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5 de jun de 2013

Se você ainda não viu!... Veja!




QUEM VOCÊ É…  REALMENTE?  – WHO ARE YOU…REALLY?



Quem é você, realmente?

Qualquer pensamento que você teve sobre si mesmo, Mesmo que de mais ou menos valia, não é quem você é. É simplesmente um pensamento. A verdade sobre quem você é, não pode ser pensada, porque é a fonte de todos os pensamentos. A verdade sobre quem você é não pode ser nomeada ou definida.

Palavras como luz, alma, Deus, a verdade, Eu, consciência, inteligência universal, ou divindade, enquanto capazes de evocar a alegria da verdade, são bastante inadequadas, como uma descrição da imensidade de quem você realmente é. No entanto você se identifica: como filho, adolescente, uma mãe, um pai, uma pessoa idosa, pessoa saudável, doente, uma pessoa que sofre, ou uma pessoa iluminada – sempre, por trás de tudo isso, está a verdade sobre si mesmo. Isto não é estranho para você.

É tão perto que você não pode acreditar que é você. A verdade sobre quem você é, está além de qualquer conceito sobre quem você é, por mais ignorante ou esclarecido inútil ou grandioso. A verdade sobre quem você é está livre de tudo isso. Você já está livre e tudo o que bloqueia a sua realização desta liberdade é a sua própria ligação com algum pensamento sobre quem você é. Este pensamento não o impede de ser realmente quem você é. Você já é isso. O pensamento separa você da realização de quem você é. Convido você a dar um mergulho em direção ao que sempre esteve aqui, abertamente esperando pela sua própria auto-realização.

Quem é você, realmente? Você é alguma imagem que aparece em sua mente? Você é alguma sensação que aparece em seu corpo? Você é alguma emoção que passa por sua mente e corpo? Você é o que alguém disse sobre você, ou você está se rebelando contra algo simplesmente porque alguém disse que você faz isso? Estas são algumas das muitas possibilidades de erros de identificação. Todas essas definições vêm e vão, nascem e depois morrem. A verdade sobre quem você é não vai e vem. Ela está presente antes do nascimento, durante toda uma vida, e após a morte.

Descobrir a verdade sobre quem você é, não só é possível como é o seu direito por nascimento. Qualquer pensamento de que esta descoberta não é para você, de que agora não é o tempo, de que você não é digno, de que você não está pronto, de que você já sabe quem você é, são apenas truques da mente. É tempo de investigar este “eu penso” e ver o que ele realmente tem verdade. Nesta busca, há uma abertura para a inteligência consciente que você é para, finalmente, reconhecer a si mesmo. A pergunta mais importante que você pode sempre pode fazer a si mesmo é: 

Quem sou eu? De uma certa maneira, esta tem sido uma questão implícita em todas as etapas de sua vida.
Cada atividade, individual ou coletiva é motivada em sua raiz por uma busca de auto-definição. Normalmente, você busca por uma resposta positiva a esta pergunta e foge de uma resposta negativa. Uma vez que esta questão torna-se explícita, a dinâmica e o poder desta pergunta direciona a busca para a verdadeira resposta, que é aberta, viva, e preenchida cada vez mais com a profunda introspecção. 

Você tem experimentado ambos: sucesso e fracasso. Depois de um certo tempo, cedo ou tarde você percebe que, quem você é, se esta definição tiver sido feita, ela não é satisfatória. A não ser que esta questão tenha sido verdadeiramente respondida, não apenas convencionalmente respondida, você ainda vai estar com fome de saber. Porque, não importa como você tenha sido definido pelos outros, bem-intencionados ou não, e não importa como você definiu a si mesmo, nenhuma definição pode trazer certeza duradoura.

O momento de reconhecer que nenhuma resposta satisfaz a esta pergunta é crucial. É muitas vezes referido como o momento de maturação espiritual, o momento de maturidade espiritual. Neste ponto, você pode conscientemente investigar quem você realmente é. Em seu poder e simplicidade, a pergunta Quem sou eu? lança a mente de volta para a raiz da identificação pessoal, para o pressuposto básico: eu sou alguém. Em vez de automaticamente tomar essa suposição como a verdade, você pode investigar mais profundamente. Não é difícil ver que este pensamento inicial, “Eu sou alguém”, leva a todos os tipos de estratégias: a ser um melhor alguém, um alguém mais protegido, um alguém com mais prazer, mais conforto, mais realização. Mas quando esse pensamento muito básico é questionada, a mente encontra o Eu que se presume ser separado do que tem sido procurado. Isso é chamado de auto-investigação. Esta questão mais básica: Quem sou eu? é aquela que é a mais negligenciada.

Passamos a maior parte dos nossos dias dizendo a nós mesmos ou aos outros que nós somos alguém importante, alguém sem importancia, alguém grande, alguém pequeno, alguém jovem, alguém de idade, nunca verdadeiramente questionando o pressuposto mais básico: Quem é você, realmente? Como você sabe: isto é quem você é? Esta é a verdade? Realmente? Quando você se volta para a questão: Quem sou eu? talvez você veja uma entidade que tem a sua face e seu corpo. Mas quem está ciente de que entidade é essa? Você é o objeto, ou, você é a consciência do objeto? O objeto vem e vai. O pai, o filho, o amante, o abandonado, o iluminado, o vitorioso, o derrotado.

Essas identificações todas vêm e vão. A consciência destas identificações está sempre presente. A identificação errada de si mesmo como um objeto leva ao extremo prazer ou extrema dor e a ciclos de sofrimento intermináveis. Quando você finalmente parar com a identificação errada e descobrir definitiva e completamente que você é a própria consciência e não estas definições impermanentes, a busca de si mesmo termina.

Quando a pergunta Quem? é seguida inocentemente, com pureza, todo o caminho volta para sua fonte, há uma realização enorme, surpreendente: Não existe identidade nenhuma! Há apenas o reconhecimento, indefinível ilimitado de si mesmo como inseparável de qualquer outra coisa. Você é livre. Você é o todo. Você é infinito. Não há um fim para você, não há limites para você. Alguma idéia sobre si mesmo aparece em você e desaparece de volta em você. Você é conscientização, e conscientização é consciência. Deixe todas as auto-definições morrerem neste momento.

Deixe-as irem, e veja o que resta. Ver o que nunca nasceu e que não morrerá.

Sinta o alívio de deixar ir o fardo de definir a si mesmo. Experimente a não-realidade do fardo. Experimente a alegria que está aqui. Descanse na paz infinita de sua verdadeira natureza antes de qualquer pensamento do Eu aparecer.

CIMÁTICA – O SOM AFETA A MATÉRIA

Para o bem e para o mal os homens desenvolveram tecnologias que operando através de vibração, frequência e som são capazes de nos afetar de diferentes modos. Aqui temos uma apresentação do uso positivo de tal tecnologia.

SOM – A CHAVE PARA ACABAR COM A GUERRA E A POLUIÇÃO?

Ele está sempre em torno de nós, não importa o que façamos, nem para onde vamos. Som. As vibrações das moléculas que geram efeitos em nossos ouvidos, a que chamamos de som. Mas, e se o som for mais fundo do que isso? E o aspecto do som que vai além do que conseguimos ouvir? Conforme o antigo koan budista pergunta: “Se uma árvore cai na floresta e ninguém está lá para ouvir, ela produz um som?” E aquele aspecto do som que existe à parte de nossa capacidade de ouvir? O som é a substância primordial, da qual é feita toda nossa realidade, e da qual nosso universo se originou. Quer se consulte os Vedas sânscritos ou a Bíblia, é sempre o som que é considerado o coração de toda existência. “No início foi o Verbo”, e só depois foi proclamado “Faça-se a Luz” O som precedeu a tudo o que vemos. Tão poderoso e que em tudo penetra, e no entanto prestamos muito pouca atenção a ele, e muitas vezes o confundimos com  barulho. Existe uma conexão íntima entre som e luz, tal como chamas gêmeas uma da outra, onde existe uma, a outra existe também. O som é o tecido subjacente da vibração e é o que cria os padrões de luz que vemos em torno de nós. Na pesquisa Cymatics do Dr. Hans Jenny, ele apresenta em um vídeo os diferentes padrões formados quando freqüências de luz variadas são introduzidas em um prato com cristais de areia. Stan Tenen, da Fundação Meru, demonstra outra correlação entre som e forma, observando as letras do alfabeto hebreu, cujas formas correspondem à forma de sua onda sonora quando os sons das mesmas letras são analisados. Em outro experimento, monges tibetanos foram gravados cantando o OM. Isso foi depois tocado através de um prato ressonante, com cristais em cima. Em poucos segundos, a areia começou a vibrar, e formou um padrão chamado de Sri Yantra, que é considerado na crença hindu, como o padrão da Criação do universo.

Isso significa que para cada som existe uma forma ou padrão correspondente, que pode ser visto.

Penetrar nas vibrações do som sob esses padrões é uma chave para dar forma ao  nosso mundo exterior. Uma vez feito isso, poderemos formar de novo o mundo, a partir de dentro. Um poderoso exemplo disso é a ressonância, a força que faz com que pontes caiam quando os exércitos caminham em conjunto por elas, ou que faz com que uma taça se quebre quando um cantor atinge determinada nota, ou que faz com que os pêndulos de todos os relógios de uma sala balancem em conjunto. Quando as vibrações de som vibram em ressonância, somos capazes de transformar o mundo em torno de nós.

Isso é exatamente o que tanto os cientistas quanto os metafísicos estão pesquisando atualmente. Descobrindo o poder oculto do som, e principalmente da ressonância, para transformar o mundo em torno de nós. Em um estudo recente, a Força Aérea aplicou um padrão de som específico a um de dois tubos de teste contendo dióxido de nitrogênio, um poluente encontrado na atmosfera. Nada foi feito ao outro tubo. Quando o som foi aplicado ao primeiro tubo, ele instantaneamente mudou sua composição química, enquanto o segundo tubo permaneceu exatamente igual. 

As aplicações desse princípio estão sendo usadas em esforços para a diminuição da poluição no mundo inteiro, com enormes resultados. Usando uma unidade de transmissão, de metal, chamada harmonizador (um objeto geométrico feito de cobre torcido, que atua como uma antena), uma freqüência de som é aplicada e transmitida pelo ambiente circundante, fazendo com que as moléculas dancem em uma batida diferente, por assim dizer, e se realinhem em elementos não poluidores. Esses experimentos foram conduzidos em operações em pequena escala no mundo inteiro, patrocinadas por pequenos grupos de indivíduos, com resultados surpreendentes, como a queda de 40% nos níveis de poluição dentro de um mês desde o início do programa. 

Em minha pesquisa sobre o assunto, descobri que usar o som dessa maneira estava muito longe de ser uma descoberta. Na Índia antiga, os sacerdotes brâmanes costumavam realizar um ritual chamado Agni-hotra, uma cerimônia com fogo, que envolvia o uso de um pote geométrico de cobre, em forma de pirâmide, de dimensões muito precisas, o fogo sagrado, e o canto de certos mantras, exatamente ao nascer e ao pôr do sol. Foi cientificamente documentado que esse processo diminui os vírus e as bactérias patogênicas, e os níveis de poluição, em uma área de duas milhas a partir do local onde a cerimônia está sendo realizada. 

Os efeitos do som podem ser vistos nos domínios esotéricos também. Os golfinhos  usam o som para curar, e nós também. Em seu livro Healing Sounds, Jonathan Goldman discute como a entonação [toning] (uma técnica que utiliza um som esculpido), pode mudar a energia parada de nossa aura, permitindo que nossa própria energia natural flua mais livremente. Em um caso, uma mulher com mal de Parkinson, ficou completamente sem sintomas um dia depois de ouvir certos padrões de som, que eram uma combinação da ressonância da Câmara dos Reis, no Egito, e da molécula do hidrogênio. Em outro caso, um homem saiu de um coma depois de algumas horas ouvindo uma gravação de sinais de áudio que tentavam reproduzir o padrão de criação do universo. As histórias são numerosas, e cada uma mais surpreendente do que a outra.

Durante uma experiência há um ano atrás, percebi pessoalmente a capacidade do som para curar quando fui visitado por um grupo de golfinhos que vieram para mim nos planos interiores e começaram a mostrar-me como entonar no corpo de alguém para ajudar a aliviar a dor. Quando me orientaram a fazer certos sons no corpo dessa pessoa, ela pôde sentir a dor sendo aliviada enquanto o som penetrava nela. Outro grupo interdimensional de seres, chamados os Hathors, ao qual eram dedicados templos em Dendara, no Egito, também empregava o som como meio de cura e de comunicação. Eles estiveram trabalhando também com a Terra, para ajudá-la em sua transição para outro nível dimensional de consciência, primariamente através do uso do som.

Temos sido orientados, durante o ano passado, trabalhando com a cooperação dos Hathors, a usar o som para modificar padrões distorcidos de energia que existem na Terra e que são conhecidos como zonas de estresse geopático. Esses padrões de energia são resultado de emoções não resolvidas da humanidade, guerras, conflitos, ou desrespeito para com espaços sagrados. Temos descoberto que, trabalhando com Espíritos da Natureza, ou devas, da área, e proporcionando-lhes vibrações de sons, eles são capazes de usar essas freqüências para curar as distorções da Terra naquelas áreas. É interessante observar também quantos grupos indígenas utilizaram alguma forma de som com propósitos sagrados e cerimoniais. Os povos aborígines tocam o digereedo (instrumento musical) ao longo das linhas de Canção da Terra. Numerosas tribos de nativos americanos usam cantos cerimoniais, tambores e música, para criar vibrações medicinais oferecidas para mudar os padrões distorcidos mantidos dentro da Terra.

Testemunhamos pessoalmente numerosos acontecimentos que vão do simplesmente surpreendentes até aos milagrosos, quando esses padrões distorcidos são mudados. Em um caso, em Cape Town, na África do Sul, vimos a poluição de uma área chamada Cape Flats desaparecer em questão de 30 minutos depois de uma cerimônia usando pouco mais do que vibrações de som, transmitidas por um instrumento chamado harmonizador. Uma estação de rádio em Cape Town começou a usar esse harmonizador e uma gravação de áudio com a forma da onda da molécula da água. Eles tocaram isso em níveis inaudíveis, em sua estação de rádio, transmitindo de sua torre, e dentro de uma semana registraram um aumento sem precedentes de 47% em sua audiência.

O interessante é que, durante o mês em que um grupo de nove indivíduos começou a tocar esse padrão de som através desses harmonizadores em Cape Town, numerosas baleias começaram a aparecer em toda a área, um mês antes do que normalmente elas começavam a surgir.

Em São Paulo, apenas um dia depois de usar as vibrações de som em cooperação  com as forças dévicas para normalizar os padrões geopáticos, a poluição diminuiu tanto que foi notícia de primeira página nos jornais. Mesmo o trânsito, que é um grande problema, em uma cidade de 20 milhões de habitantes, havia melhorado tanto que as pessoas comentavam sobre isso, uma semana depois. Além disso, a economia brasileira deu uma virada inesperada e apresentou uma importante recuperação, alguns dias depois da sessão de remoção (limpeza) geopática. Por “coincidência” a área da qual o estresse geopático foi removido, era o centro financeiro da cidade.

Em Vancouver, Los Angeles, Auckland e Denver, quando esses padrões de som foram aplicados aos padrões vibracionais distorcidos da área usando os harmonizadores, a taxa de criminalidade dessas cidades caiu de 30% a 50% , depois de alguns meses. (10) Em uma escala global, o menestrel cantor James Twyman viaja pelo mundo promovendo concertos de paz em áreas conflagradas. Utilizando o poder da própria voz para produzir padrões vibracionais harmônicos, e combinando-os com orações pela paz feitas pelos auditórios, ele tem visto a paz restaurada como que por milagre, nas regiões nas quais os concertos têm sido realizados. (11)

Seria isso tão simples? Parece que sim. Esse poder do som, oculto e sub-utilizado, está mudando o curso dos acontecimentos em nosso planeta.

Om Namah Shivaya

Notas de rodapé

(1) A gravação usada chama-se Swept Clear e é uma forma de onda de áudio de uma nuvem de chuva.

(2) Ver o site http://www.earthtransitions.com

(3) Houve de 30 a 40 por cento de redução de monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio e ozônio, em Denver, Caracas, Cidade do México, Los Angeles, San Diego e Phoenix.

(4) Para mais informações sobre o Agni-hotra/, ver: http.//www.summit.net/home/Agnihotra/

(5) Tom Kenyons, de Acoustic Brain Research demonstra como o som afeta os padrões de ondas cerebrais e o sistema imunológico.

(6) O CD usado chama-se Living Light/Living Waters, de Rodrigo Navarro

(7) A gravação usada chama-se Creation Wave

(8) Para saber mais sobre as conexões entre os Hathors e o Egito, ver: www.floweroflife.com

(9) Ver http://www.earthtransitions.com para maiores informações sobre as zonas de estresse geopático e seus efeitos.

(10) A taxa de criminalidade de Vancouver caiu 30% em dois meses, a de Denver, 51%, a de Los Angeles, 40% em três meses, e a de Auckland, 50%.

(11) Ver Emissary of Light, de James Twyman.

Christan Hummel tem viajado internacionalmente para ajudar as pessoas a estabelecer grupos de trabalho para a diminuição das taxas de poluição em suas comunidades locais, e dá oficinas em todo o mundo ensinando as pessoas a se comunicar e a trabalhar em harmonia para curar (melhorar) a Terra.

Para maiores informações pode-se comunicar com (760) 722-5555 ou então pelo website http://www.earthtransitions.com

 

Fonte: http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008/12/cimtica-o-som-afeta-matria.html

Sinta o alívio de deixar ir o fardo de definir a si mesmo. Experimente a não-realidade do fardo. Experimente a alegria que está aqui. Descanse na paz infinita de sua verdadeira natureza antes de qualquer pensamento do Eu aparecer.

CIMÁTICA – O SOM AFETA A MATÉRIA

Para o bem e para o mal os homens desenvolveram tecnologias que operando através de vibração, frequência e som são capazes de nos afetar de diferentes modos. Aqui temos uma apresentação do uso positivo de tal tecnologia.