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15 de abr de 2013

Conheça melhor as maravilhas do universo!




NASA registra vídeo de um pulsar em ação

O Observatório de raios-X Chandra, da NASA, registrou um vídeo que apresenta um olhar mais profundo na emissão de partículas de uma estrela de nêutrons em alta rotação.
Pulsar Vela
O pulsar Vela é uma estrela de nêutrons localizada a 1.000 anos-luz de distância da Terra. Possui somente 19 quilômetros de diâmetro, e completa uma rotação a cada 89 milisegundos. Pulsares (uma subcategoria das estrelas de nêutrons) possuem uma massa semelhante a do Sol, e uma densidade que só é inferior à dos buracos negros negros. Estrelas de nêutrons e pulsares não são formados por átomos, e surgem após o colapso de estrelas massivas. [O que são pulsares?]
Conforme o pulsar gira em uma velocidade incrivelmente alta, ele expele um jato de partículas carregadas à 70% da velocidade da luz. Os novos dados do Chandra sugerem que o pulsar pode apresentar uma precessão (mudança do eixo de rotação) estimada em 120 dias.
Uma das possíveis causas para a precessão de um pulsar é que ele se distorceu, deixando de ser uma esfera perfeita. Esta distorção pode ser causada por mudanças na velocidade de rotação devido à interação do núcleo superfluido da estrela de nêutrons com sua crosta.
Se a precessão do pulsar Vela for confirmada, será a primeira vez que astrônomos encontram uma estrela de nêutrons assim. A forma e o movimento do jato do Vela é semelhante à uma hélice em rotação.
Outra hipótese sugere que fortes campos magnéticos ao redor do pulsar influenciam a forma do jato. Se ele apresenta uma pequena curvatura causada pela precessão, as linhas do campo magnético do lado interno da curva torna-se mais espaçadas, impelindo as partículas para o exterior da curva, aumentando o efeito.
O Vela é um excelente objeto para se estudar o comportamento de um pulsar. Seus jatos são semelhantes aos produzidos pela acreção de um buraco negro, mas em uma escala muito menor.
Veja o vídeo registrado pelo Chandra:



Além disso, se de fato a precessão for real, deve ser uma grande fonte de ondas gravitacionais, previstas pela Teoria da Relatividade de Einstein. [NASA]



Popocatepetl-OVNI1

O caso aconteceu no México, em outubro de 2012. O vulcão Popocatepetl estava em erupção quando os repórteres ali presentes registraram algo no mínimo inusitado. Um longo objeto, com cerca de 1km de comprimento e 200m de largura (medição aparente), imergiu em alta velocidade no vulcão ativo, e se manteve intacto mesmo a temperatura superior à de 1.000 ºC.
Veja o vídeo abaixo. Não é todo dia que um OVNI decide dar uma mergulho em um vulcão.




O que era o objeto? O que ele faria no interior de um vulcão? O OVNI seria uma nave alienígena? Um míssil? Um meteoro? Enquanto todos estavam levantando as mais inusitadas possibilidades, algo ainda mais surpreendente aconteceu posteriormente.



O mesmo objeto emergiu do vulcão, na mesma velocidade. O objeto foi submetido à uma temperatura capaz de derreter qualquer metal conhecido e surpreendentemente saiu intacto. Será possível?
A câmera utilizada na filmagem pertence à uma estação de monitoramento do Popocatepetl (parte da estrutura da rede de televisão Televisa), vulcão que é constantemente monitorado para fins científicos.
A primeira hipótese que vem a cabeça é o fato do OVNI ser uma nave alienígena. Mas é difícil imaginar que extraterrestres viajariam anos-luz de distância para se enfiar em um vulcão, literalmente.
Meteoro? Pode ser, mas seja lá o que for, o vulcão não aparentou “sentir” os efeitos de ter um objeto daquele porte caindo em seu interior. Segundo os especialistas, ele deveria ter emitido muita fumaça, e/ou mais lava. Isso leva a hipótese do objeto ser menor do que o visto, talvez como efeito de uma ilusão de óptica.
A possibilidade mais aceita é que seja um estranho fenômeno natural, embora ninguém ainda tenha dado uma explicação conclusiva.
E você leitor, o que acha que entrou e saiu do vulcão mexicano? 


O misterioso computador de 2.000 anos


O misterioso mecanismo de Anticítera ou Antikythera criado há mais de 2.000 anos sempre foi um dos maiores mistérios da arqueologia. Agora, pesquisadores descobriram mais uma função na máquina: a previsão dos ciclos de 4 anos dos Jogos Olímpicos.



Mecanismo de Anticítera

O mecanismo foi descoberto no começo do século passado, juntamente com outros objetos em meio à destroços de um navio romano naufragado perto da costa de Anticítera, um a ilha grega.
O estranho objeto foi construído no século 1 a.C., e o intrigante é que os primeiros objetos com tal nível de complexidade e tecnologia somente foram registrados a partir do século XVI, com relógios e objetos astronômicos encontrados na Europa.



Mecanismo de Anticítera

“Este dispositivo é simplesmente extraordinário, é o único de seu tipo. O design é de rara beleza e sua precisão nas previsões astronômicas é impressionante. Considerando o cuidado de sua construção e a unicidade de seu funcionamento, tenho que considerar este mecanismo, do ponto vista histórico, como sendo mais valioso que a pintura Monalisa”, disse Michael Edmunds, da Universidade de Cardiff.


Mecanismo de Anticítera

O objeto mede cerca de 340x180x90 mm, e possui 27 engrenagens de bronze esculpidas manualmente e organizadas numa caixa de madeira. É o mais antigo computador analógico do mundo, e entre suas funções estava representar a órbita da Lua, do Sol e dos outros planetas do sistema solar, além de indicar os ciclos de 4 anos dos jogos olímpicos e eventos como eclipses solares.
Outra característica peculiar da máquina é sua engrenagem, algo que só foi visto no século XVIII em relógios, dado o nível de complexidade e miniaturização. No entanto, os arqueólogos acreditam que muitas engrenagens foram perdidas ao longo do tempo, já que o objeto esteve submerso por 2.000 anos.




A máquina de Anticítera possui algumas inscrições em grego koiné, o que indica que foi construído no mundo helênico em 97 a.C., provavelmente em uma academia fundada por Posidônio na ilha de Rhodes.

Documentário: Stephen Hawking: Ciência x Religião: Deus criou o Universo?

Nesse documentário, Stephen Hawking, talvez o melhor cientista desde Albert Einstein, expõe sua visão particular sobre a origem do universo, do Big Bang e o que havia antes de tudo, deixando de lado a possibilidade da existência de um deus criador de todo o universo.
O documentário foi exibido pela Discovery Channel e está disponível abaixo. Espero que gostem.



E você, leitor? Acredita que Deus criou o Universo?

 3 anos de incríveis auroras

Chad Blakley gastou 2.000 horas ao longo dos últimos três anos fotografando auroras no Abisko National Park, na Suécia. Foram milhares de imagens registradas e colocadas em sequência que resultam num belo vídeo retratando um dos mais belos fenômenos da natureza: as auroras.
Recomendamos que veja o vídeo abaixo em tela cheia e em HD.





Resumidamente, uma aurora é formada por causa da emissão de partículas provenientes do Sol que interagem com o campo magnético terrestre, causando reações físicas e químicas. A cor da aurora depende da concentração de gás na atmosfera, mas sempre rendem um belíssimo espetáculo.Leia também: Auroras: O que são e como se formam

NASA registra colossal explosão solar em vídeo

O Sol desencadeou uma monstruosa erupção de plasma superquente na última sexta-feira (16 de Novembro), e as câmeras da NASA conseguiram registrar esses belo e assustador fenômeno. A colossal erupção, denominada proeminência solar foi registrada pelo Observatório Dinâmico Solar, da NASA (SDO), em alta definição.




Sol

No vídeo, um grande laço brilhante de plasma irrompe da nossa estrela, e atinge milhões de quilômetros de distância.
“O material vermelho-brilhante é o plasma, um gás muito quente feito de hidrogênio e hélio eletricamente carregado”, disseram os pesquisadores da NASA. “A proeminência flui ao longo de uma emaranhada e retorcida estrutura de campos magnéticos gerados pelo interior da estrela. A erupção acontece quando essas estrutura se tornam instáveis e explodem, liberando o plasma”.
Abaixo o vídeo:



A erupção de sexta não parece ter se dirigido para a Terra, assim causou poucos efeitos sobre nosso planeta. Quando uma tempestade solar atinge a Terra diretamente, ela forma belas auroras boreais e, quando são mais intensas, podem causar danos à satélites de comunicação e às redes elétricas.
O Sol está atualmente no meio de uma fase ativa, cujos ciclos duram 11 anos. O ciclo atual terá seu pico em 2013, quando tempestades mais intensas deverão se formar. [Space]

O Universo – Constelações (2ª Temp. Ep 10)

Há séculos, as constelações deixam os homens intrigados, cativando tanto astrônomos quanto astrólogos. O misterioso alinhamento entre as pirâmides de Gizé e as estrelas de Orion podem ter sido mais que coincidência.
E em vez de 12 constelações do zodíaco, na verdade elas são 13. O que é esse 13º signo e por que foi esquecido? Os padrões que uma dia orientaram marinheiros na travessia de águas traiçoeiras, hoje orientam os astrônomos na descoberta dos mistérios que se encontram nas constelações.