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13 de abr de 2013

Radicalismo ambientalista brasileiro está ficando incompreensível



Pífio apoio popular ao ambientalismo radical no debate do Código Florestal
Foto: Flavio Rodrigues Pozzebon/ABR


Segundo o Financial Times, o Brasil é um dos melhores países em matéria de “sustentabilidade”, conceito assaz enganoso mas muito explorado pelo ambientalismo. 

Porém, contrariando esse dado básico, governo e ecologistas promovem “processos ambientais cada vez mais rigorosos”, prejudicando o País – acrescentou, intrigado, o jornal inglês. 





O jornal apontou que “como anfitrião da conferência Rio + 20, poucos países grandes estão em uma posição melhor que a do Brasil para defender o desenvolvimento sustentável”. Como indicadores, o jornal mencionou:
1) A taxa de desmatamento da Amazônia caiu de 27 mil quilômetros quadrados em 2004 para 6,5 mil em 2010;


2) cerca de 80% dessa floresta estão preservados, fato, aliás, sem igual no mundo;



3) quase metade da energia consumida no País vem de fontes renováveis, enquanto a média internacional é de 12%;



4) 80% dos veículos produzidos no Brasil podem ser abastecidos com etanol (dado de 2010).



Malgrado tantos fatores positivos, o ambientalismo não cessa de atiçar conflitos. O caso da hidrelétrica de Belo Monte é um caso típico de agitação ecologista desproporcionada.




Radicalismo ambientalista não teme violar a convivência nacional

Implacável contra qualquer anistia, o ambientalismo instrumentaliza o Código Florestal como pretexto de luta de classes contra os produtores, quando os resultados positivos deveriam convidar a uma concórdia nacional.

Exemplo paradigmático da militância fanática “verde” foi o troféu de “pior empresa do mundo” dado à Vale do Rio Doce pelas ONGs Greenpeace e Declaração de Berna, entre outras, por ter supostamente “uma história de 70 anos manchada por repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho, pilhagem do patrimônio público e exploração cruel da natureza”. 


Argumentos, aliás, mais próprios a estar na boca de um agitador leninista que num ambientalista sem mácula ideológica.



A Vale lançou o site Vale Esclarece respondendo às críticas. Mas tais ONGs não se incomodam com os fatos; ela professam, de modo preconcebido e cego, uma ideologia-religião contra a civilização.



Fonte: Verde: a cor nova do comunismo