker (Evan Peters) sendo supostamente abduzido por extra-terrestres e logo em seguida sendo internado no Briarcliff Manor sob acusação de ser um famoso serial killer chamado “Bloody Face” que tem o hábito de retirar a pele de suas vítimas. Lana Winters  (Sarah Paulson) é uma repórter que descobre alguns segredos e irregularidades da instituição e quando ameaça divulgar suas informações é internada no Briarclif a mando de Irmã Jude – que mais para frente perde seu santo rebolado – por ser homossexual a fim de ser “tratada”. A partir daí, Lana, Kit e Grace (Lizzie Brocheré)– um caso amoroso de Kit - tentam sobrevier e fugir do Asylum. Dr. Thredson (Zachary Quinto) é o psiquiatra encarregado de avaliar a situação mental de Kit e carrega segredos que mudam a historia e visão dos personagens.

  Alem de ETs e assassinos, AHS: Asylum nos joga diante arcanjos e um demônio que mexe com cada personagem de uma maneira diferente.

A terceira temporada de American Horror Story já foi confirmada e até o momento a única coisa certa é que teremos Jessica Lange novamente no seriado.

American Horror Story: Asylum está atualmente sendo exibida no Brasil pela FOX.

Zeitgeist - Moving Forward

(Traduzido - Zeitgeist - Avançado)

     
Esse é o terceiro dessa série de documentários a partir da qual surgiu o "Movimento Zeitgeist", o qual se propõe a mudança dos paradigmas da nossa linda e maravilhosa sociedade moderna de consumo, concentração, competição, lucro, desigualdade e degradação do meio ambiente.

Pois bem, sem querer tirar o mérito dos que estão engajados no movimento, mas não sei se esses documentários vão servir pra mudar muita coisa. O fato é que assisti os 3 e reprovei quase que completamente o primeiro pois ele perde muito tempo reclamando e falando coisas sem bons argumentos, é como ver um adolescente pseudo-comunista revoltado.

No tocante ao segundo, achei muito melhor. Zeitgeist Addendum é mais voltado para uma abordagem econômica do problema e apresenta alternativas para a superação dos falsos valores da nossa magnífica sociedade, tornando-se um documentário bem mais coerente.

Li uma vez em um livro a opinião do autor sobre essa coisa de conspiração que dizia algo mais ou menos assim:  não é que um grupo de pessoas senta a bunda na cadeira em uma sala com uma mesa gigante e resolve que uma guerra deve começar em prol do lucro com armas e petróleo, isso é viagem demais. Mas a verdade é que uma formiga conversa com outra para que o seu problema seja resolvido e essa outra conversa com outra, que conversa com outra e assim por diante, de forma que no final o resultado é tão conveniente para todo mundo que fica parecendo que foi tudo combinado desde o principio.

Então se você odeia Zeitgeist não venha com o blábláblá de que é coisa de quem acredita em teorias de conspiração... bom, na verdade é, pela quantidade de gente vidrada nisso que adora esses documentários.

Em fim, tudo que eu peço é um pouco de sensatez dos dois lados. Mas eu acredito que independentemente disso a humanidade segue evoluindo.