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9 de mai de 2013

Bashar - Mensagem de uma entidade do futuro


 Darryl Anka - canal de Bashar

Bashar é um ser multidimensional, de origem extraterrestre, e situa-se num tempo que percebemos como o futuro. Comunica conosco há mais de 21 anos através do “canal” Darryl Anka. Traz-nos uma onda de novas informações que nos explica – claramente e em detalhes – o funcionamento do Universo e como cada um de nós cria a realidade que vivencia. Ao longo destes anos, milhares de pessoas tiveram a oportunidade de aplicar os princípios de Bashar e de ver mudanças nas suas vidas, ao criarem a realidade que realmente desejam. Alguns dos resultados obtidos, pelos que aplicaram os princípios ensinados por Bashar, são por exemplo o aumento da criatividade e da abundância, uma maior clareza mental e emocional, melhor saúde, melhores relacionamentos amorosos, aumento da habilidade psíquica, aumento do amor-próprio e auto-aceitação e melhor auto-capacitação.

Por todo o mundo Bashar responde às questões que o público lhe coloca. E as respostas obtidas são extremamente directas e repletas de conteúdo, o que nos faz (re)pensar e (re)conhecer a nossa verdade e a nossa verdadeira essência.



        Bashar - A Mente Física





         Mensagem de Bashar sobre 2012:





Aqui Bashar ensina-nos um Mantra fabuloso para transmutarmos qualquer situação negativa e indesejável nas nossas vidas. Basicamente, só temos de afirmar em voz alta "As circunstâncias não importam. Apenas o meu estado de espírito importa!"...



Tradução de uma das mensagens de Bashar que explica o conceito de Consciência Crística:
Iniciaremos esta interação, esta comunicação, neste dia do vosso tempo, mais uma vez agradecendo a cada um individualmente e a todos coletivamente por nos permitirem esta oportunidade de comunicação com a vossa civilização desta forma, nesta ocasião. Como sempre estas comunicações são uma expansão, uma expansão da nossa consciência do universo, no sentido em que conseguimos ver, através de vocês, muito mais maneiras diferentes que o universo tem de expressar-se a si mesmo devido às vossas qualidades únicas. Isso para nós é uma dádiva.

Nós vos agradecemos por compartilhar isto e gostaríamos de começar esta comunicação neste dia do vosso tempo, com o seguinte conceito: Reconhecemos que, ao canalizarmos ou ao nos comunicarmos através de um lugar em particular do vosso planeta nesta ocasião, a facilidade especial pela qual vocês estão tendo esta sessão tem a ver com os conceitos de uma consciência no vosso planeta, conhecida por Consciência Crística. Gostaríamos de comentar um pouco mais sobre esta ideia neste tempo, de acordo com o espírito do lugar e com o tempo e a energia dentro dos quais vocês estão.

Em primeiro lugar, de maneira nenhuma queremos dizer, ao falar de Consciência Crística, como a designam, que ela é nalgum grau para ser considerada como mais ou melhor do que qualquer outra maneira de pensar. Vocês descobrirão que da nossa perspectiva, aquilo que chamam de Consciência Crística teve, tem e terá muitas e diferentes espécies de manifestações no vosso planeta. A Consciência Crística e a natureza de Buda são as mesmas energias, a mesma consciência. De fato, aquilo que reconhecem como Consciência Crística manifestou-se e encarnou no vosso planeta de muitas maneiras diferentes e sob diferentes formas. Na vossa definição fundamental, o que chamam de Consciência Crística ou natureza de Buda é simplesmente o espírito coletivo do mundo, de todas as vossas consciências combinadas. Portanto, vocês também são Consciência Crística, natureza de Buda, o Grande Espírito, nesse sentido.

Como muitos estão começando a perceber, o conceito total não é tanto o conceito religioso da Consciência Crística, mas o despertar do espírito de unicidade, o espírito de amor, o espírito de criatividade dentro de cada um e de todos vocês. Esta é a chamada Segunda Vinda.
É claro que não é a segunda, pois isso já aconteceu muitas vezes. Isso foi-vos apresentado e refletido para vocês de muitas maneiras e estilos diferentes daquilo que chamam de origem das religiões no vosso planeta, embora o que chamam de religião no vosso planeta nunca tenha sido a intenção de nenhum daqueles nos quais essas religiões foram baseadas. O que chamam de Jesus, o que chamam de Buda, o que chamam de Krishna, o que chamam de Wahoca, o que chamam de Maomé e todos os outros a que quiserem dar nome — nunca tiveram a intenção de começar o que vocês agora têm no vosso planeta sob o formato de uma religião. Eles nunca esperaram seguidores. Estavam dizendo a cada um de vocês que poderiam ser o mesmo que eles, ser como eles, agir da sua maneira. A frase "Eu sou o caminho" simplesmente significa "Sejam assim" e estarão refletindo a mesma energia, a mesma consciência, a mesma ideia. Não significa seguir. Não significa criar um ritual em torno deles. Significa que vocês são Um, que todos podem fazer as mesmas coisas. Isto foi-vos dito, na realidade, literalmente por muitos desses grandes instrutores do vosso planeta. Mas, é claro que, devido a certos tipos de pensamentos de separação, de limitação e de crenças negativas, muitos de vós sentem que não merecem reconhecer essa chama dentro de si, essa energia dentro de si, essa luz dentro de si. Portanto, vocês se segregam desses ensinamentos, colocando-os num pedestal mais alto do que aquele onde se colocam; não se consideram iguais a eles e assim criam rituais em torno deles, simplesmente agindo como seguidores em vez de fazedores, que é o que eles queriam partilhar convosco, entregar-vos — que vocês são tudo, nesse sentido, capazes de manifestar tudo, até mais do que eles manifestaram no vosso planeta, cada um deles em especial.

Reconheçam que uma das razões pelas quais têm no vosso planeta essa chamada era transformacional, Nova Era, seja como for que desejem chamá-la, é que há um novo reconhecimento, um novo despertar em vós. Esse despertar é uma compreensão que não é sobre seguir alguém ou sobre rituais, mas sobre ser uno, sobre agir como se soubessem que são a Consciência Crística, a natureza de Buda, o espírito de Krishna. O que chamam de Deus, o que chamamos de Tudo Que Existe, o Infinito, como o quiserem chamar não importa, porque tudo é verdade. Lembrem-se de que quando falam sobre a ideia de alguma coisa ser omnipotente, então ela é tudo o que pode ser e tudo o que vocês podem possivelmente imaginar ser; todas as representações são verdadeiras. Se fosse menos, então não haveria o Tudo Que Existe por definição. Desta forma, podem chegar até ela a partir de qualquer número de diferentes caminhos, mas simplesmente reconheçam que são uma parte dela, que ela é uma parte de vós. Vocês são simplesmente uma expressão diferente dela. Não estão separados dela. Ela não está separada de vocês. É tudo um único acontecimento energético, embora possa haver diferenciação e diversificação dentro dele, o que em si é belo. É no reforço desta individualidade que verão a maior unidade e harmonia aparecerem no vosso planeta. Pois não podem ter verdadeira harmonia se não tiverem força em cada um dos componentes individuais, de maneira que cada um representa-se a si mesmo como é na verdade, como foi na verdade criado para ser. Cada um de vós é único por uma razão. A unidade não significa que devam tornar-se homogéneos e perder as vossas características identificadoras. Não. Significa que cada um de vós tem que ser forte o suficiente dentro de si mesmo para respeitar a sua individualidade ao máximo e respeitar todas os outros reflexos individuais do Infinito. Porque eles são todos reflexos do Infinito, e se eles realmente existem, eles têm uma razão para existir. Se não houvesse nenhuma razão para existirem, se eles não fossem aspectos do Infinito, eles não poderiam, por definição, existir.

A idéia que iremos discutir convosco esta noite, não importa que tipo de questões  tenham, é fundamentalmente a vossa capacidade de reconhecer e de se tornarem mais conscientes do conceito de que vocês são seres auto-capacitados que têm assegurada a ideia única, como todos os seres têm, da livre-escolha e da escolha de serem os seus eus próprios, completos. Não o que os outros dizem que devem ser, mas o vosso eu próprio verdadeiro, completo, com exaltação, com integridade, com alinhamento, intenção e ação. Ao escolherem assim, tornam-se a vossa peça única do quebra-cabeças que, quando colocada junto às outras peças únicas, formará impecavelmente a figura inteira do infinito Tudo Que Existe. Somente sendo essa peça inteira é que poderão preencher o pedaço que é a forma da vossa peça em especial. Se tentarem ser uma peça do quebra-cabeças que não são, não preencherão aquele pedaço e não ajudarão a criar a figura completa.

Tentar ser alguém que não são, só porque alguém vos diz que  têm que ser isto ou aquilo, é a coisa mais difícil que podem fazer. Toda a dor, sofrimento e resistência que experienciam na vossa vida, vem do tentar ser alguém que não são. Ser quem realmente são, ao agir na vossa alegria, na vossa exaltação, no vosso amor, com integridade, alinhamento, intenção e ação, acabará na verdade por ser a coisa mais fácil que podem fazer, porque então tudo o que o universo terá que fazer é ajudar a vossa ideia, na vossa maneira criada originalmente, em vez da vossa ideia como algo que realmente não são. Fundamentalmente, tudo o que experienciam sobre si mesmos é nalgum sentido 'vocês', porque vocês são também um aspecto do Infinito. Mas,  cada um de vós tem uma ressonância, uma frequência, uma vibração que é vossa canção única. Sejam verdadeiros para essa canção. Cantem essa canção, e haverá um grande coro e harmonia no vosso planeta. É simples, se permitirem que seja.

Nós vos agradecemos por nos permitirem partilhar nesta ocasião estes pensamentos e reflexões. Queremos lembrá-los que esta é somente a nossa perspectiva, conforme vos vemos a vocês e ao vosso mundo - que vocês podem fazer estas coisas, se decidirem fazê-las. Mas, nunca vos diremos o que fazer. É o vosso planeta. Afinal, temos as nossas próprias vidas para viver, o nosso próprio planeta para cuidar. Não queremos o seu, muito obrigado...
Bashar, através de Darryl Anka
(Bashar é um ser multi-dimensional que fala através de Darryl Anka daquilo que percebemos como o futuro)