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16 de dez de 2012

As maldições de Tutankamon (vídeo)


 A morte tocará com suas asas aquele que desrespeitar o faraó.


São as palavras esculpidas na entrada da tumba de Tutankamon,Faraó do Antigo Egito, a mais famosa de todas por ter sido a única a resistir intacta à violação dos ladrões de tesouros através de milênios.

Arthur Weigall, um dos homens da expedição de Lord Carnarvon (o inglês que descobriu a tumba em 1922), esclareceu à Carnarvon o que sabia sobre o tal sarcófago.

Tão logo ele adquiriu o sarcófago, perdeu o braço quando sua arma explodiu, O navio que havia carregado o sarcófago naufragou, A casa na qual ficou mantido o sarcófago queimou, O fotógrafo que tirou fotos do sarcófago deu-se um tiro.
A lista de tragédias é enorme  Dois meses após entrar na tumba de Tutankhamon, Lord 

A longa lista de mortos começou numa manhã de abril de 1923, quando Carnarvon acordou em sua suíte num hotel de Cairo e disse: - "Me sinto como no inferno". Quando seu filho chegou ao hotel, Carnarvon estava inconsciente, Nessa noite ele morreu, Sua morte foi creditada à mordida de um mosquito, no mesmo lugar de uma marca no corpo mumificado de Tutankhamon, o qual pesquizadores acreditam que  tenha sido a causa da morte do Faraó.

Logo após, houve outra morte no hotel. O arqueólogo americano, Arthur Mace, que foi um dos membros líderes da expedição. Queixou-se de cansaço e repentinamente entrou em coma. Morreu antes mesmo de médicos terem diagnosticado o que havia de errado com ele. Mortes se seguiram uma após a outra.George Gould, um amigo íntimo de Lord Carnarvon, correu ao Egito assim que soube de sua morte. Gould visitou a tumba do Faraó. No dia seguinte ele teve febre alta e morreu
em doze horas.  


O radiologista que fez o raio-X do corpo de Tutankhamon, Archibald Reid, queixou-se de exaustão. Ele voltou à Inglaterra e morreu logo após sua chegada.O secretário pessoal de Carnarvon na expedição, Richard Bethell, foi encontrado morto na cama após uma parada cardíaca.O industrial inglês, Joel Wool, foi um dos primeiros a visitar a tumba. Ele morreu logo depois de uma febre misteriosa. em seis anos, mais doze componentes da expedição de Carnarvon também morreram e nos anos seguintes diversas pessoas associadas com a expedição perderam sua vida.
Em 1970, o único sobrevivente da expedição de Tutankhamon, Richard Adamson de 70 anos, deu uma entrevista à TV onde declarou aos espectadores que não acreditava na maldição.

Após a entrevista, quando ele estava saindo dos estúdios, seu táxi se envolveu num acidente. Adamson foi jogado para fora do carro onde, quase morreu atropelado por um ônibus que passava.

Um fato interessante


Em 1912, um navio de passageiros inglês estava atravessando o Atlântico.

A bordo estava uma carga valiosa - uma múmia egípcia. Era o corpo de um profeta que viveu durante a época do padrasto de Tutankhamon, Akhenaton.

Por causa de seu grande valor, a múmia não foi transportada no porão do navio. Ao contrário, ela foi colocada num compartimento atrás do convés, junto da cabina do capitão. Foi um erro de julgamento do capitão que ajudou a causar o naufrágio do navio e a morte de 1513 de seus passageiros.

O nome do navio sabe qual era ?   Titanic.

O jornalista Philipp Vandenberg estudou a Maldição por muitos anos. Em seu livro, A Maldição do Faraó, Vandenberg fez uma fascinante sugestão.

Ele declarou que as tumbas dos Faraós eram lugares perfeitos para a procriação de bactérias. Ele acredita que essas bactérias puderam sobreviver durante os séculos, até os dias de hoje. Vandenberg também diz que os antigos egípcios eram especialistas em venenos, sendo que alguns destes venenos não precisavam ser injetados para matar - eles podiam matar entrando nos corpos pela pele.

Tais venenos eram usados nas pinturas das paredes das tumbas, que foram seladas e tornaram o ar rarefeito. Saqueadores de túmulos que, nos tempos antigos, entravam nas tumbas, sempre fizeram primeiro um pequeno buraco na parede da tumba. Era para que ar fresco pudesse circular antes deles entrarem para roubar os tesouros dos Faraós.

Mas a mais extraordinária explicação para toda a Maldição foi sugerida em 1949. Ela veio do cientista atômico, Professor Louis Bulgarini, que afirmou: "É definitivamente possível que os antigos egípcios usassem radiação atômica para protegerem seus lugares sagrados. O chão das tumbas poderiam ter sido cobertas com urânio. Ou os túmulos poderiam ter sido cobertos com rochas radioativas”.

Rochas contendo ouro e urânio foram mineradas no Egito, há 3000 anos atrás. Tal radiação poderia matar um homem hoje. Se for verdade que os antigos Faraós foram responsáveis por mortes nos séculos XIX e XX.