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19 de mar de 2013

O que eles não querem que você saiba!





 TUDO QUE ELES NÃO QUEREM QUE VOCÊ SAIBA.[VEJA ESTE VÍDEO] antes que os iluminatis

O Futuro Governo Mundial


Dentro de pouco tempo, um governo cruel, perverso e totalitário, mas com um discurso impecável de paz, amor e fraternidade, tomará conta do planeta Terra. Nada pode impedir que isso aconteça. Os Estados Unidos, depois de um colapso repentino e misterioso, serão impotentes, um mero peão no desenrolar dos acontecimentos. Mas será que essa transformação será provocada pelos lendários Trilateralistas? Não! A conspiração é muito maior do que isso e poderosa demais para ser controlada pelos Trilateralistas.

Há muitos rumores alarmistas de que importantes líderes políticos de Washington estariam envolvidos numa conspiração para trair os interesses nacionais dos Estados Unidos. Esses homens, todos membros ou ex-membros da Comissão Trilateral e/ou do Conselho de Relações Exteriores (CFR, em inglês), estariam trabalhando lado a lado com certos líderes comunistas importantes numa conspiração internacional para estabelecer um governo mundial [...]. Não há dúvida de que esses relatos têm um fundo de verdade. Mas as pessoas invariavelmente exageram quando se referem aos Trilateralistas e ao pessoal do CFR, parecendo atribuir onisciência e onipotência aos “internacionalistas”.


De fato, membros de várias organizações políticas importantes, tanto nos EUA como no exterior, fazem parte de uma conspiração internacional para estabelecer um governo mundial. Mas será que isso é tão ruim assim? De que outra forma pode haver uma paz mundial justa e duradoura? Com certeza, um governo mundial não seria considerado algo ruim, mas sim a maior esperança de se evitar um holocausto nuclear. Porém, muitos argumentam que esse governo só poderia ser estabelecido através do sacrifício de liberdades preciosas para o Ocidente [...].

Em vários de seus livros, 
H. G. Wells parece ter previsto com precisão assustadora os passos que levarão ao surgimento do futuro governo mundial. Embora defendesse um socialismo internacional benevolente, ele não tinha ilusões com relação ao Comunismo, que rejeitou com estas palavras:

Na prática, vemos que o Marxismo [...] recorre a atividades perniciosamente destrutivas e [...] é praticamente impotente diante de dificuldades materiais. Na Rússia, onde [...] o Marxismo foi testado [...] a cada ano fica mais claro que o Marxismo e o Comunismo são desvios que se afastam do caminho do progresso humano [...]. O principal erro dessa teoria é a suposição simplista de que pessoas em situação de desvantagem se sentirão compelidas a fazer algo mais do que a mera manifestação caótica e destrutiva de seu ressentimento [...]. Nós rejeitamos [...] a fé ilusória nesse gigante mágico, o Proletariado, que irá ditar, organizar, restaurar e criar [...].


Em vez disso, Wells previu que a nova ordem mundial estaria nas mãos de “uma elite de pessoas inteligentes e com um pensamento religioso”. A religião desses conspiradores sinceros, que Wells explicou e confessou seguir, é exatamente o que a Bíblia descreve como a religião do futuro Anticristo! Mas poucas pessoas perceberão isso, pois todos estarão muito empenhados em salvar o mundo do holocausto nuclear. Seus objetivos serão tão sinceros e parecerão tão lógicos: uma paz genuína e duradoura só pode ser obtida através do controle mundial sobre os interesses nacionalistas que, de outra forma, geram disputas por territórios, recursos, riqueza e poder, provocando guerras para atingir seus objetivos [...].

Criado pela mãe para ser evangélico, Wells tornou-se um apóstata inimigo de Cristo. Amigo íntimo de T. H. Huxley, Wells era ateu e ávido evolucionista. Porém, tinha uma religião, uma crença de que uma elite de homens-deuses evoluiria no tempo oportuno, “tomaria o mundo em suas mãos e criaria uma ordem racional”. O mundo seria transformado através dessa religião apóstata. Duvido que Wells soubesse que estava profetizando o cumprimento de uma profecia bíblica: “Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição”. Entretanto, Wells parecia saber que isso não aconteceria em sua geração, mas ocorreria provavelmente na seguinte:

Para a minha geração, desempenhar o papel de João Batista deve ser a  maior ambição. Podemos proclamar e revelar o advento de uma nova fase da fé e do esforço humano. Podemos indicar o caminho cuja descoberta tem sido o trabalho de nossa vida [...]. Aqui – dizemos – está a base para um mundo novo.

A idéia de um governo mundial está em circulação há muito tempo. A novidade hoje é o fato de que quase todo mundo está chegando à mesma conclusão e, no desespero do momento, milhões de pessoas estão fazendo algo a respeito [...]. Como H. G. Wells previu, a “conspiração” agora se tornou um movimento evidente que envolve centenas de milhões de “crentes”. A maioria desses “conspiradores declarados”, como Wells profetizou, tem em mente uma unidade mundial baseada mais no relacionamento interpessoal do que propriamente num governo, como querem os internacionalistas. A maior demonstração de que isso já é totalmente possível são as redes formadas por milhares de grupos de cidadãos comuns trabalhando em conjunto, no mundo inteiro, no novo e poderoso movimento pela paz. Isso também parece ter sido previsto por Wells, que escreveu: “O que estamos procurando alcançar é a síntese, e esse esforço comunal é a aventura da humanidade”.

Alguma coisa importante está tomando forma – um imenso e crescente movimento popular cujo caráter é mais religioso do que político, embora  não no sentido comum da palavra. É uma nova espiritualidade, um misticismo grande demais para ser confinado nos limites estreitos de qualquer religião.
O Dr. Fritjov Capra, brilhante físico-pesquisador da Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou:

Vivemos hoje num mundo interconectado globalmente [...] que requer uma perspectiva ecológica [...] uma nova visão da realidade, uma transformação fundamental das nossas idéias, percepções e valores [...].

É interessante o que H. G. Wells declarou, ao escrever sobre a “conspiração declarada” que acabaria por estabelecer a nova ordem mundial: “Esta é a minha religião [...] a verdade e o caminho da salvação [...]. Ela já está se desenvolvendo em muitas mentes [...] uma imensa e esperançosa revolução na vida humana [...]”.

Existem evidências suficientes de que o que Wells previu está finalmente acontecendo. Isso não é obra do acaso e já está grande demais para ser controlado pelos Trilateralistas [...].

Estamos diante não só de um futuro governo mundial, mas também de uma futura religião mundial. Na era espacial, ela precisará ter o aval da  ciência. Mas que religião seria essa?

Não é preciso ser nenhum gênio para perceber que, se a Bíblia chama seu líder de Anticristo, então ela tem que ser anticristã. Entretanto, o próprio Senhor Jesus avisou que esse homem fingiria ser o Cristo e que  seu disfarce seria tão astuto e convincente que enganaria “se possível, os próprios eleitos”. (Dave Hunt, The 
Berean Call - http://www.chamada.com.br)

Fonte: www.chamada.com

 O Controle Mental das Massas

Legalizando o Controle Mental

"Os princípios da saúde mental não podem ser levados adiante com sucesso em qualquer sociedade se não houver uma progressiva aceitação do conceito de cidadania mundial." — Congresso Internacional Sobre Saúde Mental, 1948. [1].
"... o assunto que será de máxima importância politicamente é a Psicologia das Massas... A população não terá a permissão de saber como suas convicções foram geradas. Quando a técnica tiver sido aperfeiçoada, todo governo que esteve encarregado da educação para uma geração será capaz de controlar seus súditos seguramente e sem a necessidade de exércitos ou de policiais. Todavia, há somente um país que foi bem-sucedido em criar esse paraíso para os políticos." — Bertrand RussellThe Impact of Science on Society.
Será se o povo americano permitirá que o controle pelo governo e que o coletivismo substituam a liberdade e o individualismo? Pode apostar que sim! Assim também irá o resto do mundo. Essa transformação social está a caminho e as massas são os alvos preferidos. 

Você se pergunta como os países definirão, medirão, monitorarão e promoverão "a saúde mental ótima da população?" Tudo começa com uma legislação sutil e até secreta. Em 1960, o Dr. Lewis Alesen, um cirurgião e presidente da Associação Médica da Califórnia fez a seguinte advertência:
"... os proponentes do programa de Saúde Mental foram rápidos em elaborar uma série de propostas legislativas... este é o antigo subterfúgio dos coletivistas, cuja única solução para qualquer problema, seja econômico, social ou político, é a aprovação de mais uma lei, a imposição de mais um tributo e a criação de mais um órgão burocrático."

Ele estava certo. Ano após ano, novas leis que ampliam a rede de vigilância — e novas regulamentações que proíbem o "ódio", a "intolerância" e outras amplas e ambíguas ameaças à solidariedade — estão construindo uma inescapável estrutura para o controle.
"Temos um claro modelo estabelecido", anunciou o Secretário da Saúde David Satcher, no encontro do Consórcio Nacional Para uma População Saudável, em 1998. Falando sobre esse modelo, Satcher explicou:
"Atualmente, 47 estados estão ativamente envolvidos nas iniciativas População Saudável 2000 e as iniciativas 'Cidade Saudável e Comunidade Saudável' estão sendo seguidas em todo o país. Centenas de organizações nacionais revisaram os Objetivos do Ano 2000 e os adotaram como sendo seus... Nenhuma outra prioridade gerou tanto  interesse e entusiasmo quanto esta sobre saúde mental…"
"Nossos esforços estarão focados em manter um sistema de vigilância em saúde global", ele continuou. População Saudável 2010 é a contribuição dos EUA para o chamado da OMS para que os países renovem seu comprometimento com a saúde para todos."
Em 29 de abril de 2002, o presidente George W. Bush adicionou seu apoio a essa rede gigantesca ao assinar uma Ordem Executiva com o título enganoso "Comissão Presidencial Nova Liberdade Sobre Saúde Mental". Essa Ordem Executiva criou uma comissão que vinculava os Departamentos de Saúde e Serviços Humanos, Educação e Trabalho juntos em uma busca comum pelos "resultados desejados da assistência à saúde mental, com o objetivo de alcançar o nível máximo de emprego, cuidado próprio, relacionamentos interpessoais e participação na comunidade."
Isto pode parecer uma coisa boa para alguns de vocês. Afinal, a doença mental deixa desoladas inúmeras vidas e famílias em todo o mundo.

Entretanto, esse vasto programa de vigilância e tratamento mental vai muito além das doenças mentais reais. Em vez de informar os contribuintes que pagam seus impostos, os objetivos aparentemente bons e os títulos promissores parecem destinados a esconder a verdade, a pacificar as massas e evitar a oposição. Em seu livro Mental Robots, publicado em 1960, o Dr. Lewis A. Alesen descreveu essa velha tática.




Programação Por Meio da Mídia de Massa

Mídia de massa são formas de mídia que têm o objetivo de alcançar a maior audiência possível. Ela inclui a televisão, cinema, rádio, jornais, revistas, livros, gravações musicais, jogos de computador e a Internet. Muitos estudos foram realizados no século passado para medir os efeitos da mídia de massa na população de modo a descobrir as melhores técnicas para influenciá-la. A partir desses estudos surgiu a ciência das Comunicações, que é usada no marketing, nas relações públicas e na política. A comunicação em massa é uma ferramenta necessária para garantir a funcionalidade de uma grande democracia; ela também é uma ferramenta necessária em uma ditadura. Tudo depende como ela é usada.



Os Pensadores da Elite


Walter Lippmann, um intelectual norte-americano, autor e por duas vezes ganhador do Prêmio Pulitzer, apresentou uma das primeiras obras sobre o uso da mídia de massa. Em Public Opinion (1922), ele comparou as massas a uma "grande besta" e a um "rebanho confuso" que precisava ser guiado por uma classe governante. Ele descreveu a elite governante como sendo "uma classe especializada, cujos interesses se estendem além da localidade". Essa classe é composta por mestres, especialistas e burocratas. De acordo com Lippmann, os mestres, que frequentemente são referenciados como "elites", devem ser máquinas do conhecimento, que contornam o defeito principal da democracia, o ideal impossível do "cidadão competente para julgar e lidar com todas as coisas". O "rebanho confuso", desordeiro e insatisfeito, tem sua função de ser "os espectadores interessados da ação", isto é, não os participantes. A participação é o dever do "homem responsável", que não é o cidadão comum.