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24 de jun de 2013

Direto da redação - O seu fim de noite!





Ruínas na Lua e Marte - excelente edição



Contato Extraterrestre–América Latina 



Ao longo dos tempos, milhares de avistamentos de OVNIS têm sido relatados por todo o planeta. As histórias se multiplicam cada vez mais na América Latina. Milhões de dólares são destinados às investigações na busca por vida extraterrestre. A ciência reconhece que é estatisticamente possível. Todo o mundo está em alerta, observando os céus, buscando resposta para algumas perguntas: existe vida em outras galáxias? Os aliens tem vindo nos visitar? É possível que alguns deles já estejam vivendo entre nós, neste momento?





Gado dos dois lados


Rubens, autor da série de DVDs “Prepare-se” sobre a verdade oculta dos governos com o povo, fez uma declaração sobre as manifestações que estão ocorrendo no Brasil. Mostrando os dois lados, tanto do povo como protesto, quanto da polícia fazendo seu trabalho, mas também sendo gente do mesmo lado, mas com seu trabalho a ser feito. Pois da mesma forma que o povo revoltado, eles tem família para sustentar, e no final, somos gado dos dois lados. Confira!




nwo



Siddhartha Gautama - O Buda

A iluminação de Buda 
ao enfrentar seu ego
"Buda" é um título dado na Filosofia Budista para àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos daquilo que chamamos de realidade e se puseram a divulgar tal descoberta aos demais seres.

Siddhartha Gautama, foi um príncipe da região do atual Nepal, buscador da verdade, e eventualmente tornou-se um professor espiritual daquilo que ele havia re-descoberto em si mesmo. É popularmente conhecido como O Buda, que significa "aquele que despertou". Seus ensinamentos deram origem ao budismo, mas ao contrário do que muitos pensam, ele não é o fundador do mesmo. Nas palavras do próprio Buda, como é dito através do Sutra do Diamante:
"Nunca pense que eu acredito que devo estabelecer um sistema de ensino para ajudar as pessoas a entenderem o caminho. Nunca divida tal pensamento. O que eu proclamo é a verdade como eu descobri. Um sistema de ensino não tem nenhum significado, porque a verdade não pode ser quebrada em pedaços e ser disposta em um sistema."


Existe muita discussão sobre se o budismo é uma religião ou é uma filosofia. Ao meu ver é os dois, pois o termo religião vem do latim "religare", que significa "religação", e a religação com a nossa essência é uma das buscas dos budistas. Outro pronto é que em qualquer religião há filosofia, mas a diferença é que no budismo é transmitida a ideia de que não devemos nos apegar a crenças, no sentido de não nos atermos apenas a elas. Além do mais é uma religião não-deísta, ou seja, não tem como base em suas estruturas nem narrar a formação do mundo, nem apresentar seres superiores e buscar favores deles ou sequer entender esse Deus ou deuses, simplesmente por que não temos como conhecer tudo.

O budismo poderia também ser melhor descrito como uma ciência da mente, assim como a psicologia, já que busca compreender nossos processos mentais, e como podemos aprender a lidar com eles e até mesmo transcender o controle que alguns processos tem sobre nós.
Muitos dos que rotulam o budismo como sendo uma religião igual a qualquer outra, são pessoas que se dizem ateus, mas que na realidade são anti-religião, onde ao ligarem-se demais ao materialismo das coisas não conseguem vislumbrar a profundidade daquilo que eles não compreendem de maneira intelectual.


Simbologia das histórias

É importante entender que não se deve interpretar literalmente as histórias de Buda, assim como a de Jesus e Krishna, pois elas são muitas vezes representações metafóricas de processos mentais e também ocorre quando se deseja expressar alguma ideia complexa de ser explicada usando as palavras. É preciso usar símbolos que as pessoas possam entender, ou pelo menos ajuda-las a ter uma noção do que se está falando.



Uma curiosidade interessante relacionada ao assunto é o fato do personagem principal da "Trilogia Matrix", Neo(One = Um), ser uma referência evidente ao Buda, devido a história do personagem ter diversas semelhanças, como a busca pela iluminação, a idolatria que o povo de Zion tinha por ele, na esperança de uma libertação, no final do filme Neo percebe que ele é um com a Fonte ao integrar o Agente Smith(que representa o Ego, ou a Sombra de Neo) em si mesmo.
O ator que interpreta o Neo, Keanu Reeves, também interpreta Siddhartha em um filme de 1993, "O Pequeno Buda"(Filme completo no final do artigo).


A "prisão" do Ego


Ego pode significar muitas coisas: Algumas pessoas usam para se referir ao lado "problemático" da mente, aquele que sucumbe facilmente à ganância, gula, luxúria, ódio, preguiça, inveja e vaidade/orgulho. Sigmund Freud veio com um novo conceito sobre o ego, como sendo a identificação com determinado processo da mente, que seria a objetificação do "Eu". Carl Jung usou para definir a estrutura da mente humana, a qual se encontra dentro de uma estrutura maior.

Quando vemos o ego como algo "problemático" o que sentimos imediatamente é a vontade de separa-lo, exclui-lo, mas isso só ira gerar mais conflito. O ego não é um inimigo, a não ser que você faça ele um. É apenas um processo mental, o qual valorizamos muito mais do que outros, e com isso acabamos por dar boa parte do nosso poder para essa parte de nossa mente nos controlar. O que precisamos fazer é tomar consciência da estrutura mental que construirmos, e podemos fazer isso de maneira eficiente  através auto-observação, ou qualquer observação na verdade, pois é essa a nossa essência, O Observador

Isso que é transcender o ego, não é destruí-lo, mas compreender porque ele existe, e usa-lo com sabedoria.  E ninguém pode fazer isso por você, você precisa entender isso por si mesmo, o máximo que as pessoas podem lhe fazer é dar exemplos e destacar alguns pontos, mas você que precisa conecta-los.
Nas palavras de Lao Tzu: "A verdade não pode ser dita, se for dita, não é a verdade".

  • DOCUMENTÁRIO: The Buddha (2010)


SINOPSE: Documentário do premiado diretor David Grubin, narrado por Richard Gere, que conta a história da vida do Buda, uma jornada especialmente relevante para os nossos próprios tempos difíceis de mudanças violentas e confusão mental. Ele apresenta o trabalho de alguns dos maiores artistas e escultores do mundo, que nos últimos dois mil anos vem retratando a vida do Buda em obras de arte ricas em beleza e complexidade. Budistas contemporâneos, como o poeta ganhador do prêmio Pulitzer, W.S. Merwin, e sua santidade o Dalai Lama, revelam insights que tiveram a partir da antiga narrativa sobre a vida do príncipe indiano Siddhartha Gautama, que abandou todo o luxo, conforto e ilusão da vida palaciana e partiu numa busca espiritual que o levaria à iluminação.

Documentário [Legendado - Parte 1]




Documentário [Legendado - Parte 2]

    • DOCUMENTÁRIO: A Vida de Buda (BCC)

SINOPSE: Este documentário recria a vida de alguém que nunca quis ser venerado como um Deus, mas que mudou para sempre a história da humanidade em busca de paz e felicidade eterna. Quinhentos anos antes de Cristo um jovem príncipe deixou seu palácio e iniciou uma viagem pelo norte da Índia. Suas experiências definiram uma filosofia de vida que hoje tem mais de 400 milhões de praticantes. A filosofia Budista cresce dia após dia e mais pessoas, cada vez mais jovens, se interessam sobre os ensinamentos de Buda.

No início do século XIX, um grupo de arqueólogos e exploradores ocidentais encontrou em Lumbini, um pequeno povoado do Nepal, o lugar de nascimento de Buda, o que os permitiu descobrir alguns segredos de sua vida. Uma pesquisa profunda, com testemunhos de especialistas e as últimas descobertas arqueológicas.

Documentário Completo [Dublado]

  • FILME: O Pequeno Buda (Little Buddha - 1993)



"Little Buddha" é um filme que aborda a história de Siddhartha Gautama, que é contada para uma criança que acredita-se ser a reencarnação de um grande monge.
 O filme é direcionado para crianças, aborda o tema de maneira bem básica e simplificada, mas é muito interessante para quem não conhece a história e a filosofia Budista.
SINOPSE: Um dia, ao voltar para casa, o arquiteto Dean Conrad (Chris Isaak) encontra dois monges budistas tibetanos, Lama Norbu e Kenpo Tensin, sentados na sua sala de estar, conversando com Lisa, sua esposa. Guiados por vários sonhos perturbadores, os monges viajaram do Nepal até Seattle pois acreditam que um garoto de 10 anos, Jesse, o filho de Dean, possa ser a reencarnação de Lama Dorje, um lendário e místico budista. Inicialmente Dean e Lisa ficam céticos, especialmente quando os monges manifestam interesse em levar Jesse para o Butão, na intenção de comprovar ou não se ele é a reencarnação de Lama Dorje. Porém após o suicídio de Even, um sócio de Dean, este muda de ideai. Após deixar Lisa nos Estados Unidos, Dean viaja com o filho para o Butão.

FILME COMPLETO [LEGENDADO]




  • Desenho animado infantil que resume a história da vida de Buda em 14 minutos.

 A "Morte" do Ego: Compreendendo o SER



Quem vive pelo ego poderá ter seu nome imortalizado, mas apenas quem vive pelo espírito será de fato imortal. Não está na lógica a percepção  de uma possível emancipação do pequeno eu. Emancipar-se é harmonizar-se. Eis então o flagelo do pseudoconsciente, acreditar que é superior ao ego, que é superior a uma parte de si mesmo, perpetuando sua fragmentação.

Sendo o pequeno eu uma extensão do Eu Profundo, nele está abrigada a própria manifestação do não-manifestado. Logo, sendo um canal para a expressão do divino, estar superior ao ego é estar, em termos diretos, não mais vivo. Vê-se então a impossibilidade de matar o ego, pois sendo a própria tradução do não linear, sua inexistência anularia completamente a vida.
Veja que me refiro à mente como um todo, não aos seus condicionamentos.

Eis então a nossa proposta para que haja uma trindade harmônica na vida de cada ser humano: O Eu Profundo, o mundo e o pequeno eu.

Quando há somente o primeiro(a existencia em si), não pode haver vida física, a linguagem é incompatível, por isso necessita de um ponto de referência. Quando esse ponto é neutro, dizemos que não existe intermediário, apenas tradutor.

Logo, a existência da mente é necessária; seu descontrole é que não. Quando descontrolada, torna-se intermediária, torna-se uma voz ativa que teima em distorcer a tradução.

O mundo, segundo elemento, não precisa de porta-voz para comunicar-se com o espírito, precisa apenas de um tradutor que mantenha a verdade incorruptível. Não é para haver tradução livre, é para haver tradução literal, pois o mundo é literal, é concreto e é por isso que o espírito quer conhecê-lo, pois o Eu Profundo não é literal, mas abstrato, fugindo de qualquer padrão identificado pela mente.

Deste modo, quem insiste em querer dissipar o ego está vivendo uma fantasia. Sendo o ego uma característica da mente, tudo o que for do pensamento parte inevitavelmente do mesmo princípio: o pequeno eu. Portanto, a ação em si já uma característica “corrompida” pela mente, impedindo que haja a separação, tão aclamada pelo pseudoconsciente, entre seu Eu Profundo e o ego. Matá-lo então é um pensamento tolo.

O ego não pode ser morto. Quando você diz que vai matar o ego, é o próprio falando. Quando você diz que se tornará superior ao ego, é o próprio falando. Quando você diz que vai lutar contra ele, é o próprio falando. Qualquer mentalização provém do ego. O que está além é a vontade pura, sem pontes para a expressão. É algo que não se descreve, não se fomenta e não se põe em movimento linear.

Portanto, matar o ego é impossível, ele sempre existirá, a não ser num estado da não-forma, no estado da divindade em si, do espírito, do total abstrato e subjetivo. Enquanto houver antropomorfização do espírito, a  mente persistirá.

O que se deve fazer é harmonizar a mente, o mundo e o Ser. Esta trindade deve novamente ficar em equilíbrio, assim como ocorria na tenra infância em que o intelecto não estava presente, ou seja o intermediário, mas tão-somente o tradutor. A maturidade espiritual consiste em trazer de volta o tradutor, porém agora preenchido de consciência de si e de seu papel na evolução da matéria e na experiência do Eu Profundo.

Pois aquele que mesclar a inocência de uma criança com a consciência de um adulto estará enfim liberto das amarras do mundo. Terá finalmente sublimado Maya.


Compreenda algo de extrema importância: inteligência não tem nada a ver com conhecimento. Adquirir conhecimento é tornar-se instruído, mas não necessariamente inteligente. E veja que aqui eu nem me refiro à sabedoria, esse é outro nível. Instrução e inteligência são aspectos totalmente diferentes do entendimento humano.

Acumular conhecimento desvairado é um atributo de quem não conhece a si mesmo. Mais que isso, é um atributo de quem acha que sabe quem é. Não se trata de compreensão, trata-se de interpretação de informações concretas, uma vez que a raiz de qualquer conhecimento adquirível por vias materiais é constituída de objetivismos.

E não importa que haja pretensas abstrações em determinadas ideias filosóficas; em havendo a transcrição, haverá também uma perda quase integral do atributo original. Logo, qualquer conhecimento que possa ser aprendido pela mente concreta é contraído e limitado, pois assim é o pensamento.

Então, a principal diferença entre alguém instruído e alguém inteligente é que o primeiro, para saber o que sabe, procura ler 10 mil livros, mas o segundo aprendeu a buscar o conhecimento diretamente da fonte; por isso, mantendo-se em constante evolução, poderá tornar-se um sábio algum dia.

Não me refiro ao conhecimento apenas intelectual, vou muito além do intelecto. Falo da concepção universal  do que é ter verdadeiro conhecimento, verdadeira inteligência e verdadeira sabedoria. Refiro-me ao saber baseado no autoconhecer e no autovivenciar que, para o mesmo efeito, leva cedo ou tarde ao conhecimento exterior que mais se aproxima daquilo que constituímos como verdade. Aqui, a sabedoria então pode ascender.

Mas isso só poderá vir quando o indivíduo perceber que o conhecimento não está em sua mente. Esse é o grande truque. Enquanto o intelectual busca ler tudo o que puder, o sábio acessa tudo aquilo de que ele precisa diretamente dos registros coletivos da consciência humana. E isso só pode se dar quando há espaço suficiente para a manifestação da intuição, do sopro do Eu Profundo.

Aquele em busca da sabedoria compreende que todo o conhecimento adquirido em vida se perde no momento da morte. Todos os diplomas, cursos, reconhecimentos, prêmios, conquistas, tudo isso se torna apenas uma partícula singular. Compreender isso é libertador, pois se entende que a busca exacerbada por conhecimento é desperdício de energia.

O conhecimento não está na mente, e isso é algo que pode chocá-lo. E eu lhe proponho apenas uma pequena meditação a respeito, pois sei que isso fará todo o sentido para você. A mente é apenas um referencial, um guia. O pensamento não nasce na mente física, assim como tudo o que aprendemos não fica nela armazenado.


Portanto, matar o ego é impossível, ele sempre existirá, a não ser num estado da não-forma, no estado da divindade em si, do espírito, do total abstrato e subjetivo. Enquanto houver antropomorfização do espírito, a  mente persistirá.

O que se deve fazer é harmonizar a mente, o mundo e o Ser. Esta trindade deve novamente ficar em equilíbrio, assim como ocorria na tenra infância em que o intelecto não estava presente, ou seja o intermediário, mas tão-somente o tradutor. A maturidade espiritual consiste em trazer de volta o tradutor, porém agora preenchido de consciência de si e de seu papel na evolução da matéria e na experiência do Eu Profundo.

Pois aquele que mesclar a inocência de uma criança com a consciência de um adulto estará enfim liberto das amarras do mundo. Terá finalmente sublimado Maya.


Philosophy and the Matrix: Return to the Source

Você, como divindade, sabe tudo. Mas você, como pequeno eu, não tem consciência disso.

Logo, como pequeno eu, você tenta compensar esse esquecimento lendo e estudando desesperadamente para aprender tudo o quanto for possível, quando o mais sábio e eficaz seria tornar-se consciente e reconectar-se com seu lado divino que tudo sabe, tudo vê e tudo entende.

E é justamente por não compreender isso que você, ainda achando que é o pequeno eu, sofre, pois não compreende as coisas, se enraivece, pois não sabe como lidar com as pessoas e se magoa, pois não consegue entender a si mesmo. Seu estado de inconsciência produz uma avalanche de mentalizações em forma de flagelos.

Então, o grande lance é você deixar de lado essa ânsia por compreender tudo. Isso só leva a muita confusão pelo excesso de informações. Torne-se, ao invés disso, mais e mais consciente de si mesmo e do seu entorno.

Aos poucos, você estará derrubando barreiras que impedem que a intuição aflore. Pois quando ela soprar em seu pescoço, um novo universo estará ao seu alcance. Você saberá coisas que jamais pensou em conhecer; verá abstrações tão nítidas como uma xícara de café; começará a entender as mais complexas questões formuladas até então por sua mente.


Buda - A Superação do Ego




 J. Krishnamurti - Liberte-se do "Eu"


Reflexões acerca do Ego




Eu Sou Outro Você



 Zeitgeist III - Moving Forward (2011)

Eis o terceiro filme da série Zeitgeist (Zeitgeist I, Zeitgeist II). Zeitgeist: Moving Forward, foi lançado em janeiro de 2011 e é muito mais centrado que os outros. Os níveis de direção e produção também aumentaram consideravelmente, obviamente devido ao sucesso dos dois primeiros filmes.

Além de revisitar os temas debatidos nos primeiros filmes, visa tratar do ser-humano com uma visão evolutiva, biológica e social mais apuradas, passando pela a forma como somos moldados pela mídia diariamente para termos comportamentos nocivos que não nos pertencem originalmente. Como o processo é muito sutil e direcionado, muitas vezes não nos damos conta de como podemos deixar de ser nós mesmos sem perceber e ainda contribuir negativamente para o bolo social, dependente de relacionamentos inter-pessoais para se sustentar.


Mostra (e prova, com fatos contundentes e exemplos práticos), que o sistema econômico atual não tem nada de “economia” e que o modelo está prestes a ruir, a qualquer momento, o que não seria uma coisa ruim, pois ele é completamente insustentável e prejudicial ao planeta, à natureza e consequentemente ao ser humano.
Ao meu ver, é a obra mais essencial de todas, pois pra fechar, mostra na prática como poderia (e deveria) ser o novo modelo de sociedade. É um banho de água fresca em meio à desinformação frenética e a inversão de valores que nos rodeia.

Não deixe de assistir aos filmes de Peter Joseph. Evolua e busque   sempre novas perspectivas para formar sua própria opinião ao invés de aceitar passivamente as opiniões impostas.
Concordando ou não com as visões exibidas na série, uma coisa é certa: o ser humano tem que evoluir para além do mecanismo social atual. Nem sonhamos como seria um despertar para além do mundo que vemos hoje, já que estamos cegos pela quantidade enorme de condicionamento que sofremos desde o nascimento, mas devemos sempre almejar um salto evolutivo que nos torne imunes à tal condicionamento. As vezes, achamos que vivemos plenamente quando somos apenas sombras, reflexos de algo que podemos atingir se tivermos coragem para romper a barreira da ignorância.


Assistir a esses filmes não é uma perda de tempo. É o minimo que podemos ganhar à curto prazo e passa a ser uma obrigação, pois a sociedade perde (bastante) tempo com muitas coisas fúteis e banais, que apenas corrompem cada vez mais a lógica do sistema, como futebol, reality shows, novelas e afins. Que tal tirar a poeira do cérebro por algumas horas e assistir algo que vai contribuir positivamente, agregando novas informações a nossa consciência e a nossa visão de mundo? Conhecimento é poder. Quem não busca conhecimento se conforma em ser dominado.

Trailer (Recomendo)


 ZEITGEIST - Moving Forward (Legendado PT)



 Resposta à Mídia; Morte de Osama bin Laden.


Resposta à mídia, escrita por Peter Joseph, fundador do Movimento Zeitgeist.

Em 1º maio de 2011, o presidente Barack Obama apareceu na televisão norte-americana em cadeia nacional, com o anúncio espontâneo de que Osama bin Laden, o suposto organizador dos trágicos acontecimentos de 11 de setembro de 2001, foi morto por forças militares no Paquistão.

Logo em seguida uma grande reação da mídia ocorreu em praticamente todas as redes de televisão, no que só poderia ser descrito como a exibição de uma celebração grotesca, reflexo de um nível de imaturidade emocional que beira a psicose cultural. O retrato de pessoas correndo pelas ruas de Nova York e Washington entoando slogans jingoístas americanos, acenando suas bandeiras como membros de algum culto, louvando a morte de outro ser humano, revela ainda outra camada desta doença que chamamos de sociedade moderna.

Não é o foco desta resposta abordar o uso político de tal evento ou iluminar a orquestração encenada de como a percepção pública seria controlada pela grande mídia e pelo governo dos Estados Unidos. Este artigo trata de expressar a irracionalidade bruta aparente e como nossa cultura torna-se tão facilmente obcecada e carregada emocionalmente em relação à simbologia superficial, e não com os verdadeiros problemas de raiz, suas soluções ou considerações racionais de circunstância.

O primeiro e mais óbvio ponto é que a morte de Osama bin Laden não significa nada quando se trata do problema do terrorismo internacional. Sua morte simplesmente serve como catarse para uma cultura que tem uma fixação neurótica em vingança e retaliação. O próprio fato de que o governo que, do ponto de vista psicológico, sempre serviu como uma figura paterna para seus cidadãos, reforça a idéia de que assassinar pessoas é uma solução, deveria bastar para que a maioria de nós fizesse uma pausa e refletisse sobre a qualidade dos valores provenientes do próprio zeitgeist.

No entanto, além das distorções emocionais e do padrão trágico e vingativo de recompensar a continuação da divisão humana e da violência, há uma reflexão mais prática em relação ao real problema e a importância desse problema quanto à sua prioridade.

A morte de qualquer ser humano é de uma conseqüência imensurável na sociedade. Nunca é apenas a morte do indivíduo. É a morte de relacionamentos, companheirismo, apoio e da integridade dos ambientes familiar e comunitário. As mortes desnecessárias de 3.000 pessoas em 11 de setembro de 2001 não são nem mais nem menos importantes do que as mortes daqueles durante as guerras mundiais, através de câncer e doenças, acidentes ou qualquer outra coisa.

Como sociedade, é seguro dizer que nós buscamos um mundo que estrategicamente limite todas as consequências desnecessárias através de abordagens sociais que permitam a maior segurança que nossa engenhosidade possa criar. É neste contexto que a obsessão neurótica com os acontecimentos de 11 de setembro de 2001 tornou-se gravemente insultante e prejudicial ao progresso. Criou-se um ambiente em que quantidades ultrajantes de dinheiro, recursos e energia são gastos na busca e destruição de subculturas muito pequenas de seres humanos que apresentam diferenças ideológicas e agem sobre essas diferenças através da violência.

Ainda assim, apenas nos Estados Unidos, a cada ano cerca de 30.000 pessoas morrem em acidentes automobilísticos, a maioria dos quais poderiam ser evitados por mudanças estruturais muito simples. Isso são dez “11 de setembro” a cada ano… mas ninguém parece lamentar esta epidemia. Da mesma forma, mais de 1 milhão de americanos morrem de doenças cardíacas e câncer por ano – cujas causas atualmente são, em sua maioria, facilmente ligadas a influências ambientais. No entanto, independentemente dos mais de 330 “11 de setembro” que ocorrem a cada ano neste contexto, as alocações de orçamentos públicos para pesquisas sobre estas doenças são apenas uma fração do dinheiro gasto em operações “anti-terrorismo”.

Tal lista poderia aumentar indefinidamente no que diz respeito à perversão de prioridades quando se trata do verdadeiro significado de salvar e proteger a vida humana, e espero que muitos possam reconhecer o grave desequilíbrio que temos em mãos, quanto aos nossos valores.

Então, voltando ao ponto de vingança e retaliação, vou concluir esta resposta com uma citação do Dr. Martin Luther King Jr., provavelmente a mais brilhante mente intuitiva quando se tratava de conflitos e do poder da não-violência. Em 15 de setembro de 1963, uma igreja em Birmingham, no Alabama, foi bombardeada, o que causou a morte de quatro meninas que frequentavam as aulas de educação religiosa aos domingos.

Em um discurso público, o Dr. King declarou:
“O que assassinou as quatro meninas? Olhe ao seu redor. Você vai ver que muitas pessoas que você jamais imaginaria capazes participaram deste ato de maldade. Portanto, esta noite todos nós precisamos sair daqui com uma nova determinação de luta. Deus tem uma tarefa para nós. Talvez a nossa missão seja salvar a alma dos Estados Unidos. Não podemos salvar a alma desta nação atirando tijolos. Não podemos salvar a alma desta nação pegando nossas munições e saindo disparando com armas físicas. Temos que saber que temos algo muito mais poderoso. Basta adotar a munição do amor.”

– Dr. Martin Luther King, 1963


Vai se manifestar? então Assista a esse vídeo.

Escolha de que lado você está, para não ser massa de manobra.

URGENTE! Golpe Midiático à Vista - (Hoje não vai ter documentário)



Novo estilo de golpe: direita busca as ruas e ressuscita inflação



- Filho, você vai no ato amanhã?
- Claro, mãe. Por quê?
- Olha, realmente não sei nada de política, mas peço que não, porque acho que vai rolar um Golpe de Estado.
Parece absurdo, mas esse diálogo – que de fato ocorreu com um amigo – é sintomático.
No meio da manifestação desta segunda-feira (17), em São Paulo, começou a se falar sobre uma suposta ocupação do Congresso Nacional.
Foi preocupante.
- Sabe como se chama isso?
Disse um companheiro de organização.
- Golpe de Estado.
Felizmente, como sabemos, não foi o que ocorreu. Mas esse momento de tensão nos leva a algumas reflexões.
Logo após a manifestação da última quinta-feira, a linha editorial dos principais meios de comunicação mudou de tom radicalmente.
Se na quinta pela manhã eles inescrupulosamente pediam à Polícia Militar agir com violência, na sexta as principais manchetes repudiavam a ação dos PMs. Se não pode vencê-los, junte-se a eles, e busque cooptá-los.
A mudança de discurso é significativa. Representa um oportunismo da direita para criar um clima de instabilidade nacional. Agora, as manchetes centralizam suas forças principalmente sobre o governo federal.

A preocupação com os megaeventos esportivos, o distanciamento do PT com as massas e sua incapacidade de diálogo, a suposta popularidade da presidência em queda, as vaias na abertura da Copa das Confederações.
A pauta política está dada. Agora, a direita busca a pauta econômica para concretizar seu discurso e desestabilizar o governo. E, com isso, começam a retomar a questão da inflação.
O editorial da Folha desta segunda diz que, com exceção dos beneficiados do novo programa federal Minha Casa Melhor, “todos os outros brasileiros, em contraste, veem sua capacidade de consumo estreitar-se de forma acelerada, sob o golpe duplo do aumento da inflação (que já corrói os salários) e dos juros (que deve onerar as compras a prazo)”.

A história nos ensina que as contra-ofensivas se realizam com mais sucesso se for respaldada de um artefato sólido, ao entrelaçar elementos políticos aos econômicos.
E é o que estão buscando. “Dilma Rousseff resvalará para o autoengano, porém, se desconsiderar que as vaias vieram na semana em que se espalharam pelo país protestos contra altas de preços (tarifas de transportes) e contra o que alguns percebem como mau emprego de verbas públicas (nos eventos esportivos, entre outros)”.
E já atestam como fato dado que, no ano pré-eleitoral, “são fortes os sinais de que se rompe a bolha de otimismo que levou Dilma ao Planalto”.

“O que aflige os brasileiros é a perda de poder aquisitivo, com a inflação, e a incapacidade do Estado de apresentar soluções concretas para a crise nas áreas vitais de saúde, educação, segurança e transportes. Mais consumo e mais futebol não resolvem nada disso”, termina o editorial.
Mentira. Os espasmos inflacionários que a tese dominante tanto aposta evolui pouco perto do estardalhaço. A última nota técnica do Dieese (abril), mostra que entre março de 2012 a março de 2013, o IPCA evoluiu 6,59%, enquanto os preços dos alimentos, 13.49%.
Se não fosse o problema do subgrupo alimento, que ocorre devido a problemas sazonais e estruturais da agricultura brasileira (como bem coloca Gerson Teixeira em seu artigo 

O agronegócio é ‘negócio’ para o Brasil?), o IPCA teria sido de 5.07%, segundo simulação feita pelo Ministério da Fazenda. A meta central de inflação dentro do intervalo de tolerância é de 6,5%.
Tentam misturar as coisas, confundir e influenciar sobre um movimento ainda bem descentralizado. Soma-se a isso o fato da grande maioria (a redundância aqui é proposital) dos que participaram das manifestações não serem organizados e, ainda, rechaçarem violentamente partidos políticos e não terem uma compreensão clara sobre a necessidade organizativa.
Ao longo da marcha, bandeiras do PSTU foram tomadas por algumas pessoas. A Juventude do PT foi ameaçada por outro grupo e teria apanhado, não fossem outras organizações que estavam por perto e apaziguaram a situação. Boa parte do clima era de ódio com a política, com políticos e com partidos.
O momento é delicado. É necessário que a esquerda tenha isso em mente e, se ainda é possível, também colocar uma responsabilidade e necessidade do PT deixar de ser bundão, ser mais protagonista, polarizar o debate e politizar as massas.
E é o momento das forças de esquerda unificarem a luta, incidirem sobre o debate político ideológico e pressionar o PT a tomar alguma posição. Sempre reforçando a pauta central: diminuição dos preços do transporte público, e não ampliando como a direita pretende.
A direita, longe de ser boba, está se aproveitando. E para capitalizar essa gente e servir a ela como massa de manobra, não é preciso muito devido o grau de despolitização que o período neoliberal nos deixou.
Sem dúvida, as políticas sociais dos governos petistas melhoraram a vida do povo em muito, mas apenas no âmbito do consumo. Sem nunca se preocuparem com o processo de politização da classe trabalhadora. O que nada garante que num momento de polarização do debate e uma ofensiva da direita, as massas saiam às ruas em defesa desse governo ou partido.

Se outrora o trabalho de base pelo PT era uma das prioridades, há muito ele foi abandonado. E esse vazio político deixado tem que ser preenchido e aproveitado por essa aliança de forças dentro da esquerda.
Ainda resta um dilema ao PT: ou o maior partido político que ainda se diz de esquerda vai para a ofensiva, ou corre um sério risco de dar um tiro no próprio pé.
Enfim, de fato, não acredito que as angústias de Golpe de Estado estejam colocados por hora, mas sem dúvida é um importante momento de reflexão para ocasiões futuras.

Manifestações Populares contra os aumentos de Ônibus, Metrô e Trem (Vídeo temporário, até que surjam os documentários)

Se você não foi em nenhuma das manifestações que estão acontecendo no Brasil, sinta um pouco como é estar no meio de uma. Num vídeo sem narração, sem efeitos e sem edição, veja que a "baderna" e o "vandalismo", tão bradados pelos meios de comunicação tradicionais, são na verdade obra das forças públicas.

Paulo Freire Contemporâneo (2007)



(Brasil, 2007, 53 min. - Direção: Toni Venturi)

Paulo Freire, não é apenas considerado um dos maiores educadores, mas sim um dos maiores pensadores do planeta. Suas ideias revolucionaram a pedagogia em vários países, desde os mais pobres até os mais desenvolvidos. Pena que no Brasil, sua terra natal, elas sejam tão pouco aplicadas. (docverdade)

Paulo Freire, brasileiro nascido em 1921, em Pernambuco, é considerado internacionalmente como um dos principais educadores da atualidade. Por isso, é importante que tenhamos conhecimento de sua história e teoria. Possuidor de uma visão crítica de sociedade, ele nos alerta a respeito das disputas de classe e de como isso pode afetar a educação. 

Talvez uma das principais contribuições de Freire para as práticas pedagógicas seja a introdução do diálogo em sala de aula. Ou seja, ir contra o que ele chamou de “educação bancária”, na qual só o professor fala e o aluno apenas recebe passivamente o conteúdo; para dar voz ativa ao educando em um processo em que todos “ensinam a aprender e aprendem a ensinar”. (fonte: TV Escola)

 Jango (1984)




(Brasil, 1984, 104min. - Direção: Silvio Tendler) 

O documentário captura a efervescência da política brasileira durante a década de 1960 sob o contexto histórico da Guerra Fria. Jango narra exaustivamente os detalhes do golpe e se estende até os movimentos de resistências à ditadura, terminando com a morte do presidente no exílio e imagens de seu funeral, cuja divulgação foi censurada pelo regime militar. (Fonte: Wikipedia)

Sabe da Verdade Sobre o Leite? / Got the Facts On Milk? (2008)

Trailer


(EUA, 2008, 88 min. - Direção: Shira Lane)

O que você faria se descobrisse que os países que mais consomem leite são os que mais tem problemas de osteoporose? E se soubesse que o leite e laticínios favorecem enormemente as doenças coronárias, diabetes e o câncer?
Mas não é só isso, artrite, acne e mais inúmeras doenças comuns.
Esse documentário mostra que o leite é um dos alimentos que mais causam doenças e só é popular devido ao grande poder econômico das corporações dos laticínios, que fazem campanhas publicitárias multimilionárias na  TV, sem falar que, através de seu lobby, controlam as decisões do governo no que tangem a promoção e fiscalização desses alimentos.

Panair do Brasil (2007)





A Panair do Brasil era a segunda maior companhia aérea do Mundo e vivia com vento em popa. Mas em 1965 os militares decretaram a falência da empresa, deixando milhares de pessoas sem emprego.
Essa prática também era bastante comum em relação às redes de TV, rádios ou jornais que não compactuassem com o regime, daí a mídia que temos hoje.

Aos poucos defensores da ditadura militar que assolou o país, que dizem que o Golpe de Estado veio para defender a democracia, as liberdades do capitalismo e propriedade privada, este é um grande exemplo de como eram ditadas as regras e quem deveria ou não prosperar numa "economia capitalista democrática".  

Dinheiro Como Dívida / Money As Debt - A Trilogia






O primeiro documentário, de enorme sucesso na Web Ativista, postado há alguns anos aqui no docverdade, deu origem a mais dois.
Saiba como os bancos conseguem fabricar e controlar o dinheiro em circulação em todo o mundo  através de de artifícios simples, de forma quase desapercebida. Entenda como esse fato se relaciona com os governos e como ameaça as democracias.


A guerrilha de Caparaó (2005)



Nem todos os militares se venderam para o Golpe Militar. Na verdade, foram os sargentos que, lutando contra  os Generais, garantiram a posse de Jango em 1961. Centenas e centenas deles foram, logo após 1964, demitidos, perseguidos, presos e torturados. Alguns deles lutaram bravamente contra a ditadura.
A verdadeira luta de classes já ocorria dentro dessas instituições.
Caparaó seria a primeira guerrilha do Brasil, mas uma série de fatos transformou numa das mais frustrantes tentativas da nossa história. 

En V8 a Fordlandia -Serie de Videos en 8 Capítulos (Audio Espanhol e Português) - Sem legendas pt-br



Uma interessantíssima série de documentários onde uma equipe viajará da Argentina até a Amazônia, montando o quebra-cabeças da história social, política e econômica que marcaram a América do Sul. (docverdade) "Uma série de documentários que narra a viagem de uma equipe de documentaristas num ford 100 à cidade brasileira de Fordlândia, um projeto da fábrica Ford que se instalou nos anos 30 na Amazônia. No caminho se encontraram com diversas problemáticas latino-americanas. No corredor extrativista IIRSA, na monocultura da soja, no êxodo dos camponeses, os bastidores da ONGs, as multinacionais, a poluição. 

Haiti: Temos Que Matar Os Bandidos / Haiti: We Must Kill the Bandits (2009)


Um filme que todo o militar brasileiro da ONU no Haiti deveria assistir.

Golpe de Estado vindo de uma pequena elite, planejado e financiado pela CIA, arrancando do poder um presidente democraticamente eleito pelo povo é algo bastante conhecido e rotineiro,  mas, no caso do Haiti, aconteceram DUAS VEZES.

Em 1994, os militares do país, que constavam na lista de pagamento da CIA, retiraram a força o presidente eleito Aristides, gerando uma enorme revolta popular que culminou com a queda dos ditadores e novas eleições, que puseram de novo Aristides no poder.

Mas os EUA não iriam levar essa derrota para casa, ainda mais de um país vizinho de Cuba a cerca de 100 milhas de sua costa.
Novamente a CIA agiu, sequestrando o presidente, obrigando-o a se exilar na África. 

Para conter as novas e imensas revoltas populares, entra em a ação as tropas da ONU, que passaram a ser um garantidor do Governo Ditatorial, dando apoio à Polícia de Extermínio e inclusive atacando os cidadãos desarmados, incluindo, mulheres, crianças e bebês.

Com a transferência das tropas dos EUA e França para conter as revoltas no Iraque, entra em cena o Brasil.
Daí, a extrema importância desse documentário para alertar os intelectuais do país a se pronunciarem sobre a matança que ocorre diariamente no Haiti

 Comprar, Jogar Fora, Comprar / Comprar, tirar, comprar (2011) - (AGORA LEGENDADO).



Documentário produzido pela TVE espanhola que trata da obsolescência programada, uma estratégia que visa fazer com que a vida de um produto tenha sua durabilidade limitada para que sempre o consumidor se veja obrigado a comprar novamente.

O filme abre com um funcionário da emissora descobrindo que sua impressora EPSON havia deixado de funcionar sem motivo aparente e que o custo de consertá-la sairia mais caro do que uma nova.

A Obsolescência Programada começou primeiramente com as lâmpadas, que antes duravam décadas trabalhando ininterruptamente (como a lampada que está acesa há mais de cem anos num posto dos bombeiros dos EUA) mas, depois de uma reunião com o cartel dos fabricantes, passaram a fazê-las para durar apenas 1.000 horas.

Essa prática tem gerado montanhas de resíduos, transformando algumas cidades de países de terceiro mundo em verdadeiros depósitos, sem falar na matéria prima, energia e tempo humano desperdiçados.