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23 de fev de 2013

Viagem pelo universo!...


O Universo – Luas alienígenas

Ocultos nas sombras do sistema solar há muitos tão ativos quimicamente e tão disformes que beiram o bizarro. São as luas alienígenas que orbitam os planetas do sistema solar, antes desconhecidas ou consideradas secundárias – agora, estão na vanguarda da exploração astronômica.
Essas luas não se parecem em nada com nossa tão familiar Lua. Que surpresas esses misteriosos corpos guardam?



O universo de Stephen Hawking


O físico mais famoso desde Einstein revolucionou a cosmologia, desde que os médicos deram somente poucos anos de vida para ele, após ser diagnosticado com uma rara doença que paralisou seu corpo, mas não afetou sua mente. Hawking tem buscado a resposta para diversas questões. Terá ele tempo para conseguir a resposta para tudo?

Os últimos instantes das sondas Ebb e Flow na Lua


Recentemente, a NASA divulgou os últimos instantes das sondas gêmeas Ebb e Flow, que se colidiram com o solo lunar no dia 17/12/12. O vídeo foi gravado 3 dias antes do impacto pelas câmeras da Ebb.
GRAIL - Ebb e Flow
As sondas GRAIL permitiram aos pesquisadores entender melhor nosso satélite natural, sobretudo sua estrutura interna. Após cerca de um ano em funcionamento, elas caíram próximo ao polo norte da Lua, conforme o planejado.

Ebb e Flow eram duas irmãs inseparáveis, voando na órbita lunar sempre lado a lado. Elas empregaram um sistema gravitacional preciso para determinar a estrutura interna da Lua. Sem combustível, os comandantes da missão ordenaram que todos os instrumentos científicos fossem desligados, antes das sondas de se destruírem no solo lunar.


As sondas GRAIL permitiram aos cientistas concluir que as colisões de cometas e asteroides não somente tornaram a lua esburacada, mas causaram profundas fraturas em sua crosta. O mesmo pode ter acontecido em Marte, e a água existente na superfície do planeta pode ter descido para regiões mais profundas da crosta, onde pode estar agora.
Além disso, Ebb e Flow criaram um mapa gravitacional da Lua, permitindo aos cientistas entender a estrutura interna de nosso satélite. A crosta, por exemplo, é muito mais fina do que o imaginado.
Dados das sondas também permitiram aos pesquisadores confirmar a teoria de que a Lua se formou de um impacto com a Terra há bilhões de anos.


A evolução da Lua 



Nossa lua se formou a partir de um impacto entre a Terra e um corpo do tamanho de Marte.  Esse corpo foi destruído pela colisão, que despedaçou a crosta da Terra. Os fragmentos resultantes de ambos corpos se uniram ao longo dos milhões de anos, formando a Lua.



O vídeo acima mostra a evolução de nosso satélite desde então.


Lua
Após o resfriamento e estabilização da Lua entre 4,3 e 3,8 bilhões de anos atrás, uma série de grandes impactos que atingiu todo o sistema solar modificou severamente sua superfície. O  denominado “Intenso bombardeiro tardio” criou uma intensa atividade vulcânica. Quando o magma da superfície se resfriou e se solidificou, deixou uma grande marca na superfície lunar.
Mas entre 3,8 e 1 bilhão de anos atrás, o satélite natural voltou a sofrer com impactos de asteroides. Milhões de rochas espaciais atingiram a superfície da Lua, criando inúmeras crateras que permanecem visíveis até os dias atuais.

A ISS orbitando a Terra 


Abaixo está o mais novo vídeo filmado em timelapse da ISS (Estação Espacial Internacional). A ISS cruza o limite entre dia e noite, e após percorrer meio mundo, sobrevoa novamente a Terra noturna, na mais profunda escuridão. O vídeo mostra duas órbitas completas realizadas no dia 3 de janeiro de 2013, e incluiu duas aparições da lua crescente.




Enquanto a beleza da Terra é indiscutível, a magnificência da estação espacial é facilmente perceptível, com o brilho dos painéis solares mesmo com o planeta abaixo mergulhado na escuridão.