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8 de set de 2013

Direto da redação - Edição da tarde!



Gloomy Sunday – A Canção dos Suicidas

        

Gloomy Sunday ou (Domingo Sombrio) é uma canção que foi escrita pelo pianista e também compositor húngaro Rezsõ Seress, em 1933.
Dizem as más línguas, que essa canção possui algum tipo de mensagem, subliminar ou não, que levam pessoas que a escutam ao suicídio. Tudo começou depois do suicídio de Seress, seguido de uma onda de suicídios por onde quer que a música passasse.

Ao chegar nos EUA em 1936, a “Hungarian suicide song” como era chamada , foi alvo de grande exploração publicitária e tornou-se assim um sucesso! A melodia é muito depressiva e desesperante. A letra nos passa uma leve sensação de angústia.
Na época, o jornal New York Times, publicou:
Budapeste, 13 de janeiro. Rezsoe Seres, cuja canção triste “sombrio domingo”, foi acusada de tocar fora de uma onda de suicídios durante 1919/1930, já terminou a sua própria vida como um suicídio, foi aprendido hoje.
Autoridades divulgado hoje que o Sr. Seres saltou de uma janela de seu pequeno apartamento aqui no domingo passado, pouco tempo depois do seu 69º aniversário.

A década dos anos trinta, foi marcada por uma grave depressão econômica e da turbulência política que estava a conduzir a II Guerra Mundial. A melancólica canção escrita por Mr. Seres, com palavras pelo seu amigo, Ladislas Javor, um poeta, declara no seu clímax, “Meu coração e tomei a decisão de acabar com tudo.” Foi culpa de um aumento acentuado nos suicídios, húngaro e funcionários que finalmente proibido. Na América, onde Paul Robeson introduziu uma versão em Inglês, na qual algumas estações de rádio e boates proibiam o seu desempenho.

Mr. Seres queixou-se de que o sucesso de “sombrio domingo” na verdade aumentou a sua infelicidade, pois sabia que ele jamais seria capaz de escrever um segundo hit.
- New York Times, 1968

Abaixo, um vídeo no YT com a suposta música em sua versão original. Será que ainda hoje faz efeito?








Os vídeos abaixo mostram os vários tipos de tortura,  ao qual eram submetidas as vítimas de Saddam Hussein.
São cenas antigas de amputação de dedos e  membros, ossos quebrados com fortes golpes, surras com vara, amputações de línguas, como também, prisioneiros amarrados que são jogados de grandes alturas. Execução de Saddan Hussein em vários ângulos!
Acompanhe:

Vítima do regime Saddan Hussein









Execução completa



Iraque antes e depois da guerra













Verdade ou Mito - Mistérios de Jesus Cristo... 



Os Anos Perdidos de Cristo 



 Siddhartha Gautama - O Buda

A iluminação de Buda ao enfrentar seu ego
"Buda" é um título dado na Filosofia Budista para àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos daquilo que chamamos de realidade e se puseram a divulgar tal descoberta aos demais seres.

Siddhartha Gautama, foi um príncipe da região do atual Nepal, buscador da verdade, e eventualmente tornou-se um professor espiritual daquilo que ele havia re-descoberto em si mesmo. É popularmente conhecido como O Buda, que significa "aquele que despertou". Seus ensinamentos deram origem ao budismo, mas ao contrário do que muitos pensam, ele não é o fundador do mesmo. Nas palavras do próprio Buda, como é dito através do Sutra do Diamante:
"Nunca pense que eu acredito que devo estabelecer um sistema de ensino para ajudar as pessoas a entenderem o caminho. Nunca divida tal pensamento. O que eu proclamo é a verdade como eu descobri. Um sistema de ensino não tem nenhum significado, porque a verdade não pode ser quebrada em pedaços e ser disposta em um sistema."


Existe muita discussão sobre se o budismo é uma religião ou é uma filosofia. Ao meu ver, é ambos, pois o termo religião vem do latim "religare", que significa "religação", e a religação com a nossa essência é uma das buscas dos budistas. Outro pronto é que em qualquer religião há filosofia, mas a diferença é que no budismo é transmitida a ideia de que não devemos nos apegar a crenças, no sentido de não nos atermos apenas a elas. Além do mais é uma religião não-deísta, ou seja, não tem como base em suas estruturas nem narrar a formação do mundo, nem apresentar seres superiores e buscar favores deles ou sequer entender esse Deus ou deuses, simplesmente por que não temos como conhecer tudo.
O budismo poderia também ser melhor descrito como uma ciência da mente, assim como a psicologia, já que busca compreender nossos processos mentais, e como podemos aprender a lidar com eles e até mesmo transcender o controle que alguns processos tem sobre nós.
Muitos dos que rotulam o budismo como sendo uma religião igual a qualquer outra, são pessoas que se dizem ateus, mas que na realidade são anti-religião, onde ao ligarem-se demais ao materialismo das coisas não conseguem vislumbrar a profundidade daquilo que eles não compreendem de maneira intelectual.

Simbologia das histórias

É importante entender que não se deve interpretar literalmente as histórias de Buda, assim como a de Jesus e Krishna, pois elas são muitas vezes representações metafóricas de processos mentais. Também ocorre que quando se deseja expressar alguma ideia complexa de ser explicada usando as palavras, é preciso usar símbolos que as pessoas possam entender, ou pelo menos ajuda-las a ter uma noção do que se está falando.

Uma curiosidade interessante relacionada ao assunto é o fato do personagem principal da "Trilogia Matrix", Neo(One = Um), ser uma referência evidente ao Buda, devido a história do personagem ter diversas semelhanças, como a busca pela iluminação, a idolatria que o povo de Zion tinha por ele, na esperança de uma libertação, no final do filme Neo percebe que ele é um com a Fonte ao integrar o Agente Smith(que representa o Ego, ou a Sombra de Neo) em si mesmo.

O ator que interpreta o Neo, Keanu Reeves, também interpreta Siddhartha em um filme de 1993, "O Pequeno Buda"(Filme completo no final do artigo). No segundo filme "Matrix: Reloaded", Neo encontra o Arquiteto, o criador da ilusão, algo parecido acontece no filme "O Pequeno Buda", Buda encontra seu "falso eu"(a identificação com a forma, o ego) e chama-o de "arquiteto" também.
A "prisão" do Ego


Ego pode significar muitas coisas: Algumas pessoas usam para se referir ao lado "problemático" da mente, aquele que sucumbe facilmente à ganância, gula, luxúria, ódio, preguiça, inveja e vaidade/orgulho. Sigmund Freud veio com um novo conceito sobre o ego, como sendo a identificação com determinado processo da mente, que seria a objetificação do "Eu". Carl Jung usou para definir a estrutura da mente humana, a qual se encontra dentro de uma estrutura maior.
Quando vemos o ego como algo "problemático" o que sentimos imediatamente é a vontade de separa-lo, exclui-lo, mas isso só ira gerar mais conflito. O ego não é um inimigo, a não ser que você faça ele um. É apenas um processo mental, o qual valorizamos muito mais do que outros, e com isso acabamos por dar boa parte do nosso poder para essa parte de nossa mente nos controlar. O que precisamos fazer é tomar consciência da estrutura mental que construirmos, e podemos fazer isso de maneira eficiente  através auto-observação, ou qualquer observação na verdade, pois é essa a nossa essência, O ObservadorIsso que é transcender o ego, não é destruí-lo, mas compreender porque ele existe, e usa-lo com sabedoria. E ninguém pode fazer isso por você, você precisa entender isso por si mesmo, o máximo que as pessoas podem lhe fazer é dar exemplos e destacar alguns pontos, mas você que precisa conecta-los.
Nas palavras de Lao Tzu: "A verdade não pode ser dita, se for dita, não é a verdade".

DOCUMENTÁRIO: The Buddha (2010)


SINOPSE: Documentário do premiado diretor David Grubin, narrado por Richard Gere, que conta a história da vida do Buda, uma jornada especialmente relevante para os nossos próprios tempos difíceis de mudanças violentas e confusão mental. Ele apresenta o trabalho de alguns dos maiores artistas e escultores do mundo, que nos últimos dois mil anos vem retratando a vida do Buda em obras de arte ricas em beleza e complexidade. Budistas contemporâneos, como o poeta ganhador do prêmio Pulitzer, W.S. Merwin, e sua santidade o Dalai Lama, revelam insights que tiveram a partir da antiga narrativa sobre a vida do príncipe indiano Siddhartha Gautama, que abandou todo o luxo, conforto e ilusão da vida palaciana e partiu numa busca espiritual que o levaria à iluminação.


Documentário [Legendado - Parte 1]


Documentário [Legendado - Parte 2]



DOCUMENTÁRIO: A Vida de Buda (BCC)



SINOPSE: Este documentário recria a vida de alguém que nunca quis ser venerado como um Deus, mas que mudou para sempre a história da humanidade em busca de paz e felicidade eterna. Quinhentos anos antes de Cristo um jovem príncipe deixou seu palácio e iniciou uma viagem pelo norte da Índia. Suas experiências definiram uma filosofia de vida que hoje tem mais de 400 milhões de praticantes. A filosofia Budista cresce dia após dia e mais pessoas, cada vez mais jovens, se interessam sobre os ensinamentos de Buda.

No início do século XIX, um grupo de arqueólogos e exploradores ocidentais encontrou em Lumbini, um pequeno povoado do Nepal, o lugar de nascimento de Buda, o que os permitiu descobrir alguns segredos de sua vida. Uma pesquisa profunda, com testemunhos de especialistas e as últimas descobertas arqueológicas.

Documentário Completo [Dublado]  




Estuprador Acaba Sendo Estuprado…

 E morto, diga-se de passagem:
Aconteceu em  Jussari, a 60 km de Itabuna. Irani Santos Almeida, 32 anos, após uma briga que ocorreu  na porta de um bar. O suspeito do homicídio é José Augusto Simões dos Santos, 37anos, mais conhecido como Tio Correia.



A vítima era acusada de tentar estuprar uma menina de três anos, ficando preso por 11 meses. O corpo de Irani foi encontrado numa quadra poliesportiva da cidade. Informações dão conta que “Tio Correia” chamou Irani para beber e após desentendimento, o acusado desferiu pauladas na vítima e ainda tentou introduzir em seu olho de Thundera ânus um pedaço de madeira:

Esse aí, além de ter “levado no meio do cu”, não vai tentar estuprar mais ninguém. Que o Inferno o receba com a mesma alegria com a qual mandaram-no!

Mais uma da Titia Smoking_Girl! :P (Love You!)




Ele era “pelético” e não era muito certo da cabeça…