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7 de mar de 2013

Direto da redação - O seu final de noite!





Presença Alien  na Lua? Anomalias da Lua

Existe um "Alien Base" na Lua? Mais e mais pessoas estão vindo para a frente com histórias que poderiam provar isso é verdade. Rumores dizem que há um Alien Moon Base do outro lado da lua, o lado nunca vemos da Terra.Você já se perguntou por que os pousos na lua parou e por que não tentaram construir uma base lunar? Ele faz parecer como uma idéia melhor e mais fácil do que uma estação espacial flutuando com qualquer acesso às matérias-primas ou suprimentos? De acordo com o astronauta da NASA Neil Armstrong os extraterrestres têm uma base na Lua e disse-nos em termos inequívocos, para sair e ficar fora da lua!

Som longe para buscar? Milton Cooper, um oficial da inteligência naval nos diz que não só o Alien Moon Base existem, mas os EUA Inteligência Naval comunitário refere-se à Lua Alien Base como "Luna", que existe uma enorme operação de mineração acontecendo lá, e é aí que os alienígenas manter seus enormes navios-mãe, enquanto as viagens para a Terra são feitos em pequenos "discos voadores".
LUNA: A base de Alien do outro lado da lua. Ela foi vista e filmada pelos astronautas da Apollo. A base, uma operação de mineração utilizando máquinas muito grandes, e as embarcações de grande alienígenas descritos em relatórios de observação de naves-mãe existem lá. -Milton Cooper
Será que a Apollo 11 Encontro OVNIs na Lua? a partir do livro "Above Top Secret", de Timothy Good.


Buzz Aldrin
De acordo com relatos não confirmados até agora, ambos, Neil Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin viram UFO's logo após seu desembarque histórico na Lua Apollo 11, em 21 de julho de 1969. Lembro-me de ouvir um dos astronautas se referindo a uma "luz" dentro ou sobre um carreteiro durante a transmissão televisiva, seguido por um pedido de controle da missão para mais informações. Nada mais foi ouvido.
Segundo um ex-empregado da NASA Otto Binder, rádio sem nome com as suas próprias instalações de recepção VHF, que ladeavam estabelecimentos da NASA radiodifusão pegou o seguinte diálogo:
NASA: O que há? Controle da Missão chamando Apollo 11 ...
Apollo: Essas "coisas" são grandes, senhor! Enorme! OH MEU DEUS! Você não vai acreditar! Eu estou dizendo existem outras espaçonaves lá fora, alinhado no lado mais distante da borda da cratera! Estão na Lua nos observando!
Maurice Chatelain

Em 1979, Maurice Chatelain, antigo chefe de comunicações da NASA Systems confirmou que Armstrong de fato reportou ter visto dois UFO's em uma cratera. "O incidente era de conhecimento comum na NASA", revelou, "mas ninguém falou nisso até agora."
Os cientistas soviéticos teriam sido os primeiros a confirmar o incidente. "Segundo nossas informações, o encontro foi relatado imediatamente após o pouso do módulo," disse o Dr. Vladimir Azhazha, um físico e professor de Matemática na Universidade de Moscou. "Neil Armstrong relatou ao Controle da Missão que dois grandes e misteriosos objetos estavam os observando depois de terem aterrissado perto do módulo lunar. Mas sua mensagem jamais foi ouvida pelo público, porque a NASA censurou".
De acordo com outro cientista soviético, o Dr. Aleksander Kazantsev, Buzz Aldrin tomou filme a cores dos OVNIs do interior do módulo, e continuou filmando-los depois que ele e Armstrong foi para fora. Dr. Azhazha alega que os OVNIs partiu minutos depois que os astronautas saíram para a superfície lunar.
Maurice Chatelain confirmou também que as transmissões de rádio da Apollo 11 foram interrompidos em várias ocasiões a fim de esconder a notícia do público. Antes de despedir alegações sensacionalistas de Chatelain, é importante notar sua experiência impressionante na indústria aeroespacial e do programa espacial. Seu primeiro trabalho depois de se mudar da França, foi como engenheiro eletrônico com Convair, especializada em telecomunicações, telemetria e radar. Em 1959 ele foi encarregado de um grupo de pesquisa eletromagnética, desenvolvimento de novos radares e sistemas de telecomunicações para o Ryan. Uma de suas patentes onze vôos foi uma automática para a lua. Mais tarde, no North American Aviation, Chatelain foi oferecido o trabalho de projetar e construir as comunicações Apollo e sistemas para processamento de dados.
Chatelain afirma que "todos os vôos Apollo e Gemini foram seguidos, à distância e, por vezes, também muito perto, por veículos espaciais de origem extraterrestre, discos voadores, ou OVNIs, se você quiser chamá-los pelo nome. Toda vez que isso ocorreu, os astronautas informaram o Controle da Missão, que então ordenou silêncio absoluto. " Ele prossegue dizendo:
"Acho que Walter Schirra, abordo da Mercúrio 8, foi o primeiro astronauta a usar o codinome" Papai Noel "para indicar a presença dos discos voadores próximo as cápsulas espaciais. No entanto, seus anúncios foram pouco notados pelo público em geral.
Foi um pouco diferente quando James Lovell no comando do módulo da Apollo 8 sai do lado oculto da lua e disse para todos ouvirem:
"Informa-se que NÃO EXISTE um Papai Noel."
Mesmo que isso aconteceu no dia de Natal de 1968, muitas pessoas viram um sentido oculto nessas palavras. "

Rumores persistem. A NASA é uma agência civil, mas muitos de seus programas são financiados pelo orçamento de defesa ea maioria dos astronautas estão sujeitos aos regulamentos de segurança militar. Além do fato de que a Agência de Segurança Nacional telas de todos os filmes e as comunicações de rádio, provavelmente, também. Nós temos as declarações de Otto Binder, Dr Garry Henderson e Maurice Chatelain disseram que os astronautas estavam sob ordens estritas de não discutir seus avistamentos. Gordon Cooper testemunhou em um comitê das Nações Unidas, que um dos astronautas na verdade testemunhou um OVNI no chão. Se não há sigilo, porque estes avistamentos não podem ser tornados públicos?
Neil Armstrong
Um certo professor, que preferiu permanecer anônimo, estava envolvido em uma discussão com Neil Armstrong durante um simpósio da NASA.
Professor: O que realmente aconteceu lá fora com a Apollo 11?
Armstrong: Foi inacreditável, claro que nós sempre soubemos que havia uma possibilidade, o fato é que nós fomos alertados! (Pelos alienígenas). Nunca houve qualquer pergunta, em seguida, de uma estação espacial ou uma cidade lunar.
Professor: O que você quer dizer com "alertados"?
Armstrong: Não posso entrar em detalhes, exceto para dizer que seus navios eram muito superiores às nossas, tanto em tamanho e tecnologia - Rapaz, eles eram grandes ...! e ameaçador! Não, não há dúvida sobre uma estação espacial.
Professor: Mas a NASA mandou outras missões após a Apolo 11?
Armstrong: Naturalmente, a NASA estava trabalhando duro naquela época, e não queria arriscar causar um pânico na Terra. Mas era realmente uma colher mais rápidas.
Armstrong confirmou a história mas recusou entrar em detalhes além de admitir que a CIA estava por trás do acobertamento.
(Graças ao BBS)



Fontes:
http://www.ronrecord.com/astronauts/mchatelain.html
http://www.sacred-texts.com/ufo/moonbase.htm
http://www.ronrecord.com/astronauts/mchatelain.html
http://www.internationalnewsagency.org/us_astronauts_and_the_ufo_encoun.htm
http://www.debunker.com/texts/apollo11.html
http://www.ufodigest.com/nasa/index.html
Chatelain-www.unexplainable.net
Armstrong www.space.com-
farside de www.mhhe.com-moon /
aldrin-www.nndb.com


Chris Lake & Lazy Rich feat. Jareth - Stand Alone

   "Stand Alone" é como se chama o novo single dos Djs Chris Lake e Lazy Rich. Em cena dois nomes muito respeitados do gênero electro house. Chris Lake, inglês que vem do seu sucesso o single "Sundown", lançado no final do ano passado. Lake também produziu clássicos como "Changes" e "Only One". E Lazy Rich, canadense que eu considero um dos principais artistas do seu estilo, embora não tenha postado muita coisa sua aqui no blog. Rich sempre surpreendeu com seus remixes, como os mais recentes para "Silhouettes" e "Stars Come Out", e os mais antigos para "Weapon of Choice", "Gangster Trippin", "Trouble", "Hello" entre muitos outros mais. Ele também deu apoio para que muitos Djs brasileiros crescecem na cena electro house, tais como Alex Mind, Chrizz Luvly, Eric Farias e Dart & Vader.
   

Calvin Harris - Sweet Nothing ft. Florence Welch

   Depois do maravilhoso remix que fez para a música "Spectrum" de Florence Welch, o Dj escocês Calvin Harris agora apresenta a sua nova colaboração com a cantora, o single "Sweet Nothing". Assim como David Guetta, Harris ganhou fama internacional ao produzir ao lado de artistas já consagrados, tais como Rihanna, Ne-Yo, Example, e agora Florence, que para quem não sabe, é uma das novas febres do Reino Unido. Florence + The Machine (The Machine refere-se à banda de apoio à cantora) lançou hits como "Shake It Out", "Never Let Me Go", a já citada "Spectrum" e "You've Got the Love", que recebeu uma ótima versão do Dj Mark Knight.
   Com dois nomes dessa grandeza, eu nem preciso dizer que "Sweet Nothing" está fazendo muito sucesso. A música fará parte do novo álbum de Calvin Harris, "18 Months", que tem seu lançamento previsto para o final de outubro. Confira!

David Guetta - She Wolf (Falling to Pieces)

   Acabou de ser lançado o videoclipe do novo single de David Guetta, "She Wolf (Falling to Pieces)", nos vocais de Sia. A última participação do Dj e a cantora australiana foi com a música "Titanium", sucesso mundial que alcançou 110 milhões de visualizações no Youtube. Para tentar repetir essa façanha, o novo single do francês segue um estilo muito parecido ao de "Titanium", começando com uma melodia melosa que logo em seguida é quebrada com o som energético do electro.
   "She Wolf (Falling to Pieces)" faz parte do álbum "Nothing But The Beat – 2.0". Ela foi também lançada pelo site Beatport acompanhada de dois remixes, um de Michael Calfan e outro de Sandro Silva. Não será surpresa se Guetta for eleito mais uma vez como o Dj número 1 do mundo pela DJ Mag.


Avicii vs Eric Turner - Dancing in My Head

   Assim como Lenny Kravitz, Eric Turner é outro grande cantor que firmou parceria com Avicii, com a música "Dancing in My Head". Conhecido pelo single que virou hit mundial, "Written In The Stars" ao lado do rapper Tinie Tempah, Eric Turner é um cantor e compositor americano mas que reside atualmente na Suécia. Ele trabalhou com outros rappers como Lupe Fiasco, Kardinal Offishall, Wretch 32 e Professor Green. Para ganhar mais visibilidade na sua carreira que começou a pouco tempo, Turner aposta na união de um dos Djs mais badalados do momento, o sueco Avicii.
   "Dancing in My Head" ficou muito parecido com "Levels", por isso tem tudo para fazer muito sucesso. Com uma melodia fantástica e um vocal marcante, o novo single de Avicii e Eric Turner não vai sair tão fácil da sua cabeça. Confira!


Madeon - The City

   No "Artista do Mês" de julho vocês conheceram o jovem produtor francês Madeon, que aos 18 anos de idade se tornou em uma das novas promessas da música eletrônica. Agora eu os convido a assistirem o primeiro videoclipe musical do artista, gravado para o single "The City". Assim como nos trabalhos anteriores, seu novo single está fazendo muito sucesso, ele tem ótimos vocais e segue um gênero mais progressivo, e não tão electro como os demais. Além disso conta com um vídeo muito bonito, que retrata uma divertida guerra de cores.
   Madeon ainda tem um longo caminho a seguir, mas pelo vídeo "Pop Culture", remixes e suas faixas até aqui, o francês mostrou que já está perto de ser considerado um artista de ponta. Tire suas conclusões a seguir com "The City"!

Tiësto & Steve Aoki - Tornado

   Demorou mas saiu, o videoclipe do single "Tornado", lançado no final do ano passado pelo holandês Tiësto e o americano Steve Aoki. Em mãos, dois Djs de uma imensa popularidade e de muito talento também. Tiësto já foi eleito o melhor Dj do mundo, hoje ele é o terceiro atrás de David Guetta e Armin van Buuren, sendo o meu preferido dos três. Steve Aoki aparece na 42º lugar do ranking, mas tenho certeza que subirá algumas posições, devido as suas ótimas produções neste ano.
   "Tornado" combina belas melodias com o som do electro house, se não me engano ela também atingiu o primeiro lugar nas 10 faixas mais vendidas do Beatport. Quem contracena o vídeo é Steve Aoki, em uma corrida espacial estilo retrô. Junto com o vídeo foram lançados os remixes de Kill The Noise, Felix Cartal e Angger Dimas.


Dada Life - Feed the Dada

   Depois de "Rolling Stones T-Shirt", a dupla sueca Dada Life retorna com um novo sucesso, o single "Feed the Dada". Classificados na 38ª posição no ranking da DJ Mag os produtores Olle Corneer e Stefan Engblom, que até parecem irmãos, são conhecidos pelas suas grandes atuações diante do público. Além de tocarem muita música boa, eles ainda fazem várias brincadeiras para divertir a galera. Dada Life já tocou nos maiores maiores festivais de música eletrônica e abriu vários shows da turnê de maior sucesso do Dj Tiësto, a Kaleidoscope World Tour.
   E como sempre, a dupla traz o seu estilo inconfundível para as pistas, o electro house que rendeu o segundo lugar nas vendas do Beatport, o single "Feed the Dada".


Swedish House Mafia - Don't You Worry Child ft. John Martin

   Acabou de sair o vídeo do novo single, e talvez o último, do grupo Swedish House Mafia, chamado "Don't You Worry Child". Após emplacar vários hits como "One", "Miami 2 Ibiza" e "Save The World", os produtores Steve Angello, Axwell e Sebastian Ingrosso decidiram encerrar a parceria, que durara quatro anos. O comunicado foi dado na página oficial do trio, dizendo que esta seria a última turnê do Swedish House Mafia. Tive o prazer de acompanhar algumas das primeiras produções entre os membros do grupo, como "It's True" e "Tell Me Why", também o primeiro single deles três juntos, "Leave the World Behind" com Laidback Luke.

    Swedish House Mafia deixará muita saudade em seus milhares de fãs, mas tenho certeza que individualmente os Djs continuaram a lançar faixas incríveis. E não há despedida melhor do que um grande single, como "Don't You Worry Child".


Avicii vs Lenny Kravitz - Superlove

   Aqui está o vídeo do novo single de Avicii, ele se chama "Superlove" e foi criado em parceria com o cantor americano Lenny Kravitz. É verdade que nos últimos anos Kravitz não obteve tanto êxito com seus singles como tinha nos anos 90 e início de 2000. Mas enfim, o cantor teve um grande papel na cena musical, tanto que ganhou o Grammy Awards para "Melhor Performance Rock Vocal Masculino" por quatro anos consecutivos. Para tentar voltar ao auge, Lenny conta agora com a ajuda de um dos principais nomes da música eletrônica, o Dj e produtor sueco Avicii.
   Felizmente, Avicii não precisou se adaptar muito ao estilo de Kravitz. Assim, "Superlove" continua sendo uma daquelas belas canções melódicas que só Avicii sabe fazer. E com um vocal desse tamanho, ela tem tudo para ser mais um sucesso.


Nervo & Hook N Sling - Reason

   E as irmãs australianas Nervo continuam a todo vapor em suas carreiras, logo após o sucesso de "You're Gonna Love Again", dessa vez é "Reason" que aparece entre topo de vendas no Beatport. O single foi feito em parceria do também australiano Hook N Sling, Dj que está em grande ascensão na cena eletrônica, ele é um dos responsáveis pelo hit "Take You Higher" além de outras produções.
   "Reason" é um ótimo progressive house, conta com os vocais próprios de Nervo e está entre as três músicas mais vendidas do Beatport. Com uma sequência de grandes produções as irmãs com certeza deveram aparecer entre os top 100 Djs da DJ Mag, lista que ainda é dominada por homens. Confira agora o vídeo de "Reason"!






Teresa Cristina: Roberto Carlos e Candeia, tem rock no samba

Teresa Cristina

A sambista Teresa Cristina faz 44 anos nesta terça-feira, 28, e, em vez de ela receber presentes de aniversário, nós é que vamos ser presenteados: ela grava dois CDs em 2012. Teresa conta que um já estava planejado e será só com composições do mestre Candeia, da Portela, que teve forte influência na sua formação musical graças ao bom gosto do pai da cantora, Luiz Alberto Gomes da Conceição. Seu Lula, como é conhecido, não deixou que a menina Teresa tivesse ouvidos apenas para os hits da discoteca. A mãe dela, por sua vez, cuidava dos afazeres de casa cantarolando Roberto Carlos. Dona Hilda Macedo Gomes é, então, a responsável pelo encanto da moça pelas canções românticas do rei. É daí que vem outra surpresa: a sambista vai gravar um álbum só com músicas de Roberto e, o mais interessante, ao ritmo de rock’n roll. Ela já tem até a autorização do rei para isso.

A idéia vai caminhar com a ajuda da Banda Os Outros, grupo de rock que queria cantar Roberto. O baixista Vitor Paiva é muito amigo da cantora. Ficou tudo certo entre eles e Teresa Cristina se perdeu revendo todas as canções de Roberto. “Meu pai me fez gostar de samba. Minha mãe gostava também, mas me criou cantando Roberto Carlos. Hoje, quando ouço as músicas dele, vejo passar minha vida toda na minha frente”, ela conta. “Lembro que fiquei muito emocionada no ano passado quando vi a Beija-Flor desfilar tendo Roberto Carlos como enredo. Pensei: ‘Nunca vou conseguir cantar uma música dele’”, lembra Teresa, que fez do samba sua carreira. Conversa vai, conversa vem, e a artista, como a mãe dela, cantarola trechos das canções do rei. Parece que ela conhece todas.

O show com a Banda Os Outros já está sendo apresentado e vai ser gravado em CD e DVD. Nos dias 17 e 18 de março, o espetáculo estará em São Paulo, no Sesc Pinheiros. Em 24/3, será a vez do Rio de Janeiro, no Teatro Rival. Além de Vitor, a banda é integrada também por Fabiano Ribeiro (bateria), Eduardo Sodré e Papel (guitarras) e Botika (vocal). Há ainda a participação de Yuri Villar (sopros) e Ricardo Rito (teclados). Teresa já tem cinco álbuns gravados: A Música de Paulinho da Viola (2002), A Vida Me Fez Assim (2004), O Mundo é Meu Lugar – Ao Vivo (2005), Delicada (2007) e Melhor Assim (2010).

Vale lembrar que Teresa Cristina também é compositora. Perguntei à sambista se ela entende por que os homens predominam como compositores e as mulheres surgem em número cada vez maior como grandes intérpretes. “Essa realidade está demorando para mudar”, ela comenta, citando algumas compositoras novas. Ela lembra ainda de grandes compositoras, como Dona Ivone Lara e Dolores Duran, que acabaram buscando parcerias masculinas para suas canções ganharem maior visibilidade. Também fala de homens que fazem composições femininas e que são deliciosas de ouvir na voz de uma mulher: “Chico Buarque, Martinho da Vila, Assis Valente, Gonzaguinha...”, enumera a cantora. Em compensação, as mulheres surgem em profusão da MPB quando o assunto é interpretação. Novas e boas cantoras não param de pipocar em todo o país.

E o que Teresa mais gosta de cantar? Amor, dor, alegria, realidade social? “No fundo, no fundo, toda canção é uma canção de amor. Seja fazendo um questionamento social, falando de injustiça... seja o que for. O amor é a base de tudo”, afirma. “Percebo que as pessoas têm vergonha de falar de amor. Quando a música é contestadora – como quando o Zé Kéti canta a injustiça no morro ou a discriminação contra o negro – ele está reclamando do amor dele que foi ferido. Quando as músicas criticam políticos, governantes, é o nosso amor de cidadão que está ali.” Teresa adora cantar o amor. Por isso foi um deleite para ela mergulhar no repertório de Roberto Carlos. “É uma entrega, uma forte emoção. O repertório romântico tem uma linguagem direta, verdadeira, sem muitos recursos estilísticos. Por isso toca o coração de tanta gente, de gente de todo tipo”, ela avalia.

Funk e axé não são muito a praia dessa carioca, mas há momentos em que ela mergulha nessas águas também e encontra prazer. “As pessoas têm o direito de gostar do que elas gostam. Ninguém consegue viver sem música. Agora, o tipo de música, cada um escolhe o seu”, decreta Tereza. “Não tenho o costume de ouvir axé. Mas, por exemplo, estava ouvindo a Banda Tono outro dia e a canção ‘A Deusa do Amor’, do Olodum, me ganhou pela melodia e pelo arranjo de Moreno Veloso. O ritmo do funk é muito bom. Nos anos 80 tinha uma temática diferente. A realidade cantada por Willian & Duda ou em músicas como “Endereços dos Bailes”, quem mais poderia cantar se não eles? Eles cantam o que conhecem, o que vivem. O que eu acho triste é ver uma criança de 6 anos cantando e dançando uma música com forte apelo sexual, como os funks atuais. Mas, cada um escolhe a música que gosta.”]
“A Deusa do Amor”, com Moreno Veloso:



Monobloco e a “velha guarda do funk”

Sobre a MPB da atualidade, Teresa Cristina vê uma mistura com o pop. “Hoje é tudo misturado. O samba resiste. Não dá pra reclamar. Está até nas trilhas das novelas. Deixou de ser bumbum de fora e passou para calça de veludo”, brinca Teresa. E sobre carnaval, ela conta que consegue enxergar o melhor de cada escola do samba carioca, mas não entende nada de apuração, dos critérios dos jurados. A artista esteve no estúdio da TV Globo na Passarela do Samba acompanhando e comentando os desfiles. É portelense, mas se emocionou com a São Clemente, com o samba da Mocidade Independente, com o abre-alas da Mangueira: “Aqueles orixás estavam com uma expressão tão forte, pareciam incorporados mesmo; estavam ali abençoando o Cacique de Ramos, a Beth Carvalho... Fiquei arrepiada. Esse foi um ano de bons sambas.” Agora, entre um e outro carnaval, a gente fica com a alegria dessa sambista que junta sua voz doce a delicadas composições. Feliz aniversário, Teresa!





Luiz Gonzaga: no centenário do poeta sanfoneiro, o carnaval canta o baião


Luiz Gonzaga
Eu ia escrever sobre Carmen Miranda, mas quando vi o encontro do Homem da Meia-Noite com o Galo da Madrugada, em Recife, em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga, mudei de ideia. Vamos matar a saudade do Rei do Baião. O governo de Pernambuco tornou 2012 o Ano Cultural Luiz Gonzaga e a escola de samba carioca Unidos da Tijuca fez de Gonzagão seu enredo. Desfila nesta segunda-feira, 20.


Em 13 de dezembro de 1912, nasceu o Rei do Baião, no pequeno vilarejo com o emblemático nome de Exu, no sertão pernambucano, e recebeu o nome de Luiz Gonzaga Nascimento. Luiz porque era dia de Santa Luzia, Gonzaga por sugestão do vigário que o batizou, e Nascimento por ser o mês em que Maria deu à luz Jesus. Ele era filho de Ana Batista de Jesus, uma cabocla bonita conhecida como Santana, e de Januário José dos Santos, o único tocador de sanfona da região, um fole de oito baixos.
Segundo dos nove filhos do casal, aos 8 anos já empunhava sua sanfona e recebia cachê para cantar e tocar a noite inteira em festas da região. Em 1920, era famoso por lá. Quatro anos depois, por causa de uma enchente, a família se mudou para Araripe. Lá, Gonzaga adquiriu um fole Kock de oito baixos, com a ajuda de um coronel, que pagou a metade do preço do instrumento. Luiz Gonzaga já ganhava mais que o pai, mas não tanto para comprar sozinho o fole, muito acima de suas posses.

Em 1926, ele foi para o Rio de Janeiro. Lá, se apaixonou por Nazarena, mas o pai da moça não gostou nem um pouquinho do namoro. Arrumou uma confusão e acabou vendendo sua sanfoninha de oito foles, indo em seguida para o Ceará. Aumentou sua idade para entrar no exército, e virou soldado Nascimento. Correu o país em missões militares durante a Revolução de 1930. Enquanto isso, seu pai, mestre Januário, conseguiu reaver a sanfona que Gonzaga tinha vendido. Gonzaga continuou no exército e, nas horas de folga, não deixava de ouvir músicas no rádio. Aí, decidiu fazer um concurso para músico, no exército mesmo – mas foi reprovado. Não conhecia a escala musical. Então, virou soldado-corneteiro e ganhou o apelido de Bico de Aço. Ainda no exército, em 1936, aprendeu a tocar sanfona de 120 baixos; comprou uma de 48 baixos e tocou em algumas festas. Ele pagou uma pequena fortuna para comprar uma sanfona branca, Honner, de 80 baixos, de um caixeiro-viajante. Só que o cara era um vigarista. Luiz Gonzaga, que a essa altura servia em um quartel em Ouro Preto (MG), foi então pra São Paulo atrás do vendedor pilantra. Não conseguiu achar o sujeito, mas não voltou de mãos vazias. Com o dinheiro que faltava pagar ao caixeiro-viajante, comprou uma sanfona igualzinha a que o fulaninho que o enganou ofereceu a ele.

Em 1939, Gonzaga deu baixa do exército. Voltou para o Rio com intenção de, de lá, ir para casa em Exu. Mas acabou ficando na Cidade Maravilhosa. Foi no Rio que apresentou pela primeira vez em um palco, o cabaré chamado O Tabu.
Ritmos estrangeiros invadiram o país como consequência da grande guerra e Luiz Gonzaga não se fez de rogado: tocava todo tipo de música, incluindo blues e fox trot. Voltando às raízes, em 1940 foi ao programa de rádio de Ary Barroso, Calouros em Desfile; tocou a música “Vira e Mexe”, de sua terra, e conseguiu nota máxima. Então, ele foi trabalhar com Zé do Norte no A Hora Sertaneja, programa da Rádio Transmissora. No ano seguinte, assinou contrato com gravadora RCA Victor e lançou 4 músicas em um disco de 78 rotações. Gravou mais dois e ganhou destaque na mídia. Gonzagão gravou 30 discos instrumentais - não podia cantar neles por imposição da gravadora. Seu sucesso, até então, era apenas como sanfoneiro.


Em 1943, viu o sanfoneiro catarinense Pedro Raimundo se apresentar com roupas de gaúcho. Decidiu, então, vestir-se com roupas típicas do nordeste. E mais: irritou-se com a interpretação que Manezinho Araújo deu a uma composição sua em parceria com Miguel Lima: “Dezessete e Setecentos”. Resolve cantá-la. E aí seu sucesso só fez crescer, crescer e crescer. Gonzagão foi para a Rádio Nacional, onde Paulo Gracindo acabou divulgando seu novo apelido, Lua, por ter cara redonda. Em 1945, gravou seu primeiro disco tocando e cantando. O hit é “Dança Mariquinha”. O sucesso aumentou. Gravou mais e, em 1947, lançou a música que é um ícone de sua obra e um dos grandes clássicos da MPB: “Asa Branca”, em parceria com Humberto Teixeira. Foi também nessa época que adotou o acessório que marcou sua imagem, um chapéu de couro igual ao que Lampião usava. No ano seguinte, casou-se com Helena das Neves. Mas Luiz Gonzaga já tinha um filho de 3 anos de uma relação anterior, Luiz Gonzaga do Nascimento Junior. Posteriormente, adotou uma menina com Helena, a Rosa Maria.
Em 1949, muito preocupado com a violenta guerra entre coroneis que acontecia em Exu, resolveu trazer a família para o Rio.

Começou a compor muito, principalmente em parceria com Humberto Teixeira e Zé Dantas. Suas músicas passaram a ser gravadas também por outros intérpretes e, em 1951, ele já era o Rei do Baião. A gravadora RCA Victor trabalhava praticamente só para ele. Em 1955, gravou seu primeiro disco de 45 rotações e, em seguida, o primeiro LP, de 10 polegadas e 33 rotações. Em 1958, no auge da Bossa Nova, gravou um LP de 12 polegadas: Xamego.

Em 1961, Luiz Gonzaga resolveu virar Maçom. Sofreu seu segundo acidente de carro e feriu o olho direito. Dois anos depois, sua sanfona Universal foi roubada e ele adotou, definitivamente, a sanfona branca. Mandou gravar “É do Povo” em todos os seus instrumentos.
Depois do golpe militar, em 1965, Geraldo Vandré gravou “Asa Branca” e Gilberto Gil começou a falar do Rei do Baião em suas entrevistas. Luiz Gonzaga gravou “Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores”, hino contra a ditadura, e “Fica Mal com Deus”, ambas compostas por Vandré.

Aconteceu uma coisa engraçada em 1968. Carlos Imperial começou a espalhar que os Beatles gravaram “Asa Branca”! Mentira, claro. Luiz Gonzaga ocupou de novo muito espaço na imprensa por causa dessa brincadeira e virou destaque na revista Veja com a matéria “Gonzaga: a volta do Baião”. Em 1971, Caetano Veloso e Sérgio Mendes gravam “Asa Branca”. O nordestino de Exu virou sucesso entre os hippies.

No ano seguinte, aos 59 anos, Gonzaga se apresentou para um público jovem no Teatro Teresa Raquel, no Rio, uma iniciativa de Capinam. Deixou a RCA Victor e foi para a Odeon. O grego Demis Roussos também gravou “Asa Branca”, em versão em inglês, “White Wings”.

Em 1980, ele cantou para o Papa João Paulo II e recebeu um “obrigado, cantador”. Ele se emocionou muito. Em 1982, virou, enfim, Gonzagão. O filho, Gonzaguinha, o acompanhou numa turnê e já mostrava que só daria orgulho ao pai. Os dois haviam gravado juntos o LP Descanso em Casa, Moro no Mundo, grande sucesso. Em 1984, ganhou seu primeiro Disco de Ouro com o LP Danado de Bom. Três anos depois, veio o Disco de Platina com Forró de Cabo a Rabo. Em 1988, foi para a gravadora Copacabana. Lá gravou seus últimos LPs.

Naquele ano, separou-se de Helena e assumiu a relação com Edelzuíta Rabelo. Em 1989, Gonzagão se apresentou pela última vez, surgindo no palco em uma cadeira de rodas. Ele sofria de osteoporose e, desobedecendo ordens médicas, participou de um show, com Dominguinhos, Alceu Valença e Gonzaguinha, entre outros, no dia 6 de junho no teatro Guararapes, em Recife. No dia 21 de junho foi internado e morreu no dia 2 de agosto, aos 76 anos, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Curiosamente, nesse mesmo dia, uma galinha pela qual Luiz Gonzaga tinha grande estima morreu também. A galinha estava em uma das fazendas que o Rei do Baião havia vendido com tudo dentro, fazendo, porém, uma recomendação especial para cuidarem muito bem da bichinha. Dizem que ela morreu de tristeza.

Para quem for acompanhar o desfile da Unidos da Tijuca, hoje, algumas informações:
Enredo: “O dia em que toda a realeza desembarcou na avenida para coroar o rei Luiz do sertão”
Samba da Unidos da Tijuca:



Segue a letra do samba, composto por Vadinho, Josemar Manfredini, Jorge Callado, Silas Augusto e Cesinha


Nessa viagem arretada

“Lua” clareia a inspiração
Vejo a realeza encantada
Com as belezas do Sertão
“Chuva, sol”, meu olhar
Brilhou em terra distante
Ai, que visão deslumbrante, se avexe não
Muié rendá é rendeira
E no tempero da feira
O barro, o mestre, a criação
Mandacaru, a flor do cangaço
Tem “xote menina” nesse arrasta-pé
Oh! Meu Padim, santo abençoado
É promessa, eu pago, me guia na fé
Em cada estação, a “triste partida”
Eu vi no caminho vida severina
À margem do Chico espantei o mal
Bordando o folclore, raiz cultural
Simbora que a noite já vem, “saudades do meu São João”
“Respeita Véio Januário, seus oito baixo tinhoso que só”
“Numa serenata” feliz vou cantar
No meu Pé de Serra festejo ao luar
Tijuca, a luz do arauto anuncia
Na carruagem da folia, hoje tem coroação
A minha emoção vai te convidar
Canta Tijuca, vem comemorar
“Inté Asa Branca” encontra o pavão
Pra coroar o “Rei do Sertão”


Elis Regina com Rita Lee, Tom Jobim, Jair Rodrigues e Gal Costa: vídeos memoráveis

Elis Regina

Elis Regina é daquelas cantoras que a gente pode ouvir mil vezes que não enjoa. Ao contrário, é sempre um prazer. Por isso, essa é a primeira vez que falo dela aqui, mas, com certeza absoluta, não será a última.

Bom, pra relembrar essa figura inigualável da MPB (que há três décadas nos deixou, em 19 de janeiro de 1982), escolhi quatro vídeos nos quais Elis faz duetos geniais como ela. Aliás, o caso da Elis não é de genialidade, porque seu talento nunca esteve ligado à inteligência e, sim, ao coração. Ela canta com alma. Mais que interpretar, Elis vive a música. Não vou postar aqui (ao menos hoje), mas quem não se lembra dela chorando enquanto entoava “Atrás da Porta”? 
Falando em lágrimas, Elis morreu vítima de uma overdose de cocaína e álcool. Esses ícones excepcionais do mundo das artes geralmente têm um fim trágico. Mas não acabam aí. Elis é perene e absolutamente ímpar. Contudo, olha só o que ela fez ao conseguir um par:

A canção que dá nome ao disco foi tratada como brilhante pela crítica nacional e internacional. O disco foi gravado em 1974, quando Elis fazia dez anos de gravadora, a Philips. Foi ela quem escolheu fazer um disco com Tom Jobim que, anos antes a recusou para um papel no musical Pobre Menina Rica porque ela cheirava a churrasco. Optou por Nara Leão. As gravações foram meio nervosas, porque Tom implicava um pouco com os arranjos e piano eletrônico de Cesar Camargo Mariano, marido de Elis. Na contracapa do disco, Elis escreveu: "Nos meus dez anos de gravadora, ganhei de presente um encontro com Tom. Foram momentos vividos por duas pessoas muito tensas, que só conseguem se descontrair através da música. Ficou a saudade de um passado recente, em que as cores eram outras e as pessoas mais felizes". Tom, como Elis, não tem substituto. Ele inclusive foi homenageado com um prêmio pelo conjunto da obra no Grammy 2012, no último domingo, 12. Olha como a dupla brinca com palavras e emoções:

Elis e Tom Jobim



Par histórico. Elis e Jair fizeram um show juntos em 1965 e foi sucesso absoluto. Gravaram três discos ao vivo, chamados Dois na Bossa, e ainda comandaram durante três anos um programa na TV Record que foi um marco na MPB, O Fino da Bossa. Reparem no “gingado” deles. Esses aí se divertiam. O vídeo abaixo é de uma apresentação em Portugal. Primeiro, Elis canta sozinha “Upa Neguinho”, canção inesquecível. Clique aqui para ler entrevista com Rodrigues, que relembra a amizade com a cantora.




Elis e Gal

Duas vozes absolutas, instrumentais. Elis Regina e Gal Costa tratam suas vozes como um instrumento a mais na orquestra. Nesse caso, Elis não é apenas coração. É uma espécie de artesã de sua capacidade vocal, criando o som que deseja, da forma como imagina. E Gal, idem. E no meio de tanta maestria, essas duas não deixam de se divertir também. Um detalhe: reparem como Elis tem trejeitos parecidos com os de Jair Rodrigues, mesmo longe dele. Esse vídeo também é memorável, para se ver incansavelmente.




Elis e Rita Lee:

Irreverência. Qualidade comum às duas, que passaram uma década olhando torto uma para a outra. Afinal, Elis era a rainha da MPB e Rita Lee uma roqueira, ritmo que ainda era visto como espécie de invasão norte-americana. No entanto, Rita foi presa em 1976 por porte de maconha e, surpreendentemente, a única que foi visitá-la na cadeia foi Elis Regina. Daí nasceu uma grande amizade, uma grande parceria para felicidade geral (clique aqui para ver a própria Rita contando essa história). Elis era tinhosa, tinha um temperamento danado, e acabou ganhando o apelido de Pimentinha, dado por Vinicius de Moraes. Daí, Rita compôs com Roberto de Carvalho “Doce Pimenta”:

Pra completar, a própria Rita Lee acha que Maria Rita, filha de Elis, ganhou esse nome por causa dela. Elis chamava Rita de Maria Rita. E, falando em Maria Rita, olha só que bacana mãe e filha nesse vídeo com Marília Gabriela. Maria Rita vesguinha e Elis falando de ecologia em 1980. Uma visionária em todos os aspectos.