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12 de ago de 2013

Radarnet - Fique por dentro!



 

 O Caso VASP Vôo 169 e o Bispo Lorscheider


Este extraordinário incidente teria ocorrido na madrugada de 08 de  fevereiro de 1982, Caso Vasp Vôo 169 é até hoje um dos mais extraordinários episódios da Ufologia Brasileira. O fato se deu quando o Boeing da extinta Companhia Aérea Paulista.

Quando fazia um vôo noturno entre Fortaleza e São Paulo, com duas escalas. O avião foi seguido por quase duas horas inteiras por um objeto não identificado de brilho intenso, que surgiu inicialmente a sua esquerda, na altura de Petrolina, no interior de Pernambuco, e realizou inúmeras manobras.
Com quase 150 passageiros a bordo, o avião foi seguido ininterruptamente até a primeira escala, em belo Horizonte, tendo o UFO continuado sua perseguição quese uma hora depois, após o Boeing decolar rumo ao Rio de Janeiro, sua segunda escala.
O comandante era o veterano Gerson Maciel de Britto, que na época acumulava mais de 26 mil horas de vôo e era considerado um dos pilotos mais experientes da empresa.
- Teria sido um caso de perseguição corriqueiro caso não tivessem ocorrido três fatos. Primeiro, o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo(Cindacta), em Brasília, detectou o UFO e todas as suas movimentações por todo o tempo em que esteve próximo ao avião. Segundo, Britto acordou seus passageiros e os convidou a testemunhar o fenômeno. Todos fizeram, exceto dom Aloísio Lorscheider, então presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil(CNBB), que preferiu não se comprometer a observar o objeto.


O avião, um jato 727-200 (prefixo PP-SNG), decolou de Fortaleza às 01h50 da manhã e subiu ao seu nível cruzeiro. O vôo transcorreu normalmente  durante 1 hora e 22 minutos. Faltava apenas 33 minutos para chegar em Petrolina (PE).
Eles seguiam pela aerovia UR1 quando o comandante observou à esquerda da sua aeronave um foco luminoso que se assemelhava-se aos focos de luzes de outras aeronaves. O comandante achou muito estranho o fato de não ter sido reportado a presença de outras aeronaves comerciais ou da força aérea voando naquele setor, que seria um procedimento normal.
Neste momento, o comandante sinalizou com o faróis da aeronave buscando comunicação com a aeronave e diminuiu a luminosidade da cabide visando observar melhor o estranho objeto. Se o objeto que acompanhava o boeing fosse um avião comercial ou mesmo da Força Aérea Brasileira haveria uma resposta ao sinal luminoso, o que não ocorreu neste caso. Além da ausência de resposta ao sinal luminoso havia silêncio no rádio de bordo.
O estranho objeto acompanhou o avião à uma distância relativa na mesma velocidade deste. Segundo Brito, o objeto tinha luminosidade compacta, muito viva e bem diferente da produzida pelo planeta Vênus. A coloração do objeto era vermelho e laranja nas bordas e no centro branco-azulado. O OVNI realizava movimentos para cima e para baixo o que exclui a possibilidade de que o mesmo seja o planeta Vênus, como chegou-se a cogitar.


Mais tarde, em comunicação com o Centro-Brasília eles informaram todos os detalhes do avistamento. O Centro de Controle em Brasília informou que não tinha nenhuma informação a respeito e solicitou que outros aviões voando na região informassem caso avistassem alguma coisa. Um avião da Aerolíneas Argentinas, vôo 169, confirmou a presença do estranho objeto. Mais tarde, outro avião, desta vez da Transbrasil, vôo 177, reportou a presença do estranho objeto.
Quando o vôo 169 passava pela região de Belo Horizonte o comandante Gerson Maciel de Brito resolveu informar os passageiros sobre a presença do estranho acompanhante. Neste momento, o objeto aproximou-se ainda mais do boeing apresentando-se mais nitidamente. Neste momento, o CINDACTA entrou em contato informando ter detectado um alvo não identificado a 9 horas e a aproximadamente 8 milhas de distância (aproximadamente 12 km).

O objeto continuou a ser avistado até as proximidades do aeroporto do Galeão, quando saiu da lateral e posicionou-se à frente do avião. Após o pouso o objeto não foi mais visto. Logo após a experiência, o comandante Brito redigiu um relatório interno da VASP.


Acesse, os link que serviram para a matéria acima:

Assista, o vídeo:

Noite Oficial dos OVNIs - 1986



Jornal da Manchete:

Noticiado no Jornal da Manchete em Maio de 1986, este evento marcante referente aos Objetos Voadores Não Identificados. Com os depoimentos do General Moacyr Uchoa, Marco Antonio Petit, Coronel Ozires Silve e Ministro da Aeronáutica, o Tenente-Brigadeiro do Ar Octávio Júlio Moreira Lima confirmando a ocorrência.

Fonte dos vídeos: Canal OVNI Wagner MolochFastcoremjs,


Se você considera um pecado mortal qualquer representação de quem quer que seja, é bem simples: não faça. Mas seu direito acaba aí. Você não tem o direito de querer estender essa neura para os demais seres humanos do planeta. Principalmente se sua forma de protesto consiste em censura, cerceamento da liberdade de expressão e assassinato.

Pessoas foram mortas porque um bando de fanáticos ficou ofendidinho com uma porcaria de um filme de quinta categoria. Sério, eu estive meio por fora e achei que era algum filme que pudesse ter alguma projeção… mas aí vi trechos do filme que agora foram disponibilizados com legendas em português. E que porcaria! Parece um filme abaixo da linha do amadorismo. Qualquer ser humano sensato não iria dar a mínima atenção a algo assim. Porém, uns malucos que resolvem matar pessoas por causa de um filme não podem ser considerados sensato, não é mesmo?

Também não podem ser chamados de sensatos grupos de pessoas que propõem um convênio internacional para punir os insultos às religiões. A esses, vale lembrar as palavras de Bill Maher:



Os protestos chegaram ao Brasil, embora, felizmente e por enquanto, tenham sido pacíficos. Liberdade de expressão é justamente isso. Não gostou de algo? Vai protestar pacificamente. Grite, marche, chore, esperneie. Tudo isso é válido. E quem não gostar dos protestos, gritos e esperneios também pode se manifestar livremente. Tudo isso faz parte do jogo do direito à liberdade de expressão (indissociável, a meu ver, do dever de aceitar a liberdade de expressão do outro). Como bem escreveu Carlos Orsi:

Hoje vi nos jornais a foto de uma manifestação no Brasil contra o tal filme “A Inocência dos Muçulmanos”, onde havia um cartaz com os dizeres, Ofender 1,6 bilhão de pessoas é liberdade de expressão? Sobre isso, duas coisas.

Primeiro, respondendo à questão do manifestante: sim, é. Liberdade de  expressão é a liberdade de dizer coisas que incomodam os outros. Dizer o que todo mundo quer ouvir não é liberdade de expressão, da mesma forma que ir onde os outros mandam não é liberdade de ir e vir. Dã.

Segundo, quem disse que há 1,6 bilhão de pessoas (o total estimado de muçulmanos no mundo) ofendidas? Há uma arrogância profunda que afeta líderes religiosos em geral, a presunção de falar em nome da comunidade dos fiéis. O que é uma enorme besteira.
Há aqueles que dirão: “Pra que provocar?  Pra que fazer um filme desse tipo? Pra que desenhar charges provocativas? Isso tudo não é extremamente desnecessários?”

Bom, em resposta a isso, deixo as palavras de Maryam Namazie, membro emérita da LiHS, publicadas em um texto no Amálgama:
O que é “desnecessário” são os assassinatos e o caos islamita.

Criticar o islã e o islamismo não é preconceituoso — a tese do preconceito é islamita, e foi engolida por aqueles que clamam por censura. Na verdade, na época em que nos encontramos, a crítica é uma necessidade histórica e desafio legítimo à inquisição contemporânea.

(…) livre expressão não é apenas para aqueles com os quais concordamos. E não esqueçamos que um filme ruim é apenas um filme ruim. O real problema a que se deve dar atenção é que islamismo e censura são respostas erradas.

When a person loves a person

(Quando uma pessoa ama uma pessoa)

Eu já escrevi uma porrada de textos abordando a questão dos direitos dos homossexuais (na verdade, hoje em dia eu prefiro dizer direitos dos “não-heterossexuais”). Obviamente não faz o menor sentido repetir aqui tudo o que já escrevi sobre o assunto, mas faço questão de deixar uma amostra de alguns links para quem quiser dar uma lida (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

Esta semana chegou a mim, por meio do site do qual orgulhosamente faço parte, uma história que ilustra uma situação que poderia ser apenas uma pálida memória de tempos primitivos de uma comunidade ignorante, mas que infelizmente persiste em grande parte daquilo o que convencionamos chamar de “civilização moderna”.

Refiro-me ao vídeo abaixo:



Assistiu o vídeo todo?

Se a resposta foi sim, ótimo, continue a leitura.
Se a resposta foi não, recomendo que faça um pequeno “esforço” e veja até o fim. Se por algum motivo você começou a ver e achou que não vale a pena assistir, recomendo que vá plantar batatas  
O argumento principal da reflexão é o seguinte: imagine que fosse com você. Só isso. Tente, apenas por uns poucos minutos, imaginar que a situação ocorrida com esse casal estivesse acontecendo neste exato momento em sua vida. E aqui pouco importa se é homem+homem, homem+mulher, mulher+mulher, ou qualquer outra combinação possível.
E então, como você se sentiria?
“E se uma tragédia atingisse aquele quem você mais ama?”
E se você tivesse um “Tom” em sua vida?
Apenas tente se imaginar na pele de Shane, autor do vídeo original.
Se ainda assim você achar que as vantagens da legalidades devem recair apenas sobre unidades familiares formadas por homem+mulher, sinto muito, mas não posso deixar de dizer que sinto o mais profundo desprezo por sua opinião.

Na internet todo mundo tem voz


Recentemente apareceu um vídeo no youtube que tem se tornado famoso na internet. É o pedido de ajuda de um rapaz que teve o rosto mutilado devido a um câncer. Como ele ainda não conseguiu acesso ao tratamento de reconstrução de face, ele veio a este meio realmente democrático, veículo de uma verdadeira revolução, onde todos podem ter voz (sim, refiro-me à única entidade conhecida pela humanidade que é verdadeiramente onipresente: a internet), para pedir ajuda. (depois dos vídeos tem um recadinho meu).
Abaixo o vídeo do Oziel:


E a seguir apresento alguns vídeos de apoio ao Oziel de alguns canais do youtube no qual estou inscrito.
Vídeos do Canal “Eu, Ateu” do Yuri Grecco:




Novo vídeo do Oziel no canal “feelipez”


Esse é apenas mais um exemplo de como a internet pode, efetivamente, mudar a vida das pessoas. Enquanto há pessoas que ainda resistem e que acham que a internet pode isolar as pessoas e diminuir o contato interpessoal, eu já acho justamente o contrário. Enquanto há alguns anos atrás pessoas como o Oziel, e outros casos similares, ficariam reféns de organizações beneficentes ou de conseguirem (talvez sem sucesso) o tratamento nos sistemas privado ou público de saúde, ou talvez teriam acesso à “bondade” de algum aproveitador, ops, apresentador de algum programa de TV em busca de audiência, hoje em dia as pessoas podem procurar ajuda por conta própria. Atualmente a rede de contatos de cada um de nós cresceu estonteantemente, e isso, acho eu, ninguém pode negar que seja algo de ruim.
E, quem sabe, como disse o Yuri no primeiro vídeo dele, toda essa movimentação na internet consiga levar o caso do Oziel para alguns aprove…, ops, apresentador de TV, ou alguma grande corporação, ou outra instância qualquer, que possam ajudar financeiramente o Oziel. É exatamente como disse o Yuri: talvez consigamos pautar a mídia, ao invés de ela nos pautar.


 The Yes Men, "Consertando" o Mundo.


Existem dois jeitos de protestar contra o consumismo, a destruição da natureza e os males da globalização. Você pode se tornar um militante xiita, daqueles que ficam recriminando os amigos na mesa do bar. Ou pode fazer isso de um jeito mais criativo: inventar trotes para enganar, ridicularizar e denunciar os malfeitores do mundo. É o que fazem Jacques Servin e Igor Vamos, dois ativistas que se infiltram em eventos, fingem ser representantes de governos e empresas e apresentam projetos no minimo curiosos, que depois são noticiados pela imprensa de todo o mundo como se fossem verdade.

A dupla, que se intitula Yes Men lançou um filme e levou a arte da pegadinha a um nível inédito, com golpes incrivelmente ousados e convincentes, ou no mínimo hilários

Nesses "golpes", eles personificam entidades e pessoas com a irônica missão de dizer a verdade e expor mentiras. Em alguns casos, criaram e mantêm sites falsos semelhantes aos que pretendem parodiar, conseguindo inúmeras entrevistas para a TV ou para conferências em eventos. Eles defendem a crença de que as corporações e organizações governamentais agem de forma desumana com o público.


The Yes Men Fix the World (Legendado Português) [1/9]



The Yes Men Fix the World (Legendado Português) [2/9]


The Yes Men Fix the World (Legendado Português) [3/9]

The Yes Men Fix the World (Legendado Português) [4/9]

The Yes Men Fix the World (Legendado Português) [5/9]

The Yes Men Fix the World (Legendado Português) [6/9]

The Yes Men Fix the World (Legendado Português) [7/9]


The Yes Men Fix the World (Legendado Português) [8/9]

The Yes Men Fix the World (Legendado Português) [9/9]