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5 de jan de 2013

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 O RELÓGIO MAIS ANTIGO DO MUNDO (O Mecanismo de Antikythera)







Ao largo de uma ilha – pescadores de esponjas do Dodecaneso retiraram do mar, no domingo de Páscoa de 1901, um salmão de metal esverdeado e restos de estatuas e vasos. Tinham assim acabado de fazer uma das mais extraordinárias descobertas arqueológicas do século. A ilha era Antikithira, entre Cítera e Creta.

Examinado pelos arqueólogos, minuciosamente despojado do seu revestimento de coral e calcário, o magma de metal verde revelou uma surpreendente arquitetura de engrenagens, rodas, balanceiros, eixos, tambores excêntricos e ponteiros delicadamente trabalhados, alojados numa caixa provida de três mostradores.

- É um relógio! – exclamam os arqueólogos – Estava numa antiga galera.
Impossível – retorquiram os membros de uma conjuração de ceticismo – É perfeita de mais para vir da antiguidade! Seria o mesmo que dizer que Péricles via as horas em um relógio de pulso!

Mas a realidade era mais extraordinária ainda, como o provaram as perícias oficiais. Tratava-se de um relógio astronômico datando de 80 a 50 anos a.C. funcionando como os do século XXI, e dando posições do Zodíaco, os movimentos das marés, as revoluções de Mercúrio, de Marte, de Júpiter e de Saturno, o ano em curso, o mês e as divisões do dia. Jamais um mecanismo tão complexo e requintado fora até então descoberto por arqueólogos!
Antes de 1901, o primeiro relógio conhecido era o do monge iniciado Gebert, feito sob o nome de Silvestre II.

E ainda hoje se ignora como ele funcionava!
O relógios antigos eram mostradores solares, ou clepsidrás a água; o primeiro relógio conhecido foi parece o do Palácio da Justiça de Paris, construído em 1370 por Henri de Vic.
O relógio astronômico de Antikithira deu um violento solavanco no bastião de preconceitos dos sábios anteriores.
Um dia próximo, os homens saberão que muito mais longe no tempo do que 2000 anos do relógio de Antikithira, físicos tinham inventado e construído relógios atômicos...
Pois o que é fantástico e incrível não poderá sê-lo por muito tempo! 
FONTE: Titulo original: LE LIVRE MYSTEIREUX INCONNU, Robert Lafount, 1969
LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L.- Lisboa

UFO aterriza na China e um ET desembarca!

Verdade ou mais um fake? Bom,  seguem abaixo a descrição postada junto ao vídeo e o próprio em questão. Mais uma vez, deixamos as conclusões, até novas notícias a respeito, com o(a) leitor(a).


Filmagem feita no Parque Florestal Nacional de Fuxin, China, 2012.  Um pequeno grupo de amigos avistaram um objeto prateado descendo atrás de algumas árvores próximas e começaram a  gravar.  À medida que se aproximaram, avistaram um criatura alta saindo do objeto.  As duas garotas, que desejam permanecer anônimas, ficaram amedrontadas, pois acreditavam que seriam abduzidas.  O pânico das garotas alertou a criatura, a qual olhou na direção deles.  O grupo então fugiu amedrontado.  

As autoridades locais foram contactadas e uma subsequente procura na área foi conduzida.  Nenhuma outra informação foi disponibilizada até agora.  Este vídeo foi enviado até mim por um assinante que alega ser algo real.  Estou indeciso sobre isso.  Se for forjado, então alguém teve muito trabalho.



Fonte da notícia: ovnihoje.com
Fonte do vídeo: StephenHannardADGUK

Operação Prato: Surge nova testemunha em Colares / PA


Quem não lembra do fenômeno Chupa-Chupa, que ocorreu em Colares, na Amazônia, o qual foi investigado pela Força Aérea Brasileira, na famosa Operação Prato?

Agora, Aleksander.L, um de nossos leitores, nos enviou a seguinte informação: 

Um grupo de Manaus, junto com outro pessoal, estão realizando o que chamaram de OPERAÇÃO PRATO 2.  Estão retornando ao local do evento para colher testemunhos. 

O mais novo vídeo de depoimentos da Operação Prato.  A pesquisa atual está sendo realizada, no primeiro dia do ano de 2013 por Vitorio Peret, piloto de avião e também amigo dos envolvidos na OP.  O entrevistado é uma testemunha encontrada por ele do famoso caso Operação Prato, que na região ficou conhecido por Chupa-Chupa. 


Fonte do vídeo: PERETUFO
Fonte: ovnihoje.com

"Gárgula" aterroriza Porto Rico


Tem se ouvido mais e mais sobre o fenômeno da "Gárgula", em Porto Rico. Mais e mais testemunhas que juram ter visto uma criatura medindo cerca de oito metros de altura, se assemelha a um morcego enorme e tem asas. Tem sido vista a voar e andar por terra.

O que é? Uma experiência? Um extraterrestre?

O especialista Reinaldo Rios, vem estudando esse fenômeno há muitos anos e abaixo, segue um vídeo postado no Youtube sobre relatos e demais informações.

Verdade? Lenda Urbana? Como saber? O que nós podemos dizer a respeito é que, onde há fumaça, há ou já houve fogo. Por isso, mais uma vez, deixamos a cargo do leitor, tirar suas próprias conclusões.

Segue o vídeo:


Fonte do vídeo: PuertaalUniverso

Domínio Público - A Verdade por trás das obras cariocas para a Copa do Mundo

Há muito tempo, nos meus 42 anos, tenho visto a história se repetir. Agora, um diretor corajoso leva a cabo o projeto de um filme documentário, que busca mostrar a realidade social e política do Rio de Janeiro.

Neste filme, você tem a oportunidade de ver e entender o que rola nos bastidores de das obras para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas. A verdade é dura! A elite quer fazer uma "limpeza social".

Fonte do vídeo: Leon Kendel Tabosa

Palavras da produção

O Brasil está em jogo, os direitos humanos estão sendo violados, isso acontece hoje em dia no Rio de Janeiro e daqui a pouco pode ser na minha na sua cidade, no meu no seu estado, por que muitos políticos e  empresários so pensam em dinheiro, e o povo fica sempre em ultimo lugar, por isso vamos ficar atentos ao que acontece no nosso País.

Eu não sou o autor do video estou apenas divulgando, por isso cliquem no gostei e favoritem por favor, porque isso ajuda demais na divulgação, precisamos fazer com que todos os Brasileiros tenha noção do que está acontecendo em nosso País.

Aqui está o meu contato: 



E aqui está o contato da equipe que fez o vídeo se você puder ajuda-los vai ser ótimo também. 

Site Oficial:

Contato:

Orçamento (Budget):

Links:










Pelo menos 200 esferas manufaturadas foram extraídas numa escavação profunda em uma rocha em numa mina de prata de Wonderstone, África do Sul, com uma média de 1 a 4 polegada de diâmetro. São compostas de uma liga de níquel-aço que não ocorre naturalmente. Algumas têm uma fina casca de cerca de ¼ de polegada de espessura, e quando quebradas dentro se encontra um estranho material esponjoso que se desintegra em pó em contato com o ar. Essas esferas, têm intrigado os pesquisadores da NASA.

Roelf Marx, o curador do museu sul-africano Klerksdorp, exibe atônito uma dessas esferas, trancada num compartimento de exibição, que misteriosamente gira em si mesma, isenta de qualquer vibração exterior!


Foram retiradas da camada de uma rocha pirofilita e datas pela técnica do rádio-isótopo entre 2,8 e 3 bilhões de anos, ou seja, historicamente isso é impossível, já que a vida inteligente neste planeta só se desenvolveu recentemente, de acordo com a ciência.

Todavia, o fenômeno não seria inédito. Lendo a respeito disso, John Hund, da cidade de Pietersburg lembrou que cerca de cinqüenta anos atrás foi publicado um artigo em uma revista no qual se relatava sua viagem à mina de Gestoptesfontein, perto de Ottosdal, na Província do Norte, onde ele havia encontrado um pedra como essa do museu de Klerksdorp, que gira sobre seu eixo.

Um dia, enquanto brincava jogando a pedra em uma superfície plana em um restaurante, Hund percebeu que ela tinha uma oscilação admirável. Ele a levou ao Instituto Espacial da Califórnia, na Universidade da Califórnia, para serem feitos testes, para se determinar como ocilava tão bem. “Quem a examinou foram os caras que fizeram os girocompassos para a NASA. Notaram que seu equilíbrio era tão apurado que excedia o limite de suas medidas tecnológicas. A pedra oscila dentro de um parâmetro de um milésimo de polegada, com absoluta perfeição", explica Hund. Ninguém sabe o que estas pedras são. Um cientista da NASA disse a Hund que eles não têm a tecnologia para criar qualquer coisa tão finamente equilibrada quanto ela. Disse que o único modo que natureza ou tecnologia humana poderia criar algo tão finamente equilibrado seria em gravidade zero.


Vídeo sobre o assunto!...

       Vídeo - Os Segredos do Sol

Asssista as cinco partes seguidas!
Fonte: www.youtube.com



 GUERRAS NUCLEARES NA HISTÓRIA ANTIGA DA HUMANIDADE (A BATALHA ENTRE VAILIXIS E VIMANAS)

















 Embora não se conheça qualquer texto a respeito dos Vailixi Atlantes ,temos algumas informações, esses objetos voadores eram semelhantes mas não idênticos aos Vimanas.Sua forma típica era a de um charuto e possuíam a capacidade de manobras submarinas, na atmosfera ou até mesmo no espaço sideral.Eklal Kueshana, autor de THE ULTIMATE FRONTIER ,STELLE GROUP 1978 escreveu em um artigo em 1966 que os Vailixis foram desenvolvidos primeiro em Atlântida, há 20.000 anos.O Ramayama, o Mahabarata e outros textos falam da terrível guerra que se travou entre a Atlântida e Rama, há uns 10 ou 12 mil anos, usando-se armas de destruição em massa que não poderiam ser imaginadas até a segunda metade do século XX, O Livro Mussala Parva descreve os efeitos causados por uma daquelas tenebrosas armas, cujo um único projétil parecia carregar todo o poder do universo. 


Explosões atômicas

 –A arma desconhecida era um raio fulminante e devastador mansageiro da morte, que fez erguer uma coluna incandescente de fumaça e chamas no local de sua explosão. Era tão luminoso quanto a mil sóis nascendo em todo o seu esplendor, e reduziu a cinzas todos os membros dos Vrichnis e Andacas. Os corpos carbonizados ficaram irreconhecíveis. Os que se salvaram perderam os cabelos e as unhas. Seres humanos adultos foram reduzidos ao tamanhão de bonecas pelo calor incandescente,arvores e campos transformados em cinzas. O filosofo norte americano George Santayana [1863-1952]certa vez falou OS QUE SE ESQUECEM DO PASSADO ESTÃO CONDENADOS A REPETI-LO. 


 Seria um relato da explosão de Hiroshima ou de Nagasaki? Em 06 de agosto de 1945, os norte americanos jogaram sobre Hiroshima a primeira bomba atômica, matando instantaneamente 260.000 pessoas e deixando uma legião de feridos.Três dias depois, outra bomba atômica desta vez sobre Nagasaki matando 150.000 vidas humanas.

Quando no ultimo século os arqueólogos escavaram a cidade de RISHI, na área de MHOENJO-DARO, encontraram esqueletos espalhados nas ruas, alguns deles de mãos dadas, como se alguma grande destruição os tivesse atingido de repente. Estes esqueletos estão entre os mais radioativos encontrados, no mesmo nível em que estavam aqueles de Hiroshima e Nagasaki, mesmo decorrido milhares de anos. Tijolos e muros de pedra literalmente vitrificados foram achados na Índia,Irlanda,Escócia,França,Turquia e outros lugares, não há nenhuma explicação lógica para a vitrificação de fortificações de pedra e cidades inteiras, exeto a de que tivessem sido causadas por explosões atômicas.Não seria de se surpreender que sociedades secretas tivessem preservado esses conhecimentos. 


O imperador Ashoka, por exemplo, iniciou uma ordem chamada Sociedade Secreta dos Nove Homens Desconhecido, integrada por grandes cientistas indianos que receberam a incumbência de catalogar as muitas ciências. Ashoka manteve em segredo o trabalho deles porque temia que a ciência avançada catalogada, estudada a partir de antigas fontes indiana, fosse usada para propósitos de guerra, e ele era totalmente contra isso desde que se convertera ao budismo, após derrotar um exercito rival em uma batalha sangrenta. Os tais “nove homens desconhecidos” escreveram um total de nove livros, presumivelmente um por cada homem. O livro numero um intitula-se "Os Segredos da Gravitação" e lida principalmente com o problema do controle da gravidade. Supõe-se que ele deve estar muito bem guardado em alguma biblioteca secreta na Índia, no Tibete ou em outro lugar – talvez até mesmo nos Estados Unidos. Tendo em vista seu conteúdo, é perfeitamente compreensível que Ashoka quisesse mantê-lo em total segredo. Ele também estava ciente das guerras devastadoras, nas quais tais veículos avançados e outras armas tinham sido utilizados.

A destruição do antigo Império Rama, milhares de anos antes, por exemplo contabilizava-se entre os saldos trágicos. Há poucos anos atrás, os chineses descobriram em Lhasa, no Tibete, documentos escritos em sânscrito e os enviaram a Universidade de Chandrigarh para serem traduzidos. A doutora Ruth Reyna, daquela instituição admitiu que o material contém instruções precisas para a construção de astronaves. O já citado Ramayama também detalha minuciosamente uma viajem ao nosso satélite natural em um vimana ou astra, que teria entrado em combate com uma aeronave Asvin. 


Manuais de Aeronáutica – Para que possamos entender melhor esta tecnologia, temos que regressar bastante tempo, até a época em que o chamado Império Rama, que abrangia uma área que ia do norte da Índia ao Paquistão, no subcontinente indiano, começou a florescer, há mais de 15 mil anos. Haviam grandes e sofisticadas cidades, muitas da quais os arqueólogos ainda não encontraram. Rama se desenvolveu paralelamente a Atlântida, situada no centro do oceano atlântico e administrada por sacerdotes – reis considerados “Iluminados” , que governavam as cidades.


As sete cidades capitais de Rama eram descritas nos textos Hindus clássicos como “As Sete Cidades de Rishi” Segundo os manuscritos, nesses lugares, as pessoas tinham maquinas voadoras habitualmente. A antiga epopéia indiana descreve um vimana com sendo uma aeronave circular de dois andares com escotilhas e uma cúpula. Havia pelo menos quatro tipos diferentes de vimanas, alguns em formato discóide e outros semelhantes a charutos ou cilindros longos. Os antigos indianos, que, por si mesmos conceberam, projetaram e fabricaram essas naves, escreveram manuais completos de vôo sobre vários tipos de vimanas, muitos dos quais ainda existem e foram até traduzidos para o Inglês. O Sâmara Sutradhara é um tratado científico que aborda todos os aspectos da construção e viagem dessas naves. 


Há 230 estrofes neste texto que lidam com a decolagem, viagem das mesmas, por milhares de quilômetros, assim como suas aterrissagens normais e forçadas – e até mesmo eventuais colisões com pássaros. Redescoberto em um templo na Índia em 1875, o Vaimanika Sastra, texto escrito por
  Bharadvajy; o sábio, que viveu no século IV a.C., cita textos ainda mais antigos como sua fonte. O documento trata da operação de vimanas e inclui informações sobre a pilotagem, precauções para vôos longos, proteção das aeronaves de tempestades e raios, explica como alternar a fonte de propulsão para energia solar e a uma outra que soa como antigravitacional. O Vaimanika Sastra tem oito capítulos e se vale até de diagramas para descrever três tipos diferentes de veículos aéreos, menciona também 31 peças essenciais e materiais com os quais eram construídos, que possuíam propriedades especiais, como a de absolver luz e calor.

O documento foi traduzido para o inglês por Maharishi Bharadwaaja e editado, impresso e publicado por G. R. Josyer [Mysore, Índia, 1979] sob o titulo de A Aeronáutica de Vymaanidashaastra. Josyer é o diretor da Academia Internacional de Investigação de Sânscrito, sediada em Mysore. 


Nazistas na Índia e no Tibet – é patente que os vimanas eram impulsionados por algum tipo de antigravidade. Eles decolavam verticalmente e eram capazes de pairar no céu como um helicóptero moderno ou dirigível. Bharadvajy, o sábio, refere-se a não menos que 70 autoridades e 10 peritos em viagem aérea na antiguidade. Por coincidência ou não, foram os nazistas os primeiros a desenvolverem motores a jato funcionais para os seus mísseis V-2. Hitler e os demais membros da cúpula do Terceiro Reich demonstravam um interesse excepcional pela antiga Índia e o Tibet, e expedições anuais visando a coleta de informações começaram a ser para lá enviadas a partir do inicio dos anos 30, o que foi executado a cabo e a contento. Talvez daí tenham vindo as informações cientificas de que tanto necessitavam.


De acordo com o Dronaparva a parte do Mahabarata e do Ramayama, um dos vimanas descritos tinha formato de uma esfera e voava a grande velocidade, impulsionada por um vento poderoso gerado pelo mercúrio. Dessa forma, ele se movia como um Ufo, de cima para baixo, para trás e para frente, conforme o desejo do piloto.


Segundo outra fonte indiana, o Samar, os vimanas eram maquinas de ferro, compactas e lisas, com um jato de mercúrio que saia rugindo da parte de trás, na forma de uma chama” Outro trabalho chamado Samaranganasutradhara descreve como os veículos eram construídos. É possível que o mercúrio tivesse realmente algo a ver com a propulsão, ou mais provavelmente com o sistema de orientação. 

Instrumentos de navegação – Curiosamente, cientistas soviéticos encontraram o que chamaram de “ antigos instrumentos usados na navegação de veículos cósmicos” em cavernas do Turkestão e do deserto de Gobi. Tais dispositivos seriam objetos de vidro ou porcelana hemisféricos, terminando em um cone com uma gota de mercúrio dentro.

Os hindus antigos, presumivelmente, devem ter voados pelos céus nesses veículos atravessando toda a Ásia chegando até a América do Sul. Um manuscrito achado em Mohenjo Dharo, no Paquistão – uma das Sete Cidades Rishi do Império Rama – e ainda indecifrado, é semelhante a um outro achado na Ilha de Páscoa, há milhares de quilômetros de distancia. Um escrito achado na Ilha de Páscoa, chamado de Rongo – Rongo, igualmente ainda indecifrado, é deveras semelhante ao de Mohenjo- Dharo 


E eis que no Tibet fala de “carruagens de fogo” como o mesmo desprendimento: “Bhima voou no seu carro, resplandecente como o Sol e alto com,o o trovão. A carruagem voadora brilhou como uma chama na noite do céu de verão e passou rápida como um cometa. Era como se dois sóis estivessem brilhando. Então a carruagem se levantou e todo o paraíso brilhou” . Da mesma forma, o Mahavira de Bhavabhuti um texto jainista – da escola heterodoxa da índia fundada no século VI a . C. – datado do oitavo século, menciona Pushpaka, uma carruagem aérea que “transporta muitas pessoas para a capital de Ayodhya. O Céu esta cheio de maquinas voadoras estupenda, escuro como a noite, mas com pontos de luz de um clarão amarelado”. 


Infelizmente, os vimanas, como a maioria das descobertas cientificas, foram usados para fins bélicos. Há documentos indianos que informam que os asvins empregaram suas maquinas voadoras denominadas vailixis, para literalmente tentar dominar o mundo. Os chamdos asvins nos escritos Hindus, eram tecnologicamente mais avançados e certamente de um temperamento mais belicoso do que os habitantes da Índia. 

FONTE: Trecho da Revista Ufo numero 126 Matéria de David Hatcher Childress, Vimana Aeronáutica da Índia Antiga, publicada pela Editora Madras.