Blog

Blog

8 de abr de 2013

Direto da redação - O seu fim de noite!



 Além do Cosmos


É uma Série produzida pelo canal National Geographic, entitulada "Beyond The Cosmos (Multiverso) em inglês, aborda a velha questão que segue junto com toda a humandiade, será que é possível sabemos se estamos sozinhos neste vasto Universo.

Além do Cosmo (A Fábrica do Universo)

Ou se temos com quem compartilhar toda a grandeza desta incrível vastidão, simplesmente uma obra chamada universo. Assim é o Cosmos!

Sinopse: Brian Greene revela um segredo: fomos todos enganados. Nossas percepções de tempo e espaço fizeram com que ficássemos desnorteados.
Muito do que acreditávamos saber sobre nosso universo pode estar errado. Esta série de quatro horas baseada no livro escrito pelo renomado físico e aclamado autor Brian Greene, vai levar-nos aos limites da física para ver como cientistas estão montando a maior imagem até agora do espaço, do tempo e do universo.
A cada passo, vamos descobrir que logo abaixo da superfície de nossa experiência diária vive um mundo que dificilmente reconheceríamos - um mundo estranho e surpreendente, muito mais maravilhoso do que esperávamos. Link para esta esats descrições: Beyond The Cosmos (Além do Cosmos) da National Geographic...

Além do Cosmos: O Multiverso


Multiverso

Por mais difícil que seja de aceitar, modernas teorias sugerem que nosso Universo pode não ser o único. Em vez disso, ele pode ser apenas um de um número infinito de mundos que compõem o multiverso. Neste programa, Brian Greene nos leva em uma excursão desta nova teoria que está na fronteira da física, explicando o motivo de os cientistas acreditarem que é verdade e mostrando como algumas dessas realidades alternativas podem ser.

Alguns universos podem ser quase indistinguíveis do nosso próprio, outros podem conter variações de todos nós, onde nós existimos, mas com diferentes famílias, carreiras e histórias de vida. Em outros, ainda, a realidade pode ser tão radicalmente diferente da nossa, que se torna irreconhecível.

Brian Greene revela por que essa imagem nova e radical do cosmos está recebendo séria atenção dos cientistas. Não vai ser fácil de provar esta teoria, mas caso ela esteja certa, a nossa compreensão de espaço, tempo e nosso lugar no Universo nunca será a mesma.

Abaixo esta a decrição com "todos os episódios dessa série incrível".

Episódio 1



Além do Cosmos: Mecânica Quântica


Mecânica Quântica

Junte-se a Brian Greene em um passeio pelo reino da física quântica, que rege o Universo em suas menores escalas. Brian traz a mecânica quântica para a vida em uma boate onde os objetos surgem e desaparecem, e as coisas daqui podem afetar outros ali, instantaneamente, sem nada cruzar o espaço entre elas.
Um século antes, durante o início da revolução quântica, as melhores mentes de uma geração, incluindo Albert Einstein e Niels Bohr, entraram em uma batalha pela alma da física. Como poderiam as regras do mundo quântico, que funcionam tão bem para descrever o comportamento de átomos individuais e seus componentes, conflitarem de forma tão dramática com as regras que regem todos os dias as pessoas, planetas e galáxias?
A mecânica quântica pode ser contra-intuitiva, mas é uma das teorias mais bem sucedidas na história da ciência, fazendo previsões que foram confirmadas, e ao mesmo tempo lançando avanços tecnológicos, como computadores e telefones celulares. Mas ainda hoje, mesmo com tais sucessos, o debate ainda perdura sobre o que a mecânica quântica implica para a verdadeira natureza da realidade.

Episódio 2




Além do Cosmos: O Espaço


Espaço

Ele separa você de mim, uma galáxia de outra, e átomos uns dos outros. Ele está em todos os lugares do Universo. Mas para a maioria de nós, espaço é nada, é um vazio. Mas aparentemente o espaço não é o que parece. Do assento do passageiro em um taxi de Nova Iorque que dirige praticamente na velocidade da luz até um estabelecimento de sinuca onde as mesas fazem coisas fantásticas, Brian Greene revela o espaço como sendo um material dinâmico que pode se esticar e torcer sob a influência da gravidade.

Mas uma coisa que ainda é estranha é um novo ingrediente do espaço que foi recentemente descoberto e que compõe 70% do Universo. Físicos o chamam de energia negra, porque ao mesmo tempo que eles sabem que ela está lá, levando o espaço à expansão cada vez mais rápida, eles não têm ideia do que ela realmente seja.

Os mistérios se multiplicam, e os físicos de hoje mal podem imaginar quais forças seriam poderosas o suficiente para gerar universos inteiros. Além disso, alguns dos mais estranhos lugares no espaço, os buracos negros, levaram os cientistas a propor que, como o holograma dos cartões de crédito, o espaço pode ser apenas uma projeção de uma realidade mais profunda em duas dimensões, que acontece sobre uma superfície distante que nos rodeia. O espaço, longe de ser vazio, é preenchido com alguns dos mais profundos mistérios do nosso tempo.

Episódio 3



Além do Cosmos: O Tempo



Tempo

Nós o desperdiçamos, guardamos, matamos, fazemos. O mundo corre sobre ele. No entanto, pergunte ao físicos o que o tempo realmente é, e a resposta pode chocá-lo: eles não têm ideia. Ainda mais surpreendente, o profundo senso que temos da passagem de tempo do presente para o passado pode ser nada mais do que uma ilusão. Como pode a nossa compreensão de algo tão familiar ser tão errada?
Em busca de respostas, Brian Greene leva-nos à aventura de viajar no tempo, indo 50 anos para o futuro antes de pisar em um buraco de minhoca para viajar de volta ao passado.

Ao longo do caminho, ele irá revelar uma nova forma de pensar sobre o tempo em que momentos do passado, presente e futuro - desde a época do reinado de T. Rex até o nascimento de seus tataranetos - existem todos de uma vez. Esta jornada vai trazer-nos de volta ao Big Bang, onde os físicos pensam que os segredos definitivos do tempo podem estar escondidos. Você nunca mais vai olhar para seu relógio de pulso da mesma forma.

Episódio 4






Fonte dos vídeos: MistériosdoMundo, ReVCieN,

 O HOMEM, UMA CRIATURA ESTRANHA NA TERRA








O HOMEM, UMA CRIATURA ESTRANHA NA TERRA


Nós, os representantes da raça que a ciência classifica como Homo Sapiens, fomos verdadeiramente criados à imagem e semelhança de alguém! 

Os cientistas de vanguarda já estão plenamente convencidos disso, pois nada se encaixa naquilo que os carcomidos dogmas, bem como os empoeirados tratados oficiais tentam nos impingir.


Dizem eles que fomos feitos de uns pedaços de costelas ou ainda que descendemos dos primatas, de acordo com a Teoria da Evolução, mas teria sido mesmo assim?


Na verdade, em matéria de supostos ancestrais estamos muito bem servidos. Nosso ramo original teria sido uma criatura conhecida como Australophitecus, criaturas que provavelmente eram canibais e habitariam esparsamente alguns continentes, isso após o chamado Período Plistoceno, em uma época que se situaria há cerca de 700 mil anos. Logo depois teriam surgido os  Pitecantropos Erectus, já no Plistoceno Médio, há cerca de 500 mil anos. Os teóricos afirmam que se tratava de seres bestiais e peludos, bem semelhantes aos gorilas. A seguir surgem os homens de Neandertal, dotados de postura ereta, grande capacidade cerebral e já se utilizando de toscas ferramentas, cujos sucessores seriam os chamados Homens de Piltdown. 



De evolução em evolução, seguem-se os Cro- Magnon, dotados de elevada estatura e, segundo a ciência, bastante evoluídos. Neste período, denominado Paleolítico Superior, teriam surgido outras ramificações tais como os Homens de Chancelade e Grimaldi, todos dotados, dizem, de elevada organização social que veio a atingir o seu clímax no Período Neolítico, marcado por  “considerável metamorfose cultural”. Charles Darwin, autor de um trabalho publicado em 1859, denominado “A Origem das Espécies”, é considerado o pai da teoria evolucionista, por sustentar que a nossa raça evoluiu de uma forma primata rudimentar, passando pelos símios até chegar ao homem atual. Contudo, aquilo que representa o chamado “Elo Perdido”, ou seja, o ser intermediário entre o macaco e o Homo Sapiens, nunca foi e tampouco será encontrado! O estudo dos fósseis derruba essa teoria, pois a ciência já constatou que não existem na natureza evoluções aos saltos e tampouco aquelas que possibilitam uma espécie se transformar em outra! 


Em TODAS as espécies conhecidas, nunca foram detectadas formas intermediárias, muito menos naquela do Homo Sapiens! Os cientistas, pelo contrário, verificaram que o homem moderno surgiu repentinamente nos fósseis, como que vindo do nada – ou quem sabe literalmente caído do céu!

Recentes pesquisas demonstraram, por sua vez, que todas as coisas que nos impingem não correspondem à verdade. Até mesmo deslavadas fraudes foram montadas para dar crédito às teorias oficiais: um certo crânio, declarado em 1912 como sendo o vestígio do Homem de Piltdown, nada mais era do que uma grotesca montagem produzida a partir de ossos humanos combinados com outros de símios e até mesmo gesso. Durma-se com um barulho destes! O do Australopithecus (mais um dos nossos ilustres “ancestrais”) nada mais era do que o crânio de um símio. Em uma certa época já tentaram até, mediante a simples exibição de alguns poucos dentes, atribuí-los ao Elo Perdido!


Quanto aos restos encontrados, atribuídos ao Homem de Neandertal, sempre descrito nos tratados oficiais como uma criatura peluda e atarracada, provou-se que pertenciam a uma criatura bastante humana....Atacada por artrite! E segundo os cientistas, os verdadeiros representantes daquela raça (por sinal altos e bem nutridos) poderiam andar pelas ruas das nossas grandes cidades praticamente despercebidos em meio à multidão, de tão aprimorados que eram. Já os Cro-Magnon, apesar de alguma semelhança com o homem moderno, não foram de maneira alguma os nossos ancestrais. 



TRECHO DO LIVRO DE SERGIO RUSSO "INSOLITO"

NAS FRONTEIRAS DO DESCONHECIDO – Sérgio O.
Russo – Ed. Tecnoprint Ediouro

NOS DOMÍNIOS DO MISTÉRIO – Sérgio O. Russo – Ed.
Tecnoprint Ediouro

NOS PORTAIS DO INEXPLICÁVEL – Sérgio O. Russo –
Ed. Tecnoprint Ediouro

EM BUSCA DAS CIVILIZAÇÕES PERDIDAS – Sérgio

O. Russo – Ed. Tecnoprint Ediouro
MONSTROS, SERES ESTRANHOS E CRIATURAS

 HÁ 13.000 ANOS HÁ UM SATELITE ARTIFICIAL EM ORBITA DENTRO DO NOSSO SISTEMA SOLAR







HÁ 13.000 ANOS HÁ UM SATÉLITE ARTIFICIAL EM ORBITA DENTRO DO NOSSO SISTEMA SOLAR

Afora alguns especialistas na matéria, a grande maioria das pessoas não sabe que, desde 13.000 anos, há um satélite artificial em órbita, dentro do nosso sistema solar. Em dezembro de 1927, o Professor Carl Störmer, de Oslo, soube que dois norte-americanos, Taylor e Young, captaram sinais de rádio que, retardados de uma maneira esquisita, vieram do cosmo. Störmer, perito em ondas eletromagnéticas, entrou em contato com o holandês Van der Pol, do Instituto de Pesquisas da Philips, em Eindhoven, Holanda. Em 25 de setembro de 1928 ficou resolvido empreender em uma série de pesquisas, prevendo a emissão de radiossinais de vários comprimentos de onda, em intervalos de 30 segundos. Três semanas depois, a 11 de outubro, esses mesmos sinais emitidos tornaram a ser registrados no aparelho receptor, para onde voltaram, mas com retardamentos de 3 a 15 segundos. O registro da recepção dos radiossinais acusou os seguintes intervalos, em segundos: 8 segundos – 11 - 15 - 8 - 13 - 3 - 8 - 8 - 8 - 12 - 15 - 13 - 8 - 8. Treze dias mais tarde, em 24 de outubro, foram recebidos outros 48 sinais, previamente emitidos. Na revista "Naturwissenschaft", de 16 de agosto de 1929, em seu número 17, o Professor Störmer comunicou o fato aos seus colegas. Em seguida, surgiram
teorias tentando explicar esse retardamento na recepção de impulsos de ondas curtas. Pensou-se em irradiações cósmicas ou reflexões da luz e de outros astros. Nenhuma das explicações oferecidas era satisfatória. Por que foram recebidos em intervalos irregulares? O fenômeno repetiu-se em 1929, nos dias 14, 15, 18, 19 e 28 de fevereiro e, ainda, nos dias 4, 9, 11 e 23 de abril. Em todo o mundo esses ecos foram registrados por diversos grupos, que trabalham independentemente um do outro. Dentro de um período de 15 minutos, o Professor Störmer registrou os seguintes intervalos em sua recepção: 15 segundos - 9 - 4 - 8 - 13 - 8 - 12 - 10 - 9 - 5 - 8 - 7 - 6 - 12 - 14 - 12 - 8 - 12 - 5 - 8 - 12 - 8 - 14 - 14 - 15 - 12 - 7 - 5 - 5 - 13 - 8 - 8 - 8 - 13 - 9 - 10 - 7 - 14 - 6 - 9 - 5 - 9. Em maio de 1929, dois especialistas franceses em radioeletricidade, J. B. Galle e G. Talon, estavam a bordo do barco "Inconstant". Sua tarefa era a de investigar os efeitos da curvatura do globo terrestre em ondas de rádio. Seu equipamento era um transmissor de ondas curtas de 500 watts com um cabo de 20 m, ancorado em um mastro de 8 m. Emitiram  diversos sinais curtos e o eco repetiu-se. Entre as 15:40 e 16:00 h seus sinais voltaram em intervalos de 1 a 32 segundos. Também neste caso não houve explicação. Essas observações repetiram-se nos anos de 1934, 1947, 1949 e em fevereiro de 1970. Entrementes, o jovem astrônomo escocês Duncan Lunan veio a interessar-se pelo fenômeno. Já em 1960, o Professor R. N. Bracewell, do Instituto Radioastronômico da Universidade Stanford, EUA, havia dito: se uma inteligência alienígena quisesse entrar em contato conosco, possivelmente, isto se daria mediante a transmissão retardada de radiossinais. Duncan Lunan, presidente da "Scottish Association for Technology and Research" - Associação Escocesa de Tecnologia e Pesquisa - tomou então a iniciativa de investigar o retardamento dos sinais. O resultado obtido era de pasmar: quando registrados em apropriado gradiente, os sinais recebidos em 11 de outubro de 1928 deram o mapa da Epsílon-Erídani, estrela fixa, 103 anos-luz distante da Terra. Lunan pesquisou, em seguida, todos os dados existentes dos anos 20 e 30, que permitiram a identificação inequívoca de toda uma série de estrelas. Medições do eco retardado possibilitaram a confecção de seis mapas celestes diversos; todos esses mapas deram ampliações da área ao redor de Epsílon-Erídani. Este fenômeno foi comentado pelo Prof. Bracewell da seguinte maneira: “Os mapas celestes, confeccionados em base da análise de Lunan podem ser interpretados como uma possibilidade de comunicação, tentada por uma inteligência alienígena. Se quero comunicar a alguém, cujo idioma desconheço, de onde provenho, então valho-me, preferivelmente, de uma imagem, de um meio visual. Constitui para mim motivo de satisfação o fato de a "British Interplanetary Society" dedicar estudos aprofundados a esse eco. Esta pesquisa poderia culminar com uma descoberta aterradora. A sonda descrita por Lunan nunca poderia ser avistada da Terra, nem com o telescópio mais potente. No periódico "Spaceflight", 1973, Lunan publicou os resultados dos seus cálculos até então realizados, sob o título Satélite de "Spaceprobe from
Epsilon Boötis - Prova do espaço, da Epsílon-Erídani". Ele chega à conclusão de que, há 12.600 anos, está orbitando dentro do nosso sistema solar um satélite artificial, que tem armazenado um completo programa informativo para a humanidade. O computador a bordo desse satélite estaria programado de forma a reagir a ondas de rádio, provenientes da Terra, sempre que a sua própria posição em relação à Terra for propícia para uma recepção. Os sinais terres tres vêm sendo registrados e devolvidos no mesmo comprimento de ondas, com retardamentos racionais. Mais cedo ou mais tarde, os receptores na Terra devem ficar sabendo de que se trata. Lunan é de parecer que, até agora, recebemos as seguintes informações desse satélite desconhecido em nosso sistema solar: O nosso Sol natal é Epsílon-Erídani. Trata-se de uma estrela dupla. Vivemos no sexto de sete planetas, a contar, partindo do Sol, que é o maior dos dois astros. O nosso sexto planeta tem uma Lua, nosso quarto planeta tem três luas; cada um de nossos primeiro e terceiro planetas tem uma Lua. O nosso satélite encontra-se em uma órbita de sua Lua terrestre. Pela constelação de Epsílon-Erídani, a sua idade pode ser calculada em 12.600 anos. Não é concebível que uma sonda interplanetária fizesse uma viagem dirigida e programada de 103 anos-luz.

Extraido do livro – O OURO DOS DEUSES – Erich von Daniken

Aliens e os Mega-Desastres - Ancient Aliens - Epi.4 - 4ª Temporada



"Erupções vulcânicas...
Terremotos devastadores e Tsunamis... é possível que alguns extraterrestres estejam a influenciar alguns destes eventos?....

E asteróides atingindo a Terra, causando extinções em massa...
Terão os piores desastres globais do mundo sido o resultado da fúria da natureza? Ou têm sido desencadeados por forças mais sobrenaturais? "





.
.

 O Segredo do Céu


Night Skies (O Segredo do Céu) é um filme de terror americano de 2007, baseado nos fatos ocorridos na capital do Arizona, nos EUA, conhecidos por Luzes de Phoenix, e em outros lugares, no ano de 1997, ao qual se reputou origem extraterrestre.


Night Skies

Esta é a descrição do filme na Sinopse: “O filme "O Segredo do Céu" ou Night Skies é baseado em um caso real que ocorreu em 13 de março de 1997, quando aconteceu um dos maiores testemunhos da existência de OVNIS já documentado, quando milhares de pessoas presenciaram o fenômeno.

Em uma estrada de Phonex, cinco jovens vêem de um carro uma formação  de luzes que se move com grande rapidez. Logo depois, eles sofrem um acidente e acabam batendo o carro, o que dá inicio a uma série de eventos que eles jamais poderiam imaginar. Assim eles iniciam um misteriosos encontro com alienígenas”.
Elenco: Jason Connery.... Richard A.J Cook.... Lilly George Stults.... Matt Ashley Peldon.... Molly Joe Sikora.... Joe Gwendoline Yeo... .June....

O famoso caso do Arizona: As Luzes de Phoenix (por vezes referido como "luzes sobre Phoenix") foram uma série de fenômenos ópticos amplamente avistados (geralmente objetos voadores não identificados) que ocorreu nos céus dos estados de Arizona e Nevada, nos Estados Unidos, e no estado mexicano de Sonora. Uma repetição do fenômeno ocorreu em 6 de fevereiro de 2007 e foi filmada pela estação local da Fox News.

Luzes de variadas descrições foram vistas por milhares de pessoas entre 19:30-22:30 (UTC-7), em uma área de cerca de 300 milhas, a partir de Nevada, através de Phoenix, até Tucson. Houve dois eventos distintos envolvidos no incidente: uma formação triangular de luzes que passou por cima do estado e uma série de luzes fixas vista na área de Phoenix. A Força Aérea dos EUA (USAF) identificou o segundo grupo de luzes como foguetes de aviões A-10 Thunderbolt II que estavam em exercício de treinamento no sudoeste do Arizona. Testemunhas afirmam ter observado um OVNI em forma de um enorme esquadro, contendo luzes ou, possivelmente, motores emissores de luz. Fife Symington,[3] o governador na época, foi uma das testemunhas do incidente e mais tarde chamou o objeto de "sobrenatural".

No cinema, o filme "O Segredo do Céu" [2007] relata um suposto caso que teria acontecido durante esse fenônemo - wikipedia .

Assista:




Fonte do vídeo: Raulloucoporxoxota