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28 de jun de 2013

Direto da redação - Edição da tarde! Imperdível!




 Que esfera é essa "conectada" ao Sol?






 Gratidão por tudo Prof° Adhemar Ramos!


In Memoriam

Faleceu hoje em São Paulo o querido Professor Adhemar Ramos, que passou por esta realidade nos deixando grandes ensinamentos...



Este artigo mostra como as chamadas revoluções coloridas, como a que aconteceu no Egito, são orquestradas meticulosamente por ONGs financiadas pelo governo americano e globalistas como Bill Gates e George Soros.

Os mentirosos, degenerados e aproveitadores que povoam a organização chamada de "CANVAS" (Centro para Ações e Estratégias Não Violenta Aplicadas), baseada na Sérvia, afirmam que mesmo que os Estados Unidos os tenham financiado quando o governo da Sérvia foi derrubado em 2000, quem os financia atualmente é o setor privado. Infelizmente para estes intrusos, o próprio governo americano é "propriedade privada" de várias organizações que também financiam o CANVAS.


A organização é obviamente sensível acerca de quem lida com ela, seja parceiros ou financiadores. Desde os seus primórdios eles vêm mentindo sistematicamente sobre sua verdadeira natureza e seus propósitos.


O site Foreign Policy informou que "como toda a oposição a Milosevic, o movimento Otpor [agora conhecido como CANVAS] recebeu dinheiro do governo dos EUA e mentiu sobre isso. Quando a história real saiu após Milosevic ter caído, muitos membros deixaram a Otpor, sentindo-se traídos". A medida que a organização CANVAS foi exposta pela sua mais recente participação na revolução no Egito, eles rapidamente mudaram o título da página de "Parcerias" para "Links externos". Em um documentário recente, onde o CANVAS abertamente afirma a responsabilidade pelo treinamento e orientação da agitação em todo o planeta, eles reiteram que não são financiados pelo governo americano. Essa é uma afirmação dúbia na melhor das hipóteses, considerando seus associados e como sua "missão" se encaixa exatamente com os esforços de organizações financiadas abertamente pelos EUA e organizações como Movements.org.




Aparentemente sem saber do gigante logo de capital estrangeiro da Otpor! que paira sobre seu ombro direito, Mohamed Adel do movimento "06 de abril" tenta convencer sua audiência que não houve conspiração estrangeira para trás da recente revolução no Egito.

 


O documentário conclui contemplando o futuro do Egito e Tunísia e as mudanças que estão por vir. O ativista egípcio Mohamed Adel do "06 de abril", enquanto se senta em frente a um banner gigante com o punho da organização Otpor financiada pelos EUA, afirma que os EUA é incapaz de influenciar milhões de pessoas, aparentemente sem saber da engenharia social e da manipulação da massa de 300 milhões de pessoas nos Estados Unidos, ou dos milhares de milhões enganados, ludibriados e manipulados globalmente pela mídia diariamente. Ele afirma que o povo egípcio quer ser dono de seu próprio destino - ironicamente com um logotipo da Otpor!, que é financiada pelos EUA, pairando sobre seu ombro, e mesmo depois dele próprio ter sido treinado na Sérvia pelo CANVAS. Além disso, seu próprio Movimento Jovem 06 de abril participou em 2008 de uma confabulação em Nova York patrocinada pelo Departamento de Estado Americano, para treinar para uma revolução agora reconhecidamente engenhada no exterior e liderada por Mohamed ElBaradei, um membro que faz parte da folha de pagamento da International Crisis Group, organização fundada pelo Banco Mundial e financiada por Bill Gates, George Soros e a Ford Foundation .

O filme afirma ainda que tunisianos estão ocupados desfrutando de suas novas "liberdades", mostrando imagens de pessoas falando ao telefone e conversando em público. Infelizmente, a liberdade não está apenas no falar, nem mesmo no voto numa eleição. Liberdade é ser o mestre indiscutível do seu próprio destino, ser politica e economicamente independente. No entanto, com os regimes nacionalistas depostos e em processo de "libertação econômica" nas terras recém despojadas pelo Departamento de Estado Americano, os regulamentos, decretos e leis serão impostos a essas "nações livres" pelos auto-proclamados árbitros internacionais - políticos financiados corporativamente - e tribunais "internacionais" artificiais e ilegítimos, todos estrangeiros e isentos de qualquer responsabilidade para com a população daqueles países, incluindo os tunisianos e os egípcios.

Assim como a elite financeira corporativa global, seu emaranhado de ONGs, e suas máquinas militares internacionais sobre a Líbia e a Síria, eles ainda estão "forjando" e se movendo contra outras nações soberanas, com sua engenharia social chamada de "revoluções coloridas". A lista é extensa, incluindo a Bielorrússia, Venezuela, Irã, Tailândia, China, Mianmar e ainda o Paquistão.

Conheça esses charlatães e saiba do seu jogo, pois ele está longe de terminar. E mesmo que hoje as suas obras sejam feitas às escuras em terras distantes, o empoderamento e a arrogância que eles ceifam de longe serão em breve trazidos para outros países. Nas ameaças ao Texas de uma "zona sem vôo" depois de uma tentativa de barrar a autoridade abusiva da TSA (Administraçãso de Segurança de Transportes: órgão de segurança dos EUA que impôe scanners corporais e revistas íntimas) já ecoa a loucura exercida na Líbia devastada pela guerra. A batalha da Líbia e o perigoso precedente que uma vitória dos globalistas criaria já está chegando nos EUA e virtualmente a qualquer lugar do mundo.

Gostaria de agradecer a Poliana, que colaborou na revisão deste artigo.

Fontes:

Fonte: http://www.anovaordemmundial.com

 A ameaça da ONU para a liberdade da internet


Español: Logo Internet para Todos Español: Log...Image via Wikipedia

Em 27 de fevereiro um processo diplomático começará em Genebra que poderá resultar em um novo tratado dando as Nações Unidas poderes inéditos sobre a internet. Dezenas de países, incluindo Rússia e China, estão se esforçando para alcançar este objetivo até o fim do ano. Como o primeiro ministro russo Vladimir Putin disse em junho passado, seu objetivo e o de seus aliados é estabelecer "um controle internacional sobre a internet" através da União Internacional de Telecomunicações" (ITU, em inglês), um tratado baseado na organização, sob os auspícios da ONU.

Se for bem sucedido, estas novas propostas regulatórias subverterão o florescente regime da internet, o qual está em vigor desde 1988. Naquele ano delegados de 114 países se reuniram na Austrália para concordar com um tratado que preparou o terreno para uma dramática liberalização das telecomunicações internacionais. Isso isolou a internet da regulamentação econômica e técnica e rapidamente se tornou no maior sucesso de desregulamentação da história de todos os tempos.




Desde o início da Net, engenheiros, acadêmicos, grupos de usuários e outros tem estado congregados de baixo para cima em organizações não governamentais para mantê-la operante e próspera através do que é conhecido como um modelo de governança "de múltiplos agentes envolvidos/interessados". Esta abordagem de setor privado motivado por consenso de propósitos tem sido a chave para o fenomenal sucesso da NET.


Em 1995, logo depois que ela foi privatizada, somente 16 milhões de pessoas usavam a internet no mundo todo. Em 2011, mais de 2 bilhões estavam online, e esse número está crescendo em pelo menos meio milhão a cada dia. Esse crescimento explosivo é o resultado direto, via de regra, dos governos manterem as mãos longe da esfera da internet.

Acesso a Net, especialmente através de dispositivos móveis, está melhorando a condição humana mais rapidamente, e mais fundamentalmente, do que qualquer outra tecnologia na história. Em nenhum lugar isso é mais verdade do que no mundo em desenvolvimento, onde tecnologias de internet irrestritas estão expandindo economias e elevando os padrões de vida.

Fazendeiros que vivem longe dos mercados são agora capazes de encontrar compradores para suas lavouras através de seus dispositivos conectados a internet sem assumir os riscos e despesas de viajar com suas mercadorias. Pais preocupados são capazes de entrar online para localizar remédios para suas crianças doentes. E os proponentes da liberdade política são mais capazes de partilhar informações e organizar apoio para derrubar os muros da tirania.

A internet também tem sido uma criadora de empregos da Net. Um recente estudo McKinsey descobriu que para cada emprego destruído pela conectividade da internet, 2,6 novos empregos são criados. Não é coincidência que estes maravilhosos desenvolvimentos floresceram enquanto a internet migrava para bem longe do controle do governo.

Hoje, contudo, Rússia, China e seus aliados dentro dos 193 estados membros do ITU querem renegociar o tratado de 1988 para expandir seu alcance dentro de áreas anteriormente desregulamentadas. Ler uma lista mesmo parcial de propostas que poderão estar codificadas na lei internacional em dezembro próximo na conferência de Dubai é assustador:

*Submeter a cibersegurança e a privacidade de dados ao controle internacional;

*Permitir as companhias telefônicas estrangeiras cobrar taxas para o tráfego "internacional" de internet, talvez até mesmo na base do "por-click" para certos destinos web, com o objetivo de gerar renda para as companhias telefônicas estatais e para os tesouros dos governos;

*Impor regulamentações econômicas sem precedentes tais como mandatos para as taxas, termos e condições para os atualmente desregulamentados acordos de tráfego de troca conhecidos como "peering".

*Estabelecer pela primeira vez domínio do ITU sobre importantes funções da Força Tarefa de Engenharia da Internet, da Sociedade da Internet e outros grupos de múltiplos interesses que estabelecem os padrões técnicos e de engenharia que permitem a internet funcionar;

*Regular as práticas e taxas do roaming móvel internacional;

Muitos países no mundo em desenvolvimento, incluindo Índia e Brasil, estão particularmente intrigados por estas ideias. Muito embora as tecnologias com base na internet estejam melhorando bilhões de vidas em todo lugar, alguns governos se sentem excluídos e querem um maior controle.

Vamos encarar, regimes fortes estão ameaçados pelo clamor popular por liberdade política que são permitidos pela conectividade irrestrita da internet. Eles formaram coalizões impressionantes, e seus esforços tem progredido significativamente.
Simplesmente dizer "não" a qualquer mudança para qualquer estrutura de governança da internet é provável que seja uma proposição perdedora. Uma estratégia mais bem sucedida seria que os proponentes da liberdade e prosperidade da internet dentro de cada nação encorajar um diálogo entre todas as partes interessadas, incluindo os governos e o ITU, para ampliar o guarda-chuva dos múltiplos agentes envolvidos/interessados com o objetivo de alcançar o consenso para abordar as preocupações razoáveis. Como parte desse diálogo, poderíamos enfatizar os tremendos benefícios que a internet tem rendido para o mundo em desenvolvimento através do modelo de múltiplos agentes envolvidos/interessados.
Derrubar esse modelo com um novo tratado regulador é suscetível uma partição da internet, enquanto alguns países inevitavelmente escolheriam optar por sair. Uma internet balcanizada seria devastadora para o livre comércio global e para a soberania nacional. Isso prejudicaria o crescimento da internet mais severamente no mundo em desenvolvimento, mas também globalmente, enquanto as tecnologias são forçadas a procurar permissão burocrática para inovar e investir. Isso também minaria a proliferação de novas tecnologias transfronteiriças como a computação nas nuvens.

Uma sobreposição regulatória internacional centralizada de cima para baixo é contrária a arquitetura da Net, que é uma rede global de redes sem fronteiras. Nenhum governo, muito menos um órgão intergovernamental, pode tomar decisões econômicas e de engenharia em tempo tão rápido como a internet. Produtividade, crescentes padrões de vida e a expansão da liberdade em todo lugar, mas especialmente no mundo em desenvolvimento, chegariam a um impasse enquanto as decisões de planejamento e negócios se tornassem politicamente paralisadas dentro de um órgão regulador global.

Qualquer tentativa de expandir os poderes intergovernamentais sobre a internet - não importa quão gradual ou aparentemente inócuos - deveria ser retirada. Modernização e reforma podem ser construtivas, mas não se o resultado final for uma nova burocracia global que diverge do modelo de múltiplos agentes envolvidos/interessados. Nações esclarecidas deveriam estabelecer uma linha demarcatória contra novas regulamentações enquanto acolhem uma reforma que inclua um papel não regulamentador para o ITU.

As forças pró regulamentação estão, até agora, muito mais energizadas e organizadas do que aquelas a favor da abordagem dos múltiplos agentes envolvidos/interessados. Os proponentes da regulamentação somente precisam assegurar uma maioria simples dos 193 estados membros para codificarem sua agenda radical e contraprodutiva. Diferente do Conselho de Segurança da ONU, nenhum país pode exercer um veto nos procedimentos do ITU. Com isso em mente, alguns estimam que aproximadamente 90 países poderiam estar apoiando uma regulamentação intergovernamental da NET - uns meros sete de distancia da maioria.

Enquanto o precioso tempo se perde, os Estados Unidos não nomearam um líder para a negociação do tratado. Temos de acordar de nossa letargia e nos engajar antes que seja tarde demais. Não só esses desenvolvimentos têm o potencial de afetar as vidas diárias de todos os americanos, eles também ameaçam a liberdade e prosperidade através do globo.

Fonte: online.wsj.com

Em 2003 havia indicações de que a ONU estava procurando controlar o uso da internet. Os Fabianos têm trabalhado nessas coisas por um longo tempo, e eles não desistirão.

Também dê uma olhada nisso: Proposta da polícia dinamarquesa: Banir o uso anônimo da internet. Estas pobres vítimas da prisão mental chamada Modelo Nórdico nem mesmo têm um conceito de privacidade ou individualidade. Portanto uma sugestão como essa não é ultrajante ou mesmo problemática para eles.

O pai da Web e um dos pais do Google dizem que controle da Internet é assustador


Tim Berners-Lee defende que a vigilância estatal a praticamente todos os domínios da Internet é uma “destruição dos direitos humanos”
Tim Berners-Lee defende que a vigilância estatal a praticamente todos os domínios da Internet é uma “destruição dos direitos humanos” (Philippe Desmazes/AFP)
Duas das mais importantes figuras mundiais ligadas ao desenvolvimento da Internet nas últimas décadas - Tim Berners-Lee e Sergey Brin - defendem que as tentativas de controle e censura da Web que se têm multiplicado um pouco por todo o mundo são “perigosas” e “assustadoras”.


Ambos os especialistas em Internet falaram recentemente ao diário “The Guardian”, num especial que este jornal britânico está a conduzir acerca da batalha pelo controle da Internet a que se tem assistido em todo o mundo e que está a ser protagonizado por governos, empresas, estrategistas militares, ativistas e hackers


Se em países como a China, a Arábia Saudita e o Irã as censuras à atividade dos utilizadores são explícitas e constantes, nos EUA e no Reino Unido a censura também tem começado a anunciar-se, embora de outras formas. Na América foi a vez de a Administração Obama ter apresentado duas propostas de lei, a SOPA (Stop Online Piracy Act) e a PIPA (Protect IP Act), que têm como alvo impedir o acesso a sites que violam os direitos de autor mas que, potencialmente, ameaçam sites inócuos com conteúdos gerados pelos próprios utilizadores, podendo em última análise ser uma ameaça à liberdade de expressão e à inovação.

Paralelamente, está em marcha nos EUA a CISPA (Cyber Intelligence Sharing and Protection Act), que, caso venha a ser aprovada (a votação decorre na próxima semana), daria ao governo norte-americano opções e recursos adicionais para garantir a segurança das redes contra ataques e reforçar a luta contra a violação dos direitos de copyright.

No Reino Unido, a actual polêmica prende-se com a anunciada legislação com vista ao monitoramento em tempo real de toda a atividade online – o que inclui emails, navegação em sites, blogues e redes sociais.

Rapidamente os detratores desta anunciada lei fizeram saber que o combate ao crime e ao terrorismo está a converter-se em invasão de privacidade. Esta teoria foi agora apoiada pelo homem que é considerado o “pai” da Internet tal como a conhecemos hoje, Sir Tim Berners-Lee. 

Destruição dos direitos humanos”, diz Berners-Lee 

Tim Berners-Lee, considerado o fundador da World Wide Web e cuja função atual é precisamente aconselhar o governo britânico sobre a forma de tornar os dados públicos mais acessíveis aos cidadãos, veio dizer em entrevista ao “The Guardian” que a extensão dos poderes de vigilância estatal a praticamente todos os domínios da Internet é uma “destruição dos direitos humanos” e que irá tornar vulnerável a uma eventual exposição pública uma grande quantidade de informação íntima. 

“Se passar a ser possível monitorar a atividade de Internet, a quantidade de controle que se passa a ter sobre as pessoas é incrível. Fica-se a conhecer cada pormenor... De certa forma fica-se a conhecer pormenores mais íntimos sobre a vida de alguém do que as pessoas com quem esse alguém fala todos os dias, porque muitas vezes as pessoas confiam na Internet quando procuram informações em sites médicos... ou por exemplo quando um adolescente procura na Internet informações sobre homossexualidade...”, descreve o engenheiro informático.

“A ideia de que, rotineiramente, devemos guardar informação acerca de pessoas é obviamente muito perigosa. Isso significa que passará a informação que poderá ser roubada, adquirida através de funcionários corruptos ou operadoras corruptas e usada, por exemplo, para chantagear pessoas do governo ou do Exército. Arriscamo-nos a que haja abusos se armazenarmos estas informações”, alertou o especialista.

Tim Berners-Lee considerou ainda que, se o governo considera ser essencial armazenar todo o tipo de informações sensíveis acerca dos seus cidadãos, então é necessário criar um “organismo fortemente independente”, que averiguaria - de forma isenta - se as informações recolhidas são ou não válidas em termos de ameaça à segurança nacional.

Porém, tal como está neste momento, a legislação “deve ser travada”, disse claramente Berners-Lee ao “The Guardian”.
Esta oposição aberta à legislação por parte de uma figura com tanto peso como Berners-Lee está com certeza a criar “dores de cabeça” à ministra britânica do Interior, Theresa May, que já fez saber que as medidas vão mesmo avançar no próximo mês, após o discurso da rainha, agendado para 9 de Maio.”É assustador”, diz Brin

Tal como Berners-Lee, também Sergey Brin - um dos fundadores do Google - é um defensor de uma “Internet aberta” e um crítico de todos aqueles que tentam atacar esses princípios de abertura.

Na entrevista ao “The Guardian”, Brin alertou para o fato de haver “forças muito poderosas que se arregimentaram contra a Internet aberta, em todas as frentes e em todo o mundo”. “Estou agora mais preocupado que nunca. É assustador”, reforçou.

Na sua opinião, a ameaça à liberdade da Internet deriva de uma combinação de governos que, cada vez mais, tentam controlar a comunicação dos seus cidadãos, da indústria de entretenimento, que tenta acabar com a pirataria, e do crescimento de “jardins murados restritivos” como o Facebook e as aplicações da Apple, que controlam de forma muito apertada o software lançado nas suas plataformas.

O bilionário de 38 anos - cuja família fugiu do anti-semitismo que reinava na antiga União Soviética - é considerado a força motriz por detrás da saída do Google da China, em 2010, por causa das generalizadas tentativas de controle e censura por parte do regime de Pequim e também por causa dos constantes ciberataques. 

Há cinco anos, Brin disse não acreditar que a China ou qualquer outro país pudesse restringir, efetivamente, a Internet, mas o criador do Google indica agora que já percebeu que estava enganado: “Achei que não havia maneira de pôr o gênio outra vez dentro da garrafa, mas agora parece - em algumas áreas - que o gênio já foi posto dentro da garrafa!”.

Para além de se preocupar com a censura à Internet em países como a China, Arábia Saudita e Irã, o criador do Google mostrou-se igualmente preocupado com a situação nos EUA, reconhecendo que muitas pessoas estão preocupadas com a quantidade de informação delas próprias que neste momento já está nas mãos das autoridades uma vez que está armazenada em servidores do Google.

Brin esclareceu que a sua empresa é forçada, periodicamente, a fornecer dados dos seus utilizadores às autoridades e, algumas vezes, é mesmo proibida - por meios legais - de notificar os seus utilizadores que o fez. “Lutamos muito contra isto e conseguimos muitas vezes não obedecer a estes pedidos. Fazemos tudo o que está ao nosso alcance para proteger os dados. Se pudéssemos (...) não estar sujeitos às leis norte-americanas, isso seria ótimo. Se pudéssemos estar numa jurisdição mágica na qual todas as pessoas do mundo confiassem, isso seria ótimo... Estamos a fazer isso o melhor possível”, disse.

Brin alertou ainda para a forma fechada de operar das plataformas Apple e do Facebook, que na sua opinião dividem a Web. “Por exemplo, toda a informação contida nas aplicações - essa informação não é ‘rastreável’. Não é possível fazer buscas por ela”.

Brin indicou ainda que ele e o seu companheiro de criação do Google, Larry Page, não teriam hoje sido capazes de criar o gigante tecnológico que fundaram em 1998 se a Internet já estivesse dominada pelo Facebook. “Temos que jogar de acordo com as regras deles, que são realmente restritivas. O tipo de ambiente em que desenvolvemos o Google - e a razão pela qual conseguimos desenvolver um motor de busca - era muito aberto. A partir do momento em que há demasiadas regras, isso reprime a inovação”.
Pode-se argumentar que Brin terá palavras duras contra o Facebook porque este site se tornou rapidamente num gigante mundial - com cerca de 850 milhões de utilizadores ativos em todo o mundo - e num poderoso rival do Google em vésperas de se estrear na bolsa.Mas Berners-Lee também há muito que vem alertando para o perigo da dominância da Internet por “silos” como o Facebook e as aplicações fechadas da Apple. Já em 2010 Berners-Lee tinha chamado a atenção para este problema, permanecendo atualmente preocupado com a criação de “fortes monopólios”. Berners-Lee acredita, porém, que é improvável que gigantes como o Facebook possam gozar do seu império indefinidamente. “(...) As coisas estão em mudança contínua, por isso é muito difícil dizer (...) como é que isto vai estar daqui a uns meses”.


Fonte: http://www.publico.pt/Tecnologia/

PRISM: Governo Big Brother A Olho Nú 

Durante anos postamos artigos sobre a quantidade extrema de vigilância no estilo Big-Brother que está acontecendo nos Estados Unidos e no mundo. Enquanto alguns vem rejeitando essas histórias como "teorias da conspiração paranóicas", as revelações recentes sobre o projeto PRISM da NSA (Agência Nacional de Segurança dos EUA) provam que não havia teorias envolvidas - apenas fatos simples.

PRISM é um programa ultra-secreto que permite que a NSA acesse diretamente os servidores de vários serviços on-line e obtenha todos os tipos de informações sobre seus usuários. 

Desde que a história veio à tona, alguns serviços como o Facebook negaram qualquer envolvimento com este programa, afirmando que a NSA não tem acesso aos seus servidores. O jornal britânico The Guardian no entanto, publicou slides do PowerPoint ultra-secretos vazados, usados em treinamentos de agentes da NSA, que afirmam claramente que: 1 - A NSA pode acessar diretamente esses servidores e 2 - A maioria dos principais provedoresde serviço estão diretamente envolvidos no programa. Aqui estão os slides:





Este slide claramente afirma "Coleta diretamente dos servidores 

desses prestadores de serviços dos Estados Unidos".
Aqui vemos que os espiões da NSA não pouparam esforços: e-mails, vídeos e 
chats de voz, transferência de arquivos e redes sociais são todos alvos. 
Sim, até mesmo chamadas de Skype podem ser espionadas por agentes.





Aqui vemos a data exata em que cada empresa se juntou ao PRISM. O primeiro a participar foi a Microsoft. À luz deste tópico recente no fórum sobre o console de jogos Xbox One da Microsoft, isso não é surpreendente. Agora que foi confirmado que o XBox vai exigir uma conexão com a internet a cada 24 horas, é bem possível que os dados coletados pelo console (áudio e vídeo) sejam transferidos diretamente para os servidores da NSA.


Alguém poderia perguntar: De onde vem essa enorme quantidade de dados são processadas? Em 2012, eu postei um artigo intitulado A NSA está construindo o maior Centro de espionagem do país, que dizia:

    "Quando a construção estiver concluída em 2013, a unidade altamente fortificada de 2 bilhões de dólares vai abranger 92 mil metros quadrados, incluindo quatro áreas de 2300 metros quadrados para abrigar intermináveis filas de servidores de alta potência. O centro vai ser alimentados com dados coletados por satélites de espionagem da agência, postos de escuta no exterior e salas de monitoramento secretas em instalações de telecomunicações em todo os EUA. O poder de processamento incrível deste mecanismo será utilizado para fazer a varredura de e-mails, telefonemas, mensagens de texto, tweets ou qualquer outro tipo de comunicação. Como um ex-oficial da NSA estados, mantendo o polegar e o indicador juntos disse: "estamos assim longe de um estado totalitário".

Eu acho que esta virada em um "estado totalitário" está agora em vigor.

O informante que vazou essa história é chamado Ed Snowden e o governo dos EUA está tentando processá-lo severamente. Aqui está um vídeo do YouTube dele descrevendo como o que está acontecendo agora é pior do que o romance de 1984.

Observe esta parte.

 "Porque mesmo se você não está fazendo nada de errado, você está sendo monitorado e registrado. E a capacidade de armazenamento desses sistemas aumenta a cada ano de forma consistente por ordens de magnitude que está chegando ao ponto em que você não tem que ter feito nada de errado, você simplesmente tem que eventualmente cair sob a suspeita de alguém, até mesmo por uma ligação telefônica errada. Eles podem usar o sistema para voltar no tempo e analisar minunciosamente cada decisão que você já fez. Cada amigo que você já discutiu. E atacá-lo com base nisso, para derivar as suspeitas de uma vida inocente, e pintar qualquer pessoa no contexto de um malfeitor."

Então, para aqueles que dizem "Se você não tem nada a esconder, você não deve se preocupar" ou o mais conhecido na língua portuguesa como "quem não deve não teme", você está errado. Absolutamente errado. E, para ser honesto, é esse tipo de atitude que vai destruir o que resta da liberdade e da privacidade nos EUA e no mundo. Além disso, se você estiver fora dos Estados Unidos - especialmente em países como o Canadá, Reino Unido ou Austrália - não acho que você esteja seguro. A elite não conhece fronteiras nacionais e o que tem se revelado nos Estados Unidos, é mais provável que já esteja acontecendo em muitos outros países.
Está na hora de acordar e das pessoas saberem que a privacidade, a liberdade e a democracia estão em sério perigo. Não há especulação, não há "chapéus de papel alumínio" (tin-foil-hat) e nenhuma teoria da conspiração. Isto é o que está acontecendo agora e se você valoriza a sua liberdade, é melhor você fazer algo sobre isso e fazer a sua voz ser ouvida.



  Fonte: Fórum Anti-NOM.

 Príncipe Charles revela ser parente do Conde Drácula


Sim, agora é "OFICIAL". Antes quando alguém escutava que os "Bush" eram aparentedos com a familia real britanica, a maioria (que NÃO investiga) dizia que era invenção de "teoristas das conspirações". Bom, pra quem precisa de uma "oficialização-ZINHA", temos o próprio principe Charles declarando.

Num é a toa que o 
Príncipe Philip chama os Windsor de "a sólida família". Foi dos Hanovers que a atual Casa de Windsor derivou.

http://www.englishmonarchs.co.uk/hanover_11.htmhttp://en.wikipedia.org/wiki/House_of_Hanover

Quando a Nobreza Negra se expandiu para a Alemanha, a família do "Banco de Veneza" tornou-se conhecida como os Warburgs (banqueiros de Adolf Hitler).
[Artigo da Time Magazine]

Veja mais aqui em "
And The Truth Shall Set You Free" e em "The Windsor-Bush Bloodline".



Repare no min 2:23 quando fala sobre Bush ser parente de Vlad, o empalador. Leia aqui sobre a "Ordem do Dragão" ou "Corte do Dragão" -