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16 de set de 2013

Direto da redação - O seu fim de noite!




 Padre Crespi - Coleção

Na região amazônica equatoriana, chamada de Morona Santiago, há uma caverna muito profunda, conhecida por Cueva de los Tayos. A caverna, localizada a uma altitude de 800 metros acima do nível do mar, tem esse nome por ser moradia dos.

Padre Crespi
...Tayos, pássaros quase cegos que vivem em suas profundezas. Os índios Shuar ou Jivaro (que tinham o hábito de reduzir os crânios dos inimigos mortos em batalha), que vivem perto da caverna, usam essas aves como alimento.

As informações mais antigas da caverna remontam o ano de 1860. Naquela ocasião, o general Victor Proano enviou uma breve descrição da caverna ao então presidente do Equador, Garcia Moreno.

No entanto, apenas em 1969, um pesquisador húngaro naturalizado argentino, chamado Juan Móricz, explorou completamente a caverna, encontrando um verdadeiro tesouro. Da caverna ele retirou folhas de ouro com incisões hieroglíficas arcaicas, estátuas antigas em estilo meio oriental. Além disso, encontrou vários outros objetos em ouro, prata e bronze, como cetros, capacetes, discos e placas.

O pesquisador húngaro também realizou uma tentativa bizarra de formalizar a sua descoberta, registrando seus achados no escritório de um cartório em Guayaquil, em 21 de julho de 1969, mas sua solicitação foi rejeitada.

 Em 1972, o escritor sueco Erik von Daniken aventou por todo o mundo a descoberta do pesquisador húngaro. Quando a notícia da estranha descoberta de Móricz foi divulgada pelo globo, muitos estudiosos e esotéricos decidiram explorar a caverna em expedições particulares - leia o resto da matéria no seguinte link sobre "Cueva de los Tayos: a caverna do tesouro. Padre Carlo Crespi foi o verdadeiro descobridor (+ Video)"...

Assista:





Fonte dos vídeos: Vlad9vt


 Isaac Asimov - A Última Pergunta

O fascinante conto de ficção científica do conhecido escritor Isaac Asimov, entitulado de The Last Question (A Última Pergunta). Sua primeria publicação foi em novembro de 1956 e, a partir de então, teve diversas aparições em compilações.

Isaac Asimov - A Última Pergunta
Como Nove “Amanhãs (1959), O Melhor de Isaac Asimov (1973) e Sonhos de Robô”, assim como na retrospectiva “Opus 100 (1969)”. É uma parte desconexa de uma série de contos sobre o computador ficcional chamado Multivac.
A Última Pergunta é um dos mais aclamados contos do popular autor de ficção científica Isaac Asimov. Foi escolhido por ele próprio como o mais ambicioso e o preferido de sua autoria.

Resumo

A pergunta é feita pela primeira vez por um engenheiro embriagado a Multivac, um super computador com milhas de comprimento que havia acabado de desenvolver um método para suprir a humanidade de energia por incontáveis anos. A dúvida toma corpo pois, apesar do extenso período de abastecimento garantido, o universo há de ter um fim e, com ele, as fontes de energia. Faz-se então a pergunta: como salvar a humanidade, ou seja, “como reverter a Entropia?” (ver 2ª Lei da Termodinâmica).
O conto segue uma estrutura linear, mas que utiliza saltos de até bilhões de anos na história da humanidade, mostrando como em cada época a pergunta foi repetida a Multivac, e, invariavelmente, recebendo a mesma resposta: “Dados insuficientes para uma resposta significativa”. Este ciclo prossegue até o clímax do livro, um misto de religião, filosofia e ciência - wikipedia.

Assista:


Fonte do vídeo: Venícios Ribeiro



Viagem aos limites do universo


Maconha: A Crônica História

 Já reparou que a maconha é a droga ilícita mais conhecida no mundo?
Sempre que vemos uma propaganda anti-drogas, ela é a marca estampada. Aquela folha grande e verde, é sempre a que mais aparece nos cartazes de divulgação de campanhas contra as drogas.
Mas alguma vez você já se perguntou o porquê disso?

É bem visto que a maconha é uma droga inofensiva, que não causa grandes problemas para a sociedade, lembrando que o álcool, que é legalizado, mata mais gente no trânsito do que qualquer outra droga. Mas ainda assim a maconha é ilícita e o que não falta são pessoas para apontar o dedo para os tais maconheiros.
Pois bem, mais uma vez o Mente Aguçada irá abrir espaço para um documentário sobre a questão da maconha, visto que é um tema que atinge e interessa a todos, independente da sua opinião.

John Lennon, cantor dos Beatles, fumava maconha
Existem grandes controvérsias na política do proibicionismo, isso é um fato. O álcool e o tabaco serem legais é um absurdo, já que são drogas perigosas e de alto dano a sociedade em geral. O argumento usado pelos chamados "caretas" é que são drogas menos pesadas e menos viciantes que a maconha. Isso não é somente uma calúnia, é uma falta de informação tremenda. O tabaco por exemplo causa um dano muito maior ao pulmão do que a maconha. Se não acredita em mim então leia um trecho dessa matéria publicada no G1 no dia 11/01/2012:
 
 "Fumar maconha é menos danoso ao pulmão do que consumir os cigarros tradicionais, de tabaco, segundo um estudo norte-americano publicado na terça-feira (10) pela revista científica “Journal of the American Medical Association”. Stefan Kertesz, autor do estudo, disse ao G1 que o consumo da maconha envolve mecanismos mais complexos, não só no corpo como um todo, mas também nos aspectos morais e culturais"
Leia na íntegra clicando aqui.

Não é justo que o álcool, responsável por brigas em bares e diversos acidentes, ou o tabaco, que mata milhões devido ao câncer de pulmão, serem legalizados, enquanto a maconha, a erva do famoso "paz e amor, bicho", seja ainda vista por boa parte da população como uma droga não só perigosa, mas também porta de entrada para outras drogas.
Brad Pitt fuma maconha
Se há de fato uma porta de entrada, sem dúvida nenhuma, inegavelmente, é o próprio álcool. Praticamente todos que usam algum tipo de droga experimentaram primeiro o álcool. A famosa cervejinha com os amigos, que passa na TV como um momento super bacana, descontraído, de confraternização, uma coisa alegre e legal, é essa a imagem que leva ao álcool. Já com a maconha, a coisa funciona completamente diferente: A maconha é passada como uma coisa péssima, marginalizada, criminosa, o próprio nome maconheiro já é estigmatizado na sociedade. Porém, quando os jovens geralmente fumam pela primeira vez sentem-se revoltados ao descobrirem que tudo aquilo que passaram para eles era mentira.

Chico Buarque fuma maconha
Somente nos EUA a maconha rende bilhões. A planta é multifuncional, não só dá barato aos maconheiros, como trata doenças sérias como o câncer, esclerose múltipla, além de diversas utilidades comerciais. 
A guerra às drogas nunca funcionou, uma causa perdida onde a perseguição à oferta não freia a demanda. O modelo de repressão simplesmente é falho e todos sabem disso, mas preferem continuar a perseguir traficantes, matar os aviõezinhos e prender os usuários, jogando a culpa nestes, que não querem guerra, pois o que mais lutam é por paz.
A desinformação leva a ignorância, não corra para o lado de quem está ganhando e sim de quem está certo. Informe-se, não seja mais um na multidão. Aprenda, e desconfie de tudo, não acredite logo de cara, procure em fontes confiáveis o que quer saber ao invés de ouvir meras palavras de quem se acha entendido em qualquer que seja o assunto.



Assista a um pequeno trecho do documentário:


Plantando em Casa


No clima da Marcha da Maconha, o Mente Aguçada disponibiliza um guia completo de cultivo indoor.
Se você quer parar de financiar o tráfico, não compre, plante!

É isso mesmo, o Mente Aguçada traz o vídeo Plantando em Casa, que ensina passo a passo como plantar a cannabis em casa, com direito a todo um sistema de irrigação e clonagem das plantas, auxiliando você a desenvolver um grow de qualidade. O plantio indoor é sem dúvida a melhor opção para o usuário, pois assim não é necessário que ele recorra ao tráfico para fazer o uso da droga. Acredite, com este guia você terá um amplo conhecimento para se tornar auto-suficiente e se afastar de uma vez por todas das chamadas "bocas de fumo".

A maconha vem sendo cada vez mais aceita, tratada mais abertamente não só pelos políticos, mas também por toda a sociedade. Podemos perceber essa mudança ao longo dos anos, antigamente o usuário de maconha era visto como um deliquente, um drogado, ladrão, marginal. Porém o que vemos hoje em dia é bastante diferente, não há mais aquele choque ao ver alguém fumando maconha. Não se fica com medo, as mulheres não seguram mais as bolsas, assustadas com a presença daqueles rastafaris com um morrão na boca. A sociedade passou a compreender a cada dia que eles não representa uma ameaça, muito pelo contrário, seu lema é "paz e amor", como ele poderia ser capaz de fazer mal a alguém? É claro que assim como existem pessoas boas e más, também existem maconheiros e "maconheiros", mas não significa que apenas alguns possam representar a maioria.
A luta pela descriminalização da droga vem sendo travada há algum tempo em todo o mundo e muitos países já cederam aos encantos da planta. E isso é uma tendência, o número só tem a aumentar, pois não há como resistir a ela, seus potenciais são incríveis, não só pela questão medicinal, que já é algo extremamente atraente, por reduzir espasmos em pessoas que sofrem de esclerose múltipla, ou auxiliar no sofrimento de pacientes com câncer, que passam um período negro com as sessões de quimioterapia. Mas também pela questão financeira, que é algo a ser considerado pelo governo, que se beneficiaria dos exorbitantes lucros da planta, o que consequentemente traria uma grande evolução para o país, além de abrir as portas para um crescimento sustentável através da cannabis, que tem diversas utilidades em inúmeros setores.


O Brasil e o mundo vivem um momento muito promissor na revisão da política de drogas e ficar apenas sentado na poltrona, em frente à tela do computador, assistindo aos vídeos do Mente Aguçada, não ajudarão a causa em absolutamente nada. É preciso tomar as rédeas, fazer o seu cartaz e ir às ruas, unir-se aos movimentos e protestar, para que nossas vozes sejam ouvidas. Temos a obrigação de lutar e mostrar para todos que aqueles que fazem uso da cannabis não são o que eles pensam, afinal de contas, se fosse por isso, o mundo seria uma grande bagunça, pois o que tem de maconheiros ao redor do globo não é brincadeira, sabemos bem disso. Médicos, advogados, políticos, muitos deles fumam e as pessoas não sabem disso, mas ainda assim desempenham seus papéis de maneira exemplar e não há porquê julgar uma planta que traz benefícios ao usuário. A proibição é uma verdadeira prova de ignorância e preconceito.
Com este vídeo você será capaz de se libertar do tráfico e cultivar a sua maconha em casa. Mesmo que você não seja um usuário, diga não à violência, diga não à repressão, diga não à ignorância, ao preconceito e ao crime organizado. Diga sim à paz, à liberdade, diga sim ao cultivo caseiro, diga sim à maconha!

Assista ao guia completo de cultivo indoor:


Esperando Para Fumar: Maconha, Medicina e Lei

A maconha é um produto natural de grande interesse, porque é a droga ilícita mais usada no mundo e vem sendo utilizada há milhares de anos. Cada simples linguagem, cada simples pedaço de evidência que temos sobre drogas vai mencionar a cannabis.

A cannabis foi introduzida em 1860 e saiu de uso em 1942, exatamente. Fisicamente removida da farmacologia. Por volta de 1930 haviam 20 páginas na farmacologia sobre o uso de cannabis. Se um dia você for no museu do DEA, na exposição permanente da História das drogas na América, vai encontrar uma série de embalagens de artefatos de remédios patenteados. Esses produtos continham ópio, morfina, cocaína, cannabis, e eram vistas como as drogas milagrosas daquele tempo. Levou-se até 1964 para descobrirem o composto ativo na cannabis, o qual chamaram de delta-9-tetraidrocanabinol, ou como nós conhecemos, THC. A partir daí os estudos médicos se focaram nas propriedades psicoativas da maconha. A conclusão foi que era fisiologicamente e medicamente falando, uma droga recreativa segura comparada com quase todo o resto. E que ela tinha muitas aplicações medicinais.



Neste documentário você saberá mais sobre a maconha medicinal. Verá relatos de pacientes com câncer, glaucoma, esclerose múltipla, AIDS, entre outras, falando de suas experiências com a cannabis e o conforto que ela trouxe às suas vidas. Conheceremos o primeiro indivíduo nos Estados Unidos a ganhar acesso médico a maconha. Robert Randall recebia todo mês do governo seus 300 cigarros pré-enrolados de maconha, dentro de uma lata de biscoitos. Ele foi um consumidor estável de maconha federal por mais de 22 anos. Você verá também como funciona a política de proibição dos EUA e as leis controvérsias que regem seus estados. Vamos conhecer uma organização sem fins lucrativos que foi fechada por oferecer maconha aos seus pacientes, deixando muitos destes doentes sem ter o que fazer para aliviarem seu sofrimento.
A cannabis não é o santo graal da medicina, não é a droga milagrosa. Mas devemos lembrar que ela tem propriedades medicinais e não seria justo privar um doente do seu remédio. Por que deixar alguém se contorcer com espasmos que provocam dores insuportáveis, se essa pessoa não tem esse tipo de problema ao fazer uso da cannabis? As pessoas não entendem como é passar por isso diariamente, é algo muito difícil, realmente. Se a cannabis ajuda um portador de AIDS a não vomitar todo dia e o ajuda a não ter dor, por que lhe privar e deixá-lo sofrer?
 Existem definitivamente pessoas machucadas pela comida, por elas ficarem obesas e comerem até morrer, ter ataques do coração, mas você não fecha supermercados só porque algumas pessoas abusam.




 Quando você toma posições controversas você é forçado a aprender mais do que jamais pensou em aprender. Porque as pessoas te desafiam, elas vem até você e dizem: Você não considerou isso, você não sabia daquilo, você tem que estudar e descobrir. Mais pessoas deviam buscar o conhecimento acima de tudo, porque no final das contas, aprender é sempre bom.