Cientistas podem descobrir em quem você está pensando
Para isso, eles utilizam o resultado de
análises do funcionamento do seu cérebro.
(Fonte da Imagem: Reprodução/Gizmodo)
Em alguns filmes ou
histórias futuristas, como em “Vingador do Futuro”, o cérebro das pessoas é
analisado para que informações ou imagens possam ser capturadas. Você acha que
isso é impossível atualmente? Nessa escala, é sim, mas uma pesquisa conduzida
por cientistas da Cornell
University está trabalhando para mudar esse cenário.
Segundo informações que foram divulgadas pelo site Scientific American, os primeiros
resultados desse estudo são bastante promissores. Através do escaneamento do
funcionamento do cérebro de voluntários e da análise desses resultados, os
cientistas já conseguem descobrir em quem você está pensando.
Não satisfeitos com esse avanço tecnológico, os estudiosos que
encabeçam o projeto estão começando a dar passos ainda maiores. Agora, eles
querem tentar recriar
a imagem que uma pessoa tem de um conhecido, utilizando somente a atividade
cerebral do indivíduo como ponto de partida.
Entendendo a sua cabeça
Para chegar aos resultados que eles têm agora, os cientistas da
Cornell University trabalharam
com 19 voluntários. Cada um deles recebeu uma descrição detalhada de quatro
pessoas imaginárias bem diferentes, o que inclui até mesmo os
traços de personalidade desses personagens.
Enquanto os voluntários se lembravam dessas descrições, os
estudiosos analisaram o funcionamento do cérebro deles através de scanners. Com
isso, eles puderam identificar as áreas específicas que foram ativadas pelo
órgão, resultando na reconstrução do personagem imaginário que foi descrito
para a pessoa.
Possíveis aplicações
Em um futuro próximo, o pessoal da Cornell University vai
conseguir entender melhor como as pessoas entendem e pensam sobre o que elas
vivem, principalmente em relação aos laços feitos com amigos e familiares, por
exemplo.
Dessa maneira, pessoas com distúrbios de interação social, como o
autismo, vão poder contar com um atendimento médico e profissional muito melhor
— ou seja, é provável que elas possam viver de forma mais integrada do que nos
dias de hoje.
Fonte: Gizmodo, OxfordJournals, ScientificAmerican
Farsa do aquecimento global
MK-ULTRA: O Programa de Controle Mental da CIA
Image via Wikipedia
MK-ULTRA: O Programa de Controle Mental da CIA.
MK-ULTRA era o codinome para o programa de controle mental da CIA, começado em 1953, sob o diretor Allen Dulles. Seu propósito era multifacetado, incluindo uma droga da verdade perfeita para interrogar suspeitos de espionar para os soviéticos durante a Guerra Fria. Seguida anteriormente de hipnose durante a 2a. Guerra Mundial, pesquisas primitivas de drogas, e o projeto da marinha americana Chatter (tagarelar), explicado pelo seu departamento de Medicina e Cirurgia em resposta ao pedido da Lei de Liberdade de Informação (FOIA, em inglês) como segue:
Começou "no outono de 1947 concentrando-se na identificação e teste de drogas (LSD e outras) em interrogatórios e no recrutamento de agentes. A pesquisa incluía experiências de laboratório tanto em animais como em seres humanos. O programa terminou logo depois da Guerra da Coréia em 1953."
Ele foi desenvolvido sob a direção do Dr. Charles Savage do Instituto de Pesquisa Médica Naval, Bethesda, Maryland, de 1947 a 1953, após o que o escritório de Inteligência Científica da CIA continuou o projeto sob o nome de Projeto Bluebird, seu primeiro programa de controle mental para:
* Aprender como condicionar pessoas a impedir que informações fossem extraídas delas por meios conhecidos;
* Desenvolver métodos de interrogação para exercer controle;
* Desenvolver técnicas de aperfeiçoamento da memória; e
* Estabelecer maneiras de prevenir o controle inimigo do pessoal da agência.
SUPERPOPULAÇÃO É UM MITO - A pobreza diminui com o aumento da população
Encontro com Milton Santos ou: O Mundo Global visto do lado de cá (2006)
(
Brasil, 2006, 89 min - Direção: Silvio Tendler)
Documentário brilhante feito a partir de
uma entrevista com Milton Santos, um dos maiores pensadores mundiais,
poucos meses antes de sua morte. Mostra os bastidores e consequências da
Globalização no Brasil, na América Latina e no Mundo.
Debate-se os movimentos sociais, na luta contra o liberalismo, que venceram o poder da corrupção.
Propõe novas maneiras inspiradoras de se combater a informação deturpada da mídia, mostrando atitudes que tiveram êxito.
Participações de grandes pensadores como José Saramago e Eduardo Galeano.
Se você é um idealista, recomendamos esse filme!
Debate-se os movimentos sociais, na luta contra o liberalismo, que venceram o poder da corrupção.
Propõe novas maneiras inspiradoras de se combater a informação deturpada da mídia, mostrando atitudes que tiveram êxito.
Participações de grandes pensadores como José Saramago e Eduardo Galeano.
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A Transição Para o Sistema Econômico Fascista – O Governo Ganhará a Autoridade Para Forçar Novas Fusões e Fechar Empresas Privadas
Em uma economia fascista, a propriedade privada
dos bens de produção é mantida, porém o governo determina quantas e quais
empresas poderão atuar em cada setor-chave. Esse é o modelo econômico que mais
agrada aos grandes empresários, que podem assegurar maiores lucros e deixar de
se preocupar com o aparecimento de novos concorrentes.
Em maio de 1993, revelamos em nosso
programa de rádio que a planejada economia da Nova Ordem Mundial será um
sistema que os economistas chamam de “fascismo”. A transcrição desse programa
de rádio está preservada no artigo CE1066 (não traduzido).
Permita-se fazer uma citação desse
artigo, pois você precisa ver que os EUA estão agora fazendo a transição para
uma economia fascista. Descobri em minha pesquisa em 1988 que a economia
planejada para a N.O.M. será a economia fascista que Hitler estabeleceu na Alemanha.
Esta citação enfoca a capacidade do
governo de peneirar as empresas que produzem os mesmo produto, ou que oferecem
o mesmo tipo de serviço. No sistema capitalista, o número de empresas
concorrentes é determinado pelo mercado, isto é, “aquilo que o mercado esteja
disposto a aceitar”. No entanto, no fascismo, o governo fecha algumas empresas
para que outras companhias, mais favorecidas, possam continuar no negócio,
fortalecidas pela realidade que o governo extinguiu a concorrência.
Veja o que escrevemos em maio de 1993:
“Fascismo
é o tipo de economia em que as empresas privadas retêm o controle dos meios de
produção, como fábricas, minas e todos os tipos de negócios, porém o governo
determina quanto de cada item será produzido, quando será produzido e como a
distribuição será feita. O governo também determina o nível de concorrência
dentro de cada setor da economia, um ponto que é de muito interesse para
qualquer empresário, uma vez que eles detestam a competição. A concorrência
força os preços para baixo, desse modo reduzindo os lucros possíveis. No
fascismo da Nova Ordem Mundial, não haverá uma concorrência muito grande dentro
de cada setor da economia. Haverá somente um ou dois fabricantes de cada tipo
de produto, de modo que eles poderão cobrar aquilo que quiserem, obtendo assim
níveis de lucratividade sem precedentes para os proprietários das empresas.
Lembre-se, para atingir esse objetivo de concorrência econômica e mercados
controlados, um governo totalitário é necessário para forçar sua vontade sobre
as pessoas cujos negócios forem escolhidos para serem fechados, e para
desencorajar qualquer um que pense que possa competir com as empresas
escolhidas. Obviamente, essa coerção será mais eficiente se as pessoas não a
virem como uma coerção, e aceitarem alegremente sua nova sina na vida.”
Em um sistema capitalista, o governo
não tem autoridade alguma para peneirar o número de concorrentes que produzem o
mesmo produto ou que oferecem o mesmo tipo de serviço. Essa autoridade somente
é dada ao governo de uma economia fascista. Com esta compreensão, vamos
analisar a Lei Barney Frank, que
concede ao governo exatamente esse tipo de capacidade de peneirar as empresas
privadas.
Resumo da Notícia: “Democrata chama a Lei Barney Frank de ‘TARP com
anabolizantes’”, Victoria McGrane, Politico News, 29 de outubro de
2009.
“Os
legisladores de ambos os partidos estão atacando uma proposta da Casa Branca que
dará ao governo federal poderes para fechar empresas do setor financeiro — uma
autoridade que um democrata chamou de ‘TARP com anabolizantes’. [NT: TARP
é o acrônimo de Troubled
Asset Relief Program, um programa criado pelo governo
norte-americano em 2008 como parte de um conjunto de medidas para tratar a
crise causada pelas hipotecas de alto risco.]
Com
o Secretário do Tesouro Timothy Geithner ouvindo
em uma sala de audiências da Casa, os legisladores já enfadados com os socorros
financeiros estão passando a manhã da quinta-feira esmiuçando uma proposta do
representante Barney Frank (D-Mass) que procura dar esse “poder de decisão” ao
governo, similar à autoridade que a FDIC (Federal Deposit Insurance Corp.
— NT: uma companhia seguradora do governo que garante os depósitos
nas contas correntes e aplicações financeiras até certo valor) tem sobre os bancos
que se tornam insolventes.”
Esse poder não tem precedentes na
economia norte-americana, pois o país sempre operou sob a proteção do
capitalismo, onde as leis são redigidas para proteger as empresas das ações
ditatoriais e sem mandado judicial por parte do governo. Entretanto, os
Illuminati querem derrubar a economia capitalista para que possam implantar seu
cobiçado sistema fascista. Como eles conseguiriam provocar essa aparentemente
impossível derrubada?
Eles recorreram à sua divisa, bem
testada e verdadeira: “Ordo Ab Chao“, ou “Ordem a Partir do Caos”.
A Fé Bahá'í: Ligando a Política e a Religião na Busca pela Unificação Global
Bahá'í House of Worship, Sydney, Australia. (Photo credit: Wikipedia)
No verão do ano 2000, tive a oportunidade de participar do Fórum do Milênio da
ONU. Foi durante aquele evento que reconheci a importância dessa entidade
política e espiritual e a única razão por que observei foi devido à sua
atividade visível durante a conferência.
A princípio, achei bastante estranho que um grupo religioso relativamente pequeno estivesse tão envolvido em um evento daquela importância. Eu podia entender que os Fransciscanos Internacionais, uma organização ligada à Igreja Católica, ocupasse algumas posições-chave, incluindo ter um de seus membros no cargo de secretário-executivo. Afinal, independente que você possa pensar sobre o catolicismo romano, não se pode negar a influência que essa poderosa instituição exerce nas questões internacionais. Mas, e a Fé Bahá'í?
Comecei a compreender o significado da religião Bahá'í como uma líder no avanço global quando Techeste Ahderom, o principal representante da Comunidade Internacional Bahá'í junto à ONU, fez seu discurso de abertura como co-presidente do Fórum do Milênio. É verdade que no passado eu já tinha visto os bahá'ís em eventos dos Federalistas Mundiais e em vários encontros interfé, mas nessas ocasiões, os representantes da Fé Bahá'í eram apenas parte do barulho no segundo plano — como tantos outros participantes. Mas, com Ahderom na chefia do Fórum do Milênio da ONU, e com o suporte administrativo direto do Comitê Executivo do Fórum, fui forçado a fazer uma simples, porém importante pergunta: por que os bahá'ís?
O Contexto Global Bahá’í
Em comparação com as outras religiões, a Fé Bahá’í é relativamente nova, emanando dos ensinos de seu fundador, Bahá’u’lláh, que viveu de 1817 a 1892. Com sua origem no Irã, a matriz da Fé Bahá’í era principalmente islâmica e a maior parte de seus primeiros apoiadores veio de comunidades muçulmanas, com uma pequena mistura e envolvimento de cristãos, judeus e zoroastristas.
A Sede Mundial
Notas Finais
"Historical Context of the Bábi and Bahá’í Faiths", http://info.bahai.org/babi-and-bahai.html.
Idem.
"The Bahá’í Faith", http://info.bahai.org/index.html.
John Ferraby, All Things Made New (Bahá’í Publishing Trust, 1975), págs. 77-78.
Bahá’í International Community: History of Active Cooperation with the United Nations, http://statements.bahai.org/00-0606.htm.
BIC, "Exhibition at European Parliament tells the story of Bahá’í contribution to social harmony", One Country, abril/junho de 2003, pág. 14.
BIC, "The Bahá’í Faith and its connection to Israel", One Country, julho/setembro de 2000, pág. 15.
BIC, "Reshaping 'God’s holy mountain' to create a vision of peace and beauty for all humanity", One Country, julho/setembro de 2000, pág. 11.
Idem.
John Ferraby, pág. 304.
Autor: Carl Teichrib, artigo original em http://www.forcingchange.org, Edição 2, Volume 1.
A Fé Bahá'í: Ligando a
Política e a Religião na Busca pela Unificação Global
Autor:Carl Teichrib, Forcing Change, Edição 3, Volume 1.
Existe uma "religião independente" específica que está literalmente procurando criar uma nova civilização mundial, tanto espiritual quanto politicamente. Pode-se até dizer que criar o governo mundial é sua incumbência espiritual. Para o observador casual, esta audaciosa afirmação pode parecer absurda. Afinal, essa religião em particular não é grande em termos numéricos. Ela também não se esforça para se apresentar para o conhecimento do público, especialmente quando a comparamos com a influência que o Catolicismo Romano exerce na política internacional, com a enorme atenção que o Islã recebe na imprensa mundial, ou com o papel observado do cristianismo evangélico nas questões internas nos EUA. Na verdade, para todos os propósitos, essa religião permanece em grande parte desconhecida da população em geral.
Todavia, por mais desconhecida que essa religião possa ser para o cidadão mediano, seu envolvimento nos assuntos da governança global é inegável, com um histórico que pode ser rastreado até o nascimento da Organização das Nações Unidas. Mesmo assim, os comentaristas políticos e pesquisadores rotineiramente negligenciam essa organização religiosa. Na verdade, se não fosse pela minha participação em um determinado evento da ONU, eu também ignoraria completamente esse ator internacional.
Autor:Carl Teichrib, Forcing Change, Edição 3, Volume 1.
Existe uma "religião independente" específica que está literalmente procurando criar uma nova civilização mundial, tanto espiritual quanto politicamente. Pode-se até dizer que criar o governo mundial é sua incumbência espiritual. Para o observador casual, esta audaciosa afirmação pode parecer absurda. Afinal, essa religião em particular não é grande em termos numéricos. Ela também não se esforça para se apresentar para o conhecimento do público, especialmente quando a comparamos com a influência que o Catolicismo Romano exerce na política internacional, com a enorme atenção que o Islã recebe na imprensa mundial, ou com o papel observado do cristianismo evangélico nas questões internas nos EUA. Na verdade, para todos os propósitos, essa religião permanece em grande parte desconhecida da população em geral.
Todavia, por mais desconhecida que essa religião possa ser para o cidadão mediano, seu envolvimento nos assuntos da governança global é inegável, com um histórico que pode ser rastreado até o nascimento da Organização das Nações Unidas. Mesmo assim, os comentaristas políticos e pesquisadores rotineiramente negligenciam essa organização religiosa. Na verdade, se não fosse pela minha participação em um determinado evento da ONU, eu também ignoraria completamente esse ator internacional.
A princípio, achei bastante estranho que um grupo religioso relativamente pequeno estivesse tão envolvido em um evento daquela importância. Eu podia entender que os Fransciscanos Internacionais, uma organização ligada à Igreja Católica, ocupasse algumas posições-chave, incluindo ter um de seus membros no cargo de secretário-executivo. Afinal, independente que você possa pensar sobre o catolicismo romano, não se pode negar a influência que essa poderosa instituição exerce nas questões internacionais. Mas, e a Fé Bahá'í?
Comecei a compreender o significado da religião Bahá'í como uma líder no avanço global quando Techeste Ahderom, o principal representante da Comunidade Internacional Bahá'í junto à ONU, fez seu discurso de abertura como co-presidente do Fórum do Milênio. É verdade que no passado eu já tinha visto os bahá'ís em eventos dos Federalistas Mundiais e em vários encontros interfé, mas nessas ocasiões, os representantes da Fé Bahá'í eram apenas parte do barulho no segundo plano — como tantos outros participantes. Mas, com Ahderom na chefia do Fórum do Milênio da ONU, e com o suporte administrativo direto do Comitê Executivo do Fórum, fui forçado a fazer uma simples, porém importante pergunta: por que os bahá'ís?
O Contexto Global Bahá’í
Em comparação com as outras religiões, a Fé Bahá’í é relativamente nova, emanando dos ensinos de seu fundador, Bahá’u’lláh, que viveu de 1817 a 1892. Com sua origem no Irã, a matriz da Fé Bahá’í era principalmente islâmica e a maior parte de seus primeiros apoiadores veio de comunidades muçulmanas, com uma pequena mistura e envolvimento de cristãos, judeus e zoroastristas.
Como as fés monoteístas, os bahá'ís acreditam que "Deus é um".
Entretanto, a fé Bahá'í afirma que Deus "manifesta Sua vontade para a
humanidade" por meio de uma série de mensageiros. Assim, "os bahá'ís
acreditam que Abraão, Moisés, Zoroastro, Buda, Krishna, Jesus e Maomé são todos
mensageiros igualmente autênticos de um Deus." [2]. Além disso, cada uma
dessas figuras religiosas e suas várias mensagens são vistas como caminhos
legítimos para a salvação e são parte de um plano maior para o progresso da
civilização.
Essa ideia de impelir a sociedade é uma parte integral da fé Bahá'í. De acordo com a página oficial na Internet, o tema central da fé Bahá'í é que "o gênero humano é um só e chegou o tempo para sua unificação em uma sociedade global" [3]. Essa mensagem de unificação é claramente declarada em todos os escritos bahá'ís.
Um desses textos, Bahá’í Teachings For The New World Order (Ensinos Bahá'ís para a Nova Ordem Mundial), publicado pela Assembleia Espiritual Bahá´í dos EUA, lista alguns de seus princípios fundamentais:
· "A unidade da humanidade".
· "Paz universal mantida por um governo mundial."
· "A fundação comum de todas as religiões."
· "Educação universal compulsória."
· "Uma solução espiritual para os problemas econômicos."
John Ferraby, autor da referência bahá’í All Things Made New (Todas as Coisas se Fazem Novas), se arrisca a fazer algumas afirmações igualmente significativas:
"A unidade que existe entre os bahá'ís se assemelha, mas é mais forte do que as dos cristãos e muçulmanos primitivos, pois os elementos unidos são mais diversos. Vivemos em uma época sem igual, quando pela primeira vez na história, a humanidade pode ser reconhecida como uma só. Segundo Bahá'u'lláh, o Plano Divino da Criação requer que o processo de unificação culmine neste estágio da história humana; tudo o que passou antes serviu para nos trazer para a época presente, em que a unidade da humanidade deve ser alcançada na unidade mundial... Entramos em uma nova era, em que a unificação da humanidade pode ser adequadamente organizada somente por um Estado mundial... Deus liberou, por meio de Bahá'u'lláh as forças necessárias para unir a humanidade... Portanto, o espírito de unidade liberado por Bahá'u'lláh é mais intenso do que qualquer liberação feita em épocas passadas. Os primeiros frutos são visíveis na Comunidade Bahá'í hoje, amanhã seu poder espiritual dominará a humanidade." .
Isto explica por que os representantes bahá'ís estão há várias décadas tão envolvidos dentro da comunidade global: a criação de um governo global é uma incumbência espiritual que eles têm.
Obviamente, a Comunidade Bahá'í participa de iniciativas para a mudança global muito antes de eu ter testemunhado isto durante o Fórum do Milênio da ONU. Considere as seguintes informações resumidas, fornecidas pela CIB:
"A Comunidade Internacional Bahá'í tem um longo histórico de envolvimento com as organizações internacionais. Na sede da Liga das Nações, em Genebra, um Escritório Internacional da Fé Bahá'í, criado em 1926, serviu como base para os bahá'ís participarem nas atividades da Liga. Em 1945, quando a Carta de Constituição da ONU foi assinada em San Francisco, os representantes bahá'ís estavam presentes. Em 1948, a Comunidade Internacional Bahá'í foi registrada junto à ONU como uma organização não governamental (ONG) internacional e em 1970 recebeu status consultivo (chamado agora de status consultivo 'especial') junto ao Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC). O status consultivo junto ao UNICEF (Fundo das Nações Unidas para as Crianças) foi concedido em 1976, e o status consultivo junto ao Fundo de Desenvolvimento para as Mulheres (UNIFEM) foi concedido em 1989. Ao longo dos anos, a Comunidade trabalhou de perto com o Programa de Meio Ambiente da ONU (UNEP), com o Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos, com a UNESCO (Organização Cultural, Científica e Educacional da ONU) e com o Programa de Desenvolvimento da ONU (UNDP)." .
Durante os últimos anos, a CIB participou do Encontro de Cúpula Mundial Sobre Desenvolvimento Sustentável, do Encontro de Cúpula Pela Paz Mundial no Milênio, da Conferência Mundial da ONU Contra o Racismo, da Sessão Especial da ONU Sobre as Crianças, do Encontro de Cúpula Mundial Sobre a Sociedade de Informação, e de muitos outros eventos internacionais. Além disso, em Turim, na Itália, na sede da Organização Mundial do Trabalho, um relacionamento especial foi desenvolvido entre a OIT e o Foro Empresarial dos Bahá'ís Europeus (EBBF). O propósito: "aplicar princípios espirituais para solucionar os problemas econômicos".
Esse aspecto europeu é importante, dando não somente uma estrutura global, mas também regional para a transformação social. Depois disso, a Comissão Europeia fez parceria com o EBBF e, em 2002, Giuseppe Robiati, um membro do EBBF, foi agraciado com o título de professor titular da cadeira de Nova Ordem Mundial, na Universidade de Bari, na Itália. Além disso, o Parlamento Europeu "sediou uma exposição especial para destacar a contribuição feita pelas comunidades bahá'ís europeias na promoção da harmonia social." .
Entretanto, é no Oriente Médio e, particularmente em Israel, que a religião Bahá'í está especialmente focada.
Essa ideia de impelir a sociedade é uma parte integral da fé Bahá'í. De acordo com a página oficial na Internet, o tema central da fé Bahá'í é que "o gênero humano é um só e chegou o tempo para sua unificação em uma sociedade global" [3]. Essa mensagem de unificação é claramente declarada em todos os escritos bahá'ís.
Um desses textos, Bahá’í Teachings For The New World Order (Ensinos Bahá'ís para a Nova Ordem Mundial), publicado pela Assembleia Espiritual Bahá´í dos EUA, lista alguns de seus princípios fundamentais:
· "A unidade da humanidade".
· "Paz universal mantida por um governo mundial."
· "A fundação comum de todas as religiões."
· "Educação universal compulsória."
· "Uma solução espiritual para os problemas econômicos."
John Ferraby, autor da referência bahá’í All Things Made New (Todas as Coisas se Fazem Novas), se arrisca a fazer algumas afirmações igualmente significativas:
"A unidade que existe entre os bahá'ís se assemelha, mas é mais forte do que as dos cristãos e muçulmanos primitivos, pois os elementos unidos são mais diversos. Vivemos em uma época sem igual, quando pela primeira vez na história, a humanidade pode ser reconhecida como uma só. Segundo Bahá'u'lláh, o Plano Divino da Criação requer que o processo de unificação culmine neste estágio da história humana; tudo o que passou antes serviu para nos trazer para a época presente, em que a unidade da humanidade deve ser alcançada na unidade mundial... Entramos em uma nova era, em que a unificação da humanidade pode ser adequadamente organizada somente por um Estado mundial... Deus liberou, por meio de Bahá'u'lláh as forças necessárias para unir a humanidade... Portanto, o espírito de unidade liberado por Bahá'u'lláh é mais intenso do que qualquer liberação feita em épocas passadas. Os primeiros frutos são visíveis na Comunidade Bahá'í hoje, amanhã seu poder espiritual dominará a humanidade." .
Isto explica por que os representantes bahá'ís estão há várias décadas tão envolvidos dentro da comunidade global: a criação de um governo global é uma incumbência espiritual que eles têm.
Obviamente, a Comunidade Bahá'í participa de iniciativas para a mudança global muito antes de eu ter testemunhado isto durante o Fórum do Milênio da ONU. Considere as seguintes informações resumidas, fornecidas pela CIB:
"A Comunidade Internacional Bahá'í tem um longo histórico de envolvimento com as organizações internacionais. Na sede da Liga das Nações, em Genebra, um Escritório Internacional da Fé Bahá'í, criado em 1926, serviu como base para os bahá'ís participarem nas atividades da Liga. Em 1945, quando a Carta de Constituição da ONU foi assinada em San Francisco, os representantes bahá'ís estavam presentes. Em 1948, a Comunidade Internacional Bahá'í foi registrada junto à ONU como uma organização não governamental (ONG) internacional e em 1970 recebeu status consultivo (chamado agora de status consultivo 'especial') junto ao Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC). O status consultivo junto ao UNICEF (Fundo das Nações Unidas para as Crianças) foi concedido em 1976, e o status consultivo junto ao Fundo de Desenvolvimento para as Mulheres (UNIFEM) foi concedido em 1989. Ao longo dos anos, a Comunidade trabalhou de perto com o Programa de Meio Ambiente da ONU (UNEP), com o Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos, com a UNESCO (Organização Cultural, Científica e Educacional da ONU) e com o Programa de Desenvolvimento da ONU (UNDP)." .
Durante os últimos anos, a CIB participou do Encontro de Cúpula Mundial Sobre Desenvolvimento Sustentável, do Encontro de Cúpula Pela Paz Mundial no Milênio, da Conferência Mundial da ONU Contra o Racismo, da Sessão Especial da ONU Sobre as Crianças, do Encontro de Cúpula Mundial Sobre a Sociedade de Informação, e de muitos outros eventos internacionais. Além disso, em Turim, na Itália, na sede da Organização Mundial do Trabalho, um relacionamento especial foi desenvolvido entre a OIT e o Foro Empresarial dos Bahá'ís Europeus (EBBF). O propósito: "aplicar princípios espirituais para solucionar os problemas econômicos".
Esse aspecto europeu é importante, dando não somente uma estrutura global, mas também regional para a transformação social. Depois disso, a Comissão Europeia fez parceria com o EBBF e, em 2002, Giuseppe Robiati, um membro do EBBF, foi agraciado com o título de professor titular da cadeira de Nova Ordem Mundial, na Universidade de Bari, na Itália. Além disso, o Parlamento Europeu "sediou uma exposição especial para destacar a contribuição feita pelas comunidades bahá'ís europeias na promoção da harmonia social." .
Entretanto, é no Oriente Médio e, particularmente em Israel, que a religião Bahá'í está especialmente focada.
A Sede Mundial
No Monte Carmelo, em Haifa, o local onde o profeta Elias teve seu
confronto com os profetas de Baal (1 Reis 18), uma sucessão de jardins
nivelados, cada um com 19 degraus, forma um terreno de aproximadamente mil
metros na lateral norte do monte. No centro desse cenário deslumbrante situa-se
o Santuário do Báb — a estrutura de um mausoléu com domo dourado que contém os
restos mortais do Báb, o precursor espiritual de Bahá'u'lláh.
Aparentemente, um ano antes de morrer,
Bahá'u'lláh viajou até o Monte Carmelo, onde "designou o local para ser a
sede mundial da sua fé". Assim, desde meados dos anos 1950s, Haifa
tornou-se o local central para a obra de unificação global dos bahá'ís.
O Monte Carmelo abriga atualmente diversas
enormes estruturas administrativas bahá'ís, incluindo o edifício dos Arquivos
Internacionais e o Centro Internacional de Ensino. Também no local está o
Centro para o Estudo dos Textos, uma instalação para a guarda e conservação dos
documentos sagrados e que atua como uma instituição de estudo para eruditos e
acadêmicos. Todos esses estabelecimentos funcionam em conjunto com a Casa
Universal de Justiça, a "instituição suprema" e o corpo governante da
comunidade bahá'í. Entretanto, a Casa de Justiça e as outras instituições de
suporte estão preocupadas com muito mais do que apenas a Fé Bahá'í.
Em um artigo publicado em One Country, a
publicação oficial da Comunidade Internacional Bahá'í, Douglas
Samimi-Moore, diretor do Escritório de Informações Públicas da organização,
explicou o significado mais profundo que está por trás do complexo no Monte
Carmelo:
"Nossas escrituras dizem que a construção
de instalações para abrigar essas instituições coincidirá com vários outros
processos no mundo. Um desses processos é o amadurecimento das instituições
locais e nacionais da fé Bahá'í. Outro é o estabelecimento de processos que
levarão à paz política para a humanidade..." .
Enfatizando essa unificação global da política e
da religião, Samimi-Moore declarou novamente esse tema central acrescentando
que "os bahá'is construíram essas estruturas por uma motivação
espiritual... Eles acreditam que essas novas estruturas contribuirão para a
unificação do planeta." .
O objetivo jurado da fé Bahá'í, a incumbência
espiritual de criar o governo mundial, demonstra amplamente a razão por que
essa religião pouco conhecida está tão interessada em se entrincheirar dentro
da comunidade internacional. As implicações são extraordinárias. Pense no
seguinte: uma sede internacional em um complexo deslumbrante de edifícios —
incluindo uma Casa Internacional de Justiça — localizada no Monte Carmelo, tudo
com vínculos especiais na Organização das Nações Unidas, e uma agenda interfé
firmemente estabelecida centrada na unificação global. Entretanto, há uma parte
final neste quadro.
John Ferraby, que serviu como secretário da
Assembleia Espiritual Bahá'í dos EUA fornece uma forte razão para o intenso
desejo de sua fé ver o governo mundial e o sistema religioso mundial
frutificarem. Isto é imperativo para a visão bahá'í da ordem internacional:
"... antes do aparecimento do próximo manifestante de Deus, sua Nova Ordem
Mundial será formada." [10].
Esta é a versão bahá'í para o ditado:
"Construa o ninho e o filhote virá."
Notas Finais
"Historical Context of the Bábi and Bahá’í Faiths", http://info.bahai.org/babi-and-bahai.html.
Idem.
"The Bahá’í Faith", http://info.bahai.org/index.html.
John Ferraby, All Things Made New (Bahá’í Publishing Trust, 1975), págs. 77-78.
Bahá’í International Community: History of Active Cooperation with the United Nations, http://statements.bahai.org/00-0606.htm.
BIC, "Exhibition at European Parliament tells the story of Bahá’í contribution to social harmony", One Country, abril/junho de 2003, pág. 14.
BIC, "The Bahá’í Faith and its connection to Israel", One Country, julho/setembro de 2000, pág. 15.
BIC, "Reshaping 'God’s holy mountain' to create a vision of peace and beauty for all humanity", One Country, julho/setembro de 2000, pág. 11.
Idem.
John Ferraby, pág. 304.
Autor: Carl Teichrib, artigo original em http://www.forcingchange.org, Edição 2, Volume 1.
Espada do Espírito:
http://www.espada.eti.br/bahai.asp